Ir para conteúdo
A
-
A Academia das Musas (José Luis Guerín, 2015)
-
A Casa (Sharunas Bartas, 1997)
-
A Caverna dos Sonhos Esquecidos (Werner Herzog, 2011)
-
A cidade foi feita para caminhar – o Andarilho de Tsai Ming-Liang
-
A conquista do barulho
-
A cor enquadrada nos vãos da imagem – em busca do rosto da morte
-
A Dama do Lotação (Neville D’Almeida, 1978)
-
A dança dos pirilampos
-
A Feiticeira Viúva (Xiao Gua Fu Cheng Xian Ji, Cai Chengjie, 2018)
-
A ferida, na pele, é uma fresta & Quem tem medo do folclore da mulher?
-
A festa do fim do mundo e sua nostalgia sexual em Estranhos Prazeres
-
A flâneur digital que revela os processos invisíveis: a contradição como pedagogia virtual nos desktop movies de Chloé Galibert-Laîné
-
A Garota que Anda à Noite (Ana Lily Amirpour, 2014)
-
A Hipótese do Quadro Roubado (Raoul Ruíz, 1979)
-
A imagem oferecida: o cinema de Ricardo Alves Jr.
-
A Invenção de Hugo Cabret (Martin Scorsese, 2011)
-
A Liberdade das Imagens Mortas
-
A MELODIA MUDA DO DESTINO: O SILÊNCIO (Mohsen Makhmalbaf)
-
A Meretriz-Ciborgue de Daehak-ro: Os Limites da Violência Ética e a Exigência do Não Cegado
-
A MORTE DA LÍDER DE TORCIDA
-
A Mula (Clint Eastwood, 2018)
-
A Mulher de Longe (Luiz Carlos Lacerda, 2012) e Dino Cazzola – Uma Filmografia de Brasília (Andréa Prates e Cleisson Vidal, 2012)
-
A Mulher dos Cachorros (Laura Citarella e Verónica Llinás, 2015)
-
A natureza é um templo: As paisagens inquietantes de Emily Richardson
-
A NOITE DOS MORTOS-VIVOS (Night of the Living Dead, George Romero, 1968)
-
A Noiva Vendida (Max Ophüls, 1932)
-
A Nova Hollywood em 25 filmes
-
A ONTOLOGIA DA IMAGEM PARTINDO DA HEURÍSTICA DO RECONHECIMENTO NO CINEMA DE LISANDRO ALONSO
-
A Pele que Habito (Pedro Almodóvar, 2011)
-
A perda da inocência e do encanto: os contos de Perrault por Breillat
-
A Planície das Afinidades (Il Pianeta Azzurro, 1981)
-
A Poesia Sonora de Blue
-
A Ponte das Artes (Eugène Green, 2004)
-
A pós-verdade no É Tudo Verdade
-
A Rainha Nzinga Chegou (Junia Torres e Isabel Gasparino, 2019)
-
A relação corpo-máquina: de Metropolis a Matrix
-
A Religiosa Portuguesa (Eugène Green, 2009)
-
A revolta das opacidades, ou o pop e a ultraviolência na virada do milênio japonês
-
A Ronda (Max Ophüls, 1950)
-
A Rosa Azul de Novalis (Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro)
-
A Senhora de Todos (Max Ophüls, 1934)
-
A sincronicidade das sombras
-
A SUBSTÂNCIA (Coralie Fargeat, 2024)
-
A trajetória de Roberto Pires no Cinema Brasileiro
-
A trilogia John Wick e o epílogo do homem-resposta
-
A Vida Íntima de uma Mulher (Nicholas Ray, 1949)
-
A voz mansa diante do oeste: First Cow
-
A voz, essa sobrevivente
-
A Árvore da Vida (Terrence Malick, 2011)
-
ABERTO PARA ESSES PÁSSAROS ÚNICOS
-
Aguirre, a Cólera dos Deuses (Werner Herzog, 1972)
-
ALBERT SERRA E A MORTE REAL
-
Além da Vida (Clint Eastwood, 2010)
-
Além das Nuvens (Michelangelo Antonioni & Wim Wenders, 1995)
-
Além do Azul Selvagem (Werner Herzog, 2005)
-
Amar, Beber e Cantar (Alain Resnais, 2014)
-
American Lightning (Kurtis Matthew Russell, 2023)
-
ANARCA FILMES E CHORUMEX: BANDIDAGEM CIBORGUE
-
Anhell69 (Theo Montoya)
-
ANJOS LOIROS E OBSCENOS: DESEJO FEMININO E CULPA EM TWIN PEAKS: FIRE WALK WITH ME E FALSA LOURA
-
Anotações sobre o grau zero da diferença: o cinema de Apichatpong Weerasethakul e curadoria como cura (e como isso tudo se aproxima de uma ideia de revolta)
-
Anotações sobre Uma Paciência Selvagem me Trouxe Até Aqui, de Érica Sarmet
-
Ao Abismo – Um conto de vida e de morte (Werner Herzog, 2011)
-
Apaixonar-se e fundir-se à paisagem: Undine e Afire
-
Aquele que viu o abismo, Gregório Gananian & Negro Leo, 2024
-
ARA PYAU – A PRIMAVERA GUARANI (2018) – Carlos Eduardo Magalhães
-
Artifício apocalíptico: alegoria e corpo em Medo do escuro
-
As Aventuras de Tintim (Steven Spielberg, 2011)
-
As Canções (Eduardo Coutinho, 2011)
-
As Hiper Mulheres (Carlos Fausto, Leonardo Sette, Takumã Kuikuro, 2011)
-
As muitas mortes de Antônio Parreiras (Lucas Parente, 2025)
-
As Praias de Agnès (Agnès Varda, 2008)
-
ASCENSÃO E QUEDA DO EROTISMO NA BOCA DO LIXO
-
Aterrorizada (John Carpenter, 2011)
-
Através do Fluxo (By the Stream, Hong Sang-Soo, 2024)
-
Até explodirem os pulmões
-
Até o Fim (Ary Rosa e Glenda Nicácio, 2020)
-
Aurora (F. W. Murnau, 1927)
-
Avatar: Franquia frustrada ou antifranquia?
-
Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (Cathy Yan, 2020)
-
Avá – Até que os Ventos Aterrem (Camila Mota, 2022)
-
À beira do abismo: Miracle Mile, de Steve De Jarnatt
-
À SOMBRA DA SAUDADE
-
À sombra do híbrido biológico mecânico
-
Às mulheres que seguem, ignorando o falatório
B
-
Bacurau: desequilíbrios e assimetrias
-
BAIXO CENTRO (2018) – Ewerton Belico, Samuel Marotta
-
BANDIDAGENS QUEER NO CINEMA CONTEMPORÂNEO
-
BANDITISMO E LEGITIMIDADE NA FRONTEIRA (EMTERROR TEXAS TOWN E OUTROS FAROESTES)
-
BANDOLEIRAS DO SOL NASCENTE: MATO SECO EM CHAMAS (ADIRLEY QUEIRÓS E JOANA PIMENTA, 2022)
-
BANG BANG: A PARTE DO LEÃO
-
BATEM À PORTA: CÂMARA ESCURA (Marcelo Pedroso, 2011)
-
Belair (Noa Bressane e Bruno Safadi, 2009)
-
Bem Vindos de Novo (Marcos Yoshi, 2022)
-
Biopolítica e cyberpunk: as máquinas desejantes
-
Blackhat (Michael Mann, 2015)
-
BNSF (James Benning, 2013)
-
Boa Sorte (Good Luck, Ben Russel, 2017) e A Floricultura (La Fleurière, Rubem Desiere, 2017)
-
Branco Sai Preto Fica (Adirley Queirós, 2014)
-
Breves apontamentos sobre alguns filmes em cartaz: L’Apollonide, Sleeping Beauty e Slovenian Girl
-
Bush Mama (Haile Gerima, 1979): assimetrias da carne e do corpo
C
-
Cabeça de Nêgo (Déo Cardoso, 2020)
-
Cadê Edson? (Dácia Ibiapina, 2020)
-
CAM (2018) – As Extremidades do Corpo
-
CAMOCIM (2017) – Quentin Delaroche
-
Canto dos Ossos (Jorge Polo e Petrus de Bairros, 2020)
-
Carnage (Roman Polanski, 2011)
-
CARNE, VERBO
-
Carol (Todd Haynes, 2015)
-
Carta de uma Desconhecida (Max Ophüls, 1948)
-
Cemitério de Esplendor (Apichatpong Weerasethakul, 2015)
-
Chantal Akerman e o cinema das vacas magras
-
Cidade Ameaçada (Roberto Farias, 1960)
-
Cine BH 2020
-
Cine Holliúdy (Halder Gomes, 2013)
-
Cine OP 2018
-
Cine OP: Mostra de Curtas
-
CineBH 2018
-
CINEBH 2023
-
CineBH: Abaixo a Gravidade (Edgard Navarro, 2017)
-
CineBH: Cocote (Nelson Carlo de Los Santos Arias, 2017)
-
CINEBH: Dias 1 e 2
-
CINEBH: Dias 3 e 4
-
CINEBH: Dias 5 e 6
-
CineBH: Mata Negra (Rodrigo Aragão, 2018)
-
CineBH: Rodson (ou onde o Sol não tem dó)
-
CineBH: Sessão de curtas #1
-
CineBH: Sol Alegria (Tavinho Teixeira, 2018)
-
CINEMA ANIMAL
-
CINEMA ANIMAL
-
CINEMA DE GIRA: NOTAS SOBRE ALGUNS FILMES-MACUMBA BRASILEIROS
-
CINEMA E BANDIDAGEM
-
CINEMA E NATUREZA – PAISAGENS EM PERSPECTIVA
-
CINEMA E PALAVRA
-
CINEMA E REVOLTA
-
CINEMA E SILÊNCIO
-
Cinema, dinheiro e marmitas
-
CINEMACUMBA – COSMOLOGIAS AFRO-ATLÂNTICAS NO CINEMA
-
CINEMACUMBA – COSMOLOGIAS AFRO-ATLÂNTICAS NO CINEMA – EDITORIAL
-
CINEOP: O DESMONTE DO MONTE (Sinai Sganzerla, 2018)
-
Circuitos ao vento: a solidão no fim do mundo de Kairo (2001), de Kiyoshi Kurosawa
-
Cobertura – 19ª Mostra de Cinema de Tiradentes (Parte I)
-
Cobertura – 19ª Mostra de Cinema de Tiradentes | Mostra Foco
-
Cobertura – Argentina Rebelde (Parte I)
-
Cobertura – Argentina Rebelde (Parte II)
-
Cobertura – Festival de Brasilia 2015 (Parte III)
-
Cobertura – Festival de Brasília 2015 (Parte I)
-
Cobertura – Festival de Brasília 2015 (Parte IV)
-
Cobertura – Festival de Brasília 2015 (Parte V)
-
Cobertura – Festival de Brasília 2015 (Parte VI)
-
Cobertura – Festival do Rio 2016
-
Cobertura – Indie Festival 2015 (Parte I)
-
Cobertura – Olhar de Cinema 2022
-
Cobertura XI Fantaspoa – Parte I
-
Cobertura XI Fantaspoa – Parte II
-
COBERTURA: 26ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES
-
Cobertura: Festival do Rio 2022
-
Cobertura: Festival do Rio parte #3
-
Cobra Verde (Werner Herzog, 1987)
-
COISAS SECRETAS: POR UMA LIBERTINAGEM BARATA
-
COLHER CEREJAS NO ÉDEN
-
Como desmontar uma prisão: Revolta silenciosa em Um condenado à morte que escapou (1956), de Robert Bresson
-
Como vive o corpo virtual – a presença física em O Segundo Rosto.
-
Confluências (Dácia Ibiapina, 2024)
-
Contra o silêncio do amor, a poesia e a revolta: Um olhar sobre Tongues Untied de Marlon Riggs
-
Copacabana Mon Amour (Rogério Sganzerla, 1970)
-
Coração Prisioneiro (Max Ophüls, 1949)
-
CORINGA: DELÍRIO A DOIS (Todd Phillips, 2024)
-
Corpo e Máquina
-
Corpos que colidem, corpos que se atraem
-
Corrente do Mal (David Robert Mitchell, 2014)
-
Cosmópolis (David Cronenberg, 2012)
-
Crimes de Paixão (Ken Russell, 1984)
-
Crimes e orixás: O Amuleto de Ogum, de Nelson Pereira dos Santos
-
Crítica: O AGENTE SECRETO (Kleber Mendonça Filho, 2025)
-
Crônica de uma Criança Solitária: A balada de Leonardo Favio
-
CULTUAR A DEUS COM RITOS DO DIABO
-
Curtas-metragens de Werner Herzog (1962-2001)
-
Código de Sangue (Malcolm Venville, 2009)
D
-
DAHOMEY (Mati Diop, 2024)
-
DANAÇÃO: O PESO DA EXISTÊNCIA PRESENTE NA ESTÉTICA
-
Dario em dez mortes
-
DAS LETRAS E SEUS MOVIMENTOS: TRÊS FILMES DE DAVID GATTEN
-
DAWSON CITY – TEMPO CONGELADO (Bill Morrison, 2016)
-
De Mayerling a Sarajevo (Max Ophüls, 1940)
-
De mestres do filme B para a tela pequena
-
Death For Five Voices (Werner Herzog, 1995)
-
Delírio de Loucura (Nicholas Ray, 1956)
-
DESCRIÇÃO SILENCIOSA: REASSEMBLAGE (Trinh T. Minh-Ha)
-
Desejos Proibidos (Max Ophüls, 1953)
-
Desertos, ferramentas e impermanência
-
Desta para uma melhor: Cow (Andrea Arnold, 2021)
-
Destruir, Reconstruir – Resident Evil: Retribution (2012)
-
Desvio (Arthur Lins, 2018)
-
Desvío de Noche. (Paul Chotel e Ariane Falardeau St-Amour)
-
Detona Ralph (Rich Moore, 2012)
-
Deuses da Peste (Gabriela Luíza e Tiago Mata Machado, 2025)
-
DIANTE DOS MEUS OLHOS (André Felix, 2017)
-
DIAS VAZIOS (2018) – Robney Bruno Almeida
-
Die verliebte Firma (Max Ophüls, 1932)
-
DISSOLVER E COAGULAR
-
Divine (Max Ophüls, 1935)
-
Divino Amor: enquadramentos e exclusões de um futuro próximo
-
Diário remoto de Tiradentes – Parte 1
-
Diário remoto de Tiradentes – Parte 2
-
Django Livre (Quentin Tarantino, 2012)
-
Do jogo de incontinência à mania da origem
-
DO SILÊNCIO ÀS PALAVRAS DOS OLHOS – Disintegration Loops 1.1
-
Do You Like Hitchcock: A influência de Hitchcock na obra de Dario Argento
-
Dois projetos de demolição – CineBH: Sessão Curtas #2
-
DÉPAYSEMENT: SILÊNCIO E RECUSA EM La Noire De
E
-
Ecos de um Império Sombrio (Werner Herzog, 1990)
-
Editorial #1
-
EDITORIAL – CINEMA E SILÊNCIO
-
Editorial – O Rito de sentar-se à mesa
-
EDITORIAL – A poética da fabulação
-
EDITORIAL: CINEMA E BANDIDAGEM
-
Editorial: Cinema e natureza, paisagens em perspectiva
-
EDITORIAL: CINEMA E PALAVRA
-
EDITORIAL: O ERÓTICO E O PORNOGRÁFICO
-
Editorial: Ouvir um Filme
-
EDIÇÃO ATUAL:
-
EM MARTÍRIO, LEVEI MINHAS MÃOS AO ROSTO: MASCULINIDADE E CRIMINALIDADE EM ACCATTONE,DE PIER PAOLO PASOLINI
-
Em Plena Forma (Pierre Étaix, 2010)
-
Encontros no Fim do Mundo (Werner Herzog, 2007)
-
Engrenagens contrariadas: O cinema como máquina de hackeamento
-
Enquanto o Céu Não Me Espera (Christiane Garcia, 2024)
-
Enquanto Somos Jovens (Noah Baumbach, 2015)
-
Ensaio sobre a Simpatia: Música, memória e imagem em Godard
-
Entre o artifício e a performance: por um cinema de ação formalista (John Wick 4: Baba Yaga, Chad Stahelski, 2023)
-
Entre templos e ruínas: fim do mundo e continuidade do cosmos
-
Entrevista – Lucas Ferraço Nassif
-
Entrevista – O afeto no documentário brasileiro contemporâneo
-
Entrevista com Adirley Queirós
-
Entrevista com Allan Ribeiro
-
Entrevista com André Novais
-
ENTREVISTA: LEWIS KLAHR
-
Entrevista: Luiz Pretti
-
Entrevista: Petrus Cariry
-
Entrevista: Robert Mockler
-
Ervas Daninhas (Alain Resnais, 2009)
-
ESCOLHER A MORTE: A Última vez que ouvi Deus chorar (Marco Antonio Pereira, 2023)
-
Espelho na bacia das almas: Ad Astra (James Gray, 2019)
-
ESTA MANHÃ, ÀS 10 HORAS NO CONHECIDO BORDEL…”AMOR E ANARQUIA” (Lina Wertmüller, 1973)
-
Estrada Perdida (David Lynch, 1997)
-
ESTÉTICA DAS CONSEQUÊNCIAS E O UNIVERSO DA CONCENTRAÇÃO NOS FILMES DE LAV DIAZ
-
Estática e cinética, sistema e indivíduo: Jeanne Dielman, 23, quai du commerce, 1080 Bruxelles
-
Eu ainda acredito em seus olhos: Joias Brutas
-
EU NÃO SEI: TENHO MEDO – ENTREVISTA COM DÁCIA IBIAPINA
-
Eu também não gozei (Ana Carolina Marinho, 2024)
-
EVA E O FRUTO PROIBIDO OU ARMADILHAS DO CAPITALISMO PARA A LIBERDADE FEMININA
-
Exorcismo Permanente
-
EXTREMOS DA CARNE – OS CORPOS E AS POSSIBILIDADES DA IMAGEM
-
É possível falar em cinema xamãnico?
-
É TUDO VERDADE 2021
-
É Tudo Verdade: 1982
-
É Tudo Verdade: Alvorada (Anna Muylaerte, Lô Politi)
-
É Tudo Verdade: Atravessa a Vida
-
É Tudo Verdade: Dois Tempos
-
É Tudo Verdade: Eu e o Líder da Seita
-
É Tudo Verdade: Fico te Devendo uma Carta sobre o Brasil
-
É Tudo Verdade: Forman VS Forman
-
É Tudo Verdade: Fuga
-
É Tudo Verdade: Glória à Rainha
-
É Tudo Verdade: Gorbachev – Céu
-
É Tudo Verdade: Libelu: Abaixo a Ditadura
-
É Tudo Verdade: Meu Querido Supermercado
-
É Tudo Verdade: Máquina do Desejo – Os 60 Anos do Teatro Oficina
-
É Tudo Verdade: Não Nasci Para Deixar Meus Olhos Perderem Tempo
-
É Tudo Verdade: Paulo César Pinheiro – Letra e Alma
-
É Tudo Verdade: Pão Amargo
-
É Tudo Verdade: Segredos de Putumayo
F
-
Fantasmas de Marte (John Carpenter, 2001)
-
Fantasmas e reminiscências – as formas de diálogo entre tempos nas Hong Kongs de Stanley Kwan e Wong Kar-Wai
-
Fata Morgana (Werner Herzog, 1971)
-
Feliz Aniversário (Pierre Étaix, 1962)
-
Festival de Brasília 2024
-
Festival de Brasília: A Invenção do Outro
-
Festival de Brasília: Arábia
-
Festival de Brasília: Bixa Travesty (Claudia Priscilla e Kiko Goifman, 2018)
-
Festival de Brasília: Bloqueio (Victória Álvares e Quentin Delaroche, 2018)
-
Festival de Brasília: Café com Canela
-
Festival de Brasília: Calypso (Rodrigo Lima, Lucas Parente, 2018)
-
Festival de Brasília: Construindo Pontes
-
Festival de Brasília: Elegia de Um Crime (Cristiano Burlan, 2018)
-
Festival de Brasília: Era Uma Vez Brasília
-
Festival de Brasília: Excelentíssimos (Douglas Duarte, 2018)
-
Festival de Brasília: Ilha (Glenda Nicácio e Ary Rosa, 2018)
-
Festival de Brasília: Inferninho (Guto Parente e Pedro Diógenes, 2018)
-
Festival de Brasília: Los Silencios (Beatriz Seigner, 2018)
-
Festival de Brasília: Mandado (João Paulo Reys e Brenda Melo)
-
Festival de Brasília: Mato Seco em Chamas
-
Festival de Brasília: Mostra Competitiva de curtas – Parte 2
-
Festival de Brasília: Mostra competitiva de curtas – Parte 1
-
Festival de Brasília: Música Para Quando as Luzes se Apagam / Vazante
-
Festival de Brasília: Não Devore Meu Coração!
-
Festival de Brasília: O Nó do Diabo
-
Festival de Brasília: O Pequeno Mal (Lucas Camargo de Barros e Nicolas Thomé Zetune, 2018)
-
Festival de Brasília: Os Jovens Baumann (Bruna Carvalho Almeida, 2018)
-
Festival de Brasília: Os Sonâmbulos (Tiago Mata Machado, 2018)
-
Festival de Brasília: Pendular
-
Festival de Brasília: Por Trás da Linha de Escudos
-
Festival de Brasília: Sessão de curtas
-
Festival de Brasília: Temporada (André Novais Oliveira, 2018)
-
Festival do Rio 2015 – Comentários (Parte I)
-
FESTIVAL DO RIO 2018
-
Festival do Rio 2022 – Parte #1
-
Festival do Rio 2022 – Parte #2
-
Festival do Rio: Cobertura – Parte #1
-
Festival do Rio: Cobertura – Parte #2
-
Festival do Rio: Cobertura – Parte #3
-
Festival do Rio: Cobertura – Parte 4
-
Festival do Rio: Parte #4
-
Festival ECRÃ: Cinemas fantasmas
-
Festival ECRÃ: Mangostão (Tulapop Saenjaroen)
-
Festival ECRÃ: SINF0N14 (Raúl Perrone, 2022)
-
Festival ECRÃ: Vermelho Bruto (Amanda Devulsky, 2022)
-
Filme Caseiro (O Dia Posse, Allan Ribeiro)
-
Filmografia Comentada – David Cronenberg
-
Fisionomia do apocalipse (A máquina infernal, 2021)
-
Fitzcarraldo (Werner Herzog, 1982)
-
Fruit Chan – Filmografia comentada
-
FUNGOS: VERMELHO BRUTO (Amanda Devulsky, 2022)
H
-
Handicapped Future (Werner Herzog, 1971)
-
HIGH LIFE (Claire Denis, 2018)
-
Hill of Freedom (Hong Sang-Soo, 2014)
-
História Escrita com Água (Yoshishige Yoshida, 1965)
-
Holy Motors (Leos Carax, 2012)
-
Homem-aparelho: entrevista com Wilson Oliveira Filho
-
Homens que jogam (Playing men, Matjaž Ivanišin, 2017)
-
Homens têm segredos, mas não mistérios
-
Hotel Mekong (Apichatpong Weerasethakul, 2012)
-
How much wood would a woodchuck chuck… (Werner Herzog, 1978)
-
Há um olho que me observa
L
-
La tendre ennemie (Max Ophüls, 1936)
-
Lachende Erben (Max Ophüls, 1933)
-
LAVAR, PASSAR, MATAR
-
LEMBRO MAIS DOS CORVOS (2017) – Gustavo Vinagre
-
LES MAITRES FOUS, DE JEAN ROUCH: AS MÁSCARAS AUTÓCTONES DO PODER
-
Liebelei (Max Ophüls, 1933)
-
Lista de desejos para Superagüi (Pedro Giongo, 2024)
-
Little Dieter Needs to Fly (Werner Herzog, 1998)
-
LIÇÕES DE HISTÓRIA
-
Lições das Trevas (Werner Herzog, 1992)
-
Loft (Kiyoshi Kurosawa, 2005)
-
Loin de Manhattan, de Jean-Claude Biett: De paisagens naïves e pinturas in loco
-
Lola (Brillante Mendoza, 2009)
-
Lola Montès (Max Ophüls, 1955)
-
Love Crimes (Lizzie Borden, 1992)
M
-
Ma Ê Dami Xina – Já me transformei em imagem (Zezinho Yube, 2008)
-
MADRIGAL PARA UM POETA VIVO (2018) – Adriana Barbosa, Bruno Mello Castanho
-
Mais Forte Que a Vingança (Sidney Pollack, 1972)
-
Mal do Século
-
MAL TROPICAL: O RASTRO DO RASTRO
-
Mapas para as Estrelas (David Cronenberg, 2014)
-
Mar calmo não faz bom marinheiro: O Farol (Robert Eggers, 2019)
-
Mar de Dentro (Lia Letícia, 2024), Confluências (Dácia Ibiapina, 2024) e Yõg Ãtak: Meu pai, Kaiowá (Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luísa Lanna, 2024)
-
Marginal não filma: Ladrões de Cinema
-
Mascarados (Henrique e Marcela Borela, 2020)
-
Max Ophüls: Perfil
-
Maçãs no Escuro (Tiago A. Neves, 2024)
-
Meek’s Cutoff (Kelly Reichardt, 2010)
-
MEIA HORA ANTES PARA O BEM, MEIA HORA DEPOIS PARA O MAL
-
Meia-noite em Paris (Woody Allen, 2011)
-
Melancolia (Lars Von Trier, 2011)
-
Melhores filmes de 2011
-
Mente aberta com corpo fechado: CAIXA PRETA (Bernardo Oliveira, Saskia)
-
METAMORFOSE DA PALAVRA
-
Meu Filho, Olha o Que Fizeste! (Werner Herzog, 2009)
-
Meu Melhor Inimigo (Werner Herzog, 1999)
-
Meu nome é Daniel (Daniel Gonçalves, 2018) e Travessia (Safira Moreira, 2017)
-
Meus Santos Saúdam Teus Santos: Carta a Rodrigo Antônio
-
MINHA ESCRAVA BRANCA
-
Missão Impossível: Protocolo Fantasma (Brad Bird, 2011)
-
Missão Madrinha de Casamento (Paul Feig, 2011)
-
Mistérios ao Vento: Fim dos Tempos (M.Night Shyamalan, 2008)
-
Monsieur Verdoux (Charles Chaplin, 1947)
-
Monster (Hirokazu Kore-eda, 2023)
-
Mostra de Cinema de Tiradentes: Germino Pétalas no Asfalto
-
Mostra de Cinema de Tiradentes: O Dia da Posse
-
Mostra de Cinema de Tiradentes: Um Minuto é uma Eternidade Para quem está Sofrendo
-
Mostra de SP: Má Sorte no Sexo ou Pornô Acidental (Radu Jude)
-
Mostra de Tiradentes: Ostinato (Paula Gaitán, 2021)
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: 17 Quadras
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: A Taça Partida (Esteban Cabezas)
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Al Shafaq – Quando o Céu Se Divide
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Apenas Mortais
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Armugan (Jo Sol)
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: As Bruxas do Oriente (Julien Farout)
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Atlântida (Yuri Ancarani)
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: City Hall
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Coisas Verdadeiras (Harry Wootliff)
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Cozinhar F*der Matar
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Higiene Social (Denis Côté)
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Lidando com a Morte (Paul Sin Nam Rigter)
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Lua Azul (Alina Grigore)
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Lua Vermelha
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Mamãe, Mamãe, Mamãe
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Miss Marx
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Mães de Verdade
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: No Táxi do Jack (Susana Nobre)
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Notas breves sobre alguns filmes – Parte 1
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Notas breves sobre alguns filmes – Parte 2
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Notas breves sobre alguns filmes – Parte 3
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Notas breves sobre alguns filmes – Parte 1
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Nova Ordem
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: O compromisso de Hasan (Semih Kaplanoğlu)
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: O Problema de Nascer
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: O Tremor
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Panquiaco
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Pegando a Estrada (Panah Panahi)
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Sibéria
-
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Suor
-
MOSTRAR O CORPO PRA FALAR DO ESPÍRITO
-
Mr. Turner (Mike Leigh, 2014)
-
Mu, a terra da impossibilidade sonora – sobre Abismu, de Rogério Sganzerla
-
Máquinas de monitoramento, vigilância e captura
N
-
NA CIDADE AO REDOR ESTÃO NOSSOS PÉS GRAVADOS – O IRMÃO QUE VEIO DE OUTRO PLANETA
-
Na Teia do Destino (Max Ophüls, 1949)
-
NAS ENTRANHAS DA BANDIDAGEM: WILSINHO GALILÉIA (João Batista de Andrade, 1978)
-
Natureza do Desaparecimento: Parallel I-IV, de Harun Farocki
-
NAVIOS DE TERRA (2017) – Simone Cortezão
-
No Cemitério do Cinema (Thierno Souleymane Diallo, 2022)
-
No Coração da Montanha (Werner Herzog, 1991)
-
NO INFERNO COM O CAPETA
-
NO MEIO DO MUNDO: EVOÉ (Cervejas no Escuro, 2023)
-
No Mundo da Lua (Robert Mulligan, 1991)
-
No Silêncio da Noite (Nicholas Ray, 1950)
-
Noite Sem Fim (Jaume Collet-Serra, 2015)
-
Noites Brancas no Píer (Paul Vecchiali, 2014)
-
Nope (Não! Não olhe!): O retorno triunfal
-
Nosferatu: O Vampiro da Noite (Werner Herzog, 1979)
-
Notas do Eremoceno (Viera Čákanyová)
-
NOTAS SOBRE O CINEMA
-
NOTAS SOBRE O NOVO ESPECTADOR
-
NOTAS SOBRE QUEBRAR O SILÊNCIO – Assistindo Hotel Monterey e Three Landscapes
-
Notas sobre “Realidades do cinema brasileiro”
-
NÃO À CASUALIDADE: Experimental Film Society, Tao Films e Slow Cinema em tempos de Internet.
-
Não fui eu que transcendi, mas Deus que desceu até o inferno, ou: História do Olho
-
Nós (Us, Jordan Peele, 2019): apocalipse subterrâneo
O
-
O ACASO QUE REGE O MUNDO – O CINEMA DIGITAL DE JOHNNIE TO E MICHAEL MANN
-
O Amigo da Minha Amiga (Eric Rohmer, 1987)
-
O apocalipse filmo eu: Sogobi, de James Benning
-
O arquivo animal
-
O Artista (Michel Hazanavicius, 2011)
-
O Atalante (Jean Vigo, 1934)
-
O atalho, de Kelly Reichardt (2010): O deserto do deserto
-
O AVILTAMENTO DA MACUMBA
-
O Chalé é Uma Ilha Batida de Vento e Chuva (Letícia Simões, 2018)
-
O cinema de Artavazd Peleshian
-
O CINEMA E AS FORMAS DO TRABALHO
-
O complô dos inocentes — notas irresponsáveis sobre a criança no cinema
-
O Corpo Como Sentido
-
O CORPO CONCRETO DO DESEJO E DO RITUAL
-
O Corte da Navalha (Russell Mulcahy, 1984)
-
O Crime Não Compensa (Nicholas Ray, 1949)
-
O céu é uma massa horrenda de videocassetes rodopiantes e videogames Magnavox
-
O Desejo da Minha Alma (Masakazu Sugita, 2014)
-
O Diamante Branco (Werner Herzog, 2004)
-
O Enamorado (Pierre Étaix, 1963)
-
O Enigma de Kaspar Hauser (Werner Herzog, 1974)
-
O Enigma de Outro Mundo (Matthijs van Heijningen Jr., 2011)
-
O ERÓTICO E O PORNOGRÁFICO
-
O Espião Que Sabia Demais (Tomas Alfredson, 2011)
-
O Exilado (Max Ophüls, 1947)
-
O Garoto da Bicicleta (Jean-Pierre e Luc Dardenne, 2011)
-
O Godard pós-maoísta e experimentos em vídeo: Por um programa pedagógico de excelência
-
O Grande Êxtase do Escultor Steiner (Werner Herzog, 1974)
-
O Homem Nu (Roberto Santos, 1968)
-
O Homem Urso (Werner Herzog, 2005)
-
O lamento nosso de cada dia: Tonsler Park
-
O Livro de Cabeceira (Peter Greenaway, 1996)
-
O Lodo (Helvécio Ratton, 2020)
-
O lugar da paisagem em um programa ético
-
O martírio de Werner Herzog
-
O mundo em preto-e-branco e desesperado de Philippe Garrel
-
O Mundo Vivente (Eugène Green, 2003)
-
O mundo é o culpado: O oficial e o espião (Roman Polanski, 2019)
-
O NOME DO FILME É IMPORTANTE: IMAGEM E PALAVRA NO KIT GAY BOLSONARISTA
-
O NÓ DO DIABO (2017) – Ramon Porto Mota, Gabriel Martins, Ian Abe, Jhesus Tribuzi
-
O Outro Homem (Carol Reed, 1953)
-
O pau duro do Chacal
-
O Profeta da Fome (Mauricio Capovilla, 1970)
-
O QUE ACONTECE QUANDO UM FILME DANÇA? (Dácia Ibiapina, 1984)
-
O Quintal + Abrir Portas e Janelas (Milagros Mumenthaler, 2004 e 2011)
-
O SENHOR DOS MORTOS (The Shrouds, David Cronenberg, 2024)
-
O Sermão de Huie (Werner Herzog, 1983)
-
O Sertão como meio e o Sertão como fim
-
O SILÊNCIO E A FÚRIA DE CHANTAL AKERMAN
-
O Sobrevivente (Werner Herzog, 2006)
-
O Som ao Redor (Kleber Mendonça Filho, 2012)
-
O Sétimo Código (Kiyoshi Kurosawa, 2013)
-
O TRAJETO DA PESTE E OS INSTRUMENTOS DA MORTE: UM HISTÓRICO DE VIOLÊNCIA ENTRE EDGAR ALLAN POE E ROGER CORMAN
-
O vulcão e a nuvem: revolta como resignação em Stromboli, de Roberto Rossellini
-
O zumbi da História – Ecos de Calibã e a Bruxa em George Romero
-
OBITUÁRIO: WILLIAM FRIEDKIN
-
Octopus (Karim Kassen, 2021)
-
Olhar de Cinema – Guia de Filmes #1
-
OLHAR DE CINEMA 2018
-
OLHAR DE CINEMA 2019
-
Olhar de Cinema 2020
-
Olhar de Cinema 2021
-
OLHAR DE CINEMA 2023
-
Olhar de Cinema: A Calmaria Depois da Tempestade (Mercedes Gaviria)
-
Olhar de Cinema: A Cidade Escondida
-
Olhar de Cinema: Alan
-
Olhar de Cinema: Apenas o Sol (Aramí Ullon)
-
Olhar de Cinema: Belos Carnavais (Thiago B. Mendonça)
-
Olhar de Cinema: Canto dos Ossos
-
Olhar de Cinema: Conferência (Ivan Tverdovskiy)
-
Olhar de Cinema: Crônica do Espaço
-
Olhar de Cinema: Diz a Ela que me Viu Chorar (Maíra Buhler)
-
Olhar de Cinema: Enquanto Estamos Aqui (Clarissa Campolina e Luiz Pretti)
-
Olhar de Cinema: Estilhaços (Natalia Garayalde)
-
Olhar de Cinema: Família da Madrugada (Luke Lorentzen)
-
Olhar de Cinema: Garotas/Museu (Shelly Silver)
-
Olhar de Cinema: Guia de Filmes – Parte #2
-
OLHAR DE CINEMA: Guia de Filmes – Parte #2
-
OLHAR DE CINEMA: Guia de Filmes (Parte 1)
-
Olhar de Cinema: Los Lobos
-
Olhar de Cinema: MS Slavic 7
-
Olhar de Cinema: Na Cabine de Exibição
-
Olhar de Cinema: Nardjes A.
-
Olhar de Cinema: Nasir
-
Olhar de Cinema: No Salão Jolie (Rosine Mbakam)
-
Olhar de Cinema: O Ano do Descobrimento
-
Olhar de Cinema: O Protetor do Irmão (Ferit Karahan)
-
Olhar de Cinema: O Que Resta / Revisitado
-
Olhar de Cinema: O Sonho do Inútil (José Marques de Carvalho Jr.)
-
Olhar de Cinema: Para Onde Voam as Feiticeiras
-
Olhar de Cinema: Por Trás da Linha de Tijolos Vermelhos
-
Olhar de Cinema: Quem Tem Medo de Ideologia?
-
Olhar de Cinema: Responsabilidade Empresarial
-
Olhar de Cinema: Sonhos de Damasco (Emilie Serri)
-
Olhar de Cinema: Soy Libre
-
Olhar de Cinema: Traverser (Após a Travessia)
-
Olhar de Cinema: Trouble
-
Olhar de Cinema: Um Céu Tão Nublado (Álvaro F. Pulpeiro)
-
Olhar de Cinema: Um Filme Dramático
-
Olhar de Cinema: Uma Noite de Inverno (Jang Woo-jin)
-
Olhar de Cinema: Vaga Carne (Ricardo Alves Jr. e Grace Passô)
-
Olhar de Cinema: Victoria
-
Olhar de Cinema: Virar Mar (Philipp Hartmann, Danilo Carvalho)
-
Olhar de Cinema: Zinder (Aïcha Macky)
-
Onde Sonham as Formigas Verdes (Werner Herzog, 1984)
-
Ontem Havia Coisas Estranhas no Céu (Bruno Risas, 2019)
-
Orlando, minha biografia política (Paul B. Preciado, 2023)
-
OS DEUSES DA CIDADE
-
Os Escravos de Jó (Rosemberg Cariry, 2020)
-
Os Monstros (Guto Parente, Luiz Pretti, Pedro Diógenes e Ricardo Pretti, 2011)
-
Os Oito Odiados (Quentin Tarantino, 2015)
-
Os Primeiros Soldados, de Rodrigo de Oliveira: Os deuses que chegam para morrer
-
OUVIR UM FILME
P
-
Pai e Filhos (Wang Bing, 2015)
-
Paisagens de um país onde realismo é aventura – o mundo desvanecido de Vittorio de Seta
-
PALAVRAS AO VENTO: LUCÍA SELES E CHARLES ROXBURGH NA CONSTRUÇÃO DO COTIDIANO
-
Palimpsesto (André di Franco e Felipe Cañedo, 2024)
-
Panorama (Alexandre Wahrhaftig, 2022)
-
PARA AQUILO QUE SOBREVIVE
-
Paranoia & Solidariedade: O Cinema de Jaume Collet-Serra
-
Paris Nos Pertence
-
Parque Oeste (Fabiana Assis, 2018)
-
Passeio com os curtas do Olhar de Cinema
-
Pina (Wim Wenders, 2011)
-
Planeta dos Macacos: A Origem (Rupert Wyatt, 2011)
-
Plano de metamorfoses (ou o equívoco de nossa nostalgia)
-
PLATAMAMA (2018) – Alice Riff
-
Pode até ser que isto seja um grito
-
Poeta (Darezhan Omirbayev, 2022)
-
Point and Shoot: Peeping Tom
-
POR MAIS UMA DEFESA DO ROUBO NO CINEMA
-
Por um cinema falado
-
Pra Frente, Brasil (Roberto Farias, 1982)
-
Protocolos (Os animais mais fofos e engraçados do mundo, Renato Sircilli, 2023)
R
-
Rastros e Palavras: O Canto das Amapolas (2023, Paula Gaitán)
-
Recusa aos monumentos: conversa entre João Paulo Campos, Amanda Devulsky, Pedro B. Garcia e Luisa Marques sobre Vermelho Bruto, 2022.
-
Reflexões corridas sobre representações do bicho
-
Regra 34 (Julia Murat, 2022)
-
RENASCIMENTO EM TEXTURAS E LUZES
-
Ressonâncias e (Não)Escutas: Sementes: mulheres pretas no poder (Éthel Oliveira e Júlia Mariano, 2020) e #eagoraoque (Jean-Claude Bernardet e Rubens Rewald, 2020)
-
Revisitando “Caixa Preta” (Bernardo Oliveira e Saskia, 2022)
-
Rewind & Play (Alain Gomis, 2022)
-
Rio, 360 Graus (Rio Babilônia, Neville D’Almeida, 1982)
-
Rir é o Melhor Remédio (Pierre Étaix, 1966)
-
ROUBANDO FILMES PARA SI
-
Rua Secreta (Vivian Qu, 2013)
-
Ruptura (Pierre Étaix, 1961)
-
RUÍDO E SILÊNCIO – NEAR DEATH (Frederick Wiseman)
S
-
Saindo de férias durante o apocalipse: Mad Max e o negacionismo
-
SAINT JOAN (Otto Preminger, 1957)
-
SE APROPRIAR DO DESEJO OU A MÉTRICA DAS IMAGENS
-
SEGREDOS DE UM ESCÂNDALO (May December, Todd Haynes, 2023)
-
Seguindo Todos os Protocolos (Fábio Leal, 2022)
-
Seis parágrafos sobre cinco curtas
-
SEJA PADRINHO
-
Seleção comentada: Filmes sobre cinema
-
Sem Amanhã (Max Ophüls, 1940)
-
Sem Sol: Via Dupla
-
Sequizágua (Maurício Rezende, 2020)
-
Sertânia (Geraldo Sarno, 2019)
-
SESSÃO CURTAS PANORAMA – DIA 3
-
Sessão Bruta (2021) de As Talavistas e ela.ltda
-
Seus Ossos e Seus Olhos (Caetano Gotardo, 2019)
-
Shyamalan e a iminência
-
SILÊNCIO – É PRECISO QUE OS MORTOS FALEM
-
Sinais de Vida (Werner Herzog, 1968)
-
Singularidades de uma assassina loura: Anna (Luc Besson, 2019)
-
Sinos do Abismo (Werner Herzog, 1993)
-
SLOW CINEMA
-
Sniper Americano (Clint Eastwood, 2014)
-
Sob o Sol de Satã (Maurice Pialat, 1987)
-
Sobre o abismo e outros vértices
-
Sofá (Bruno Safadi, 2019)
-
Steve Jobs (Danny Boyle, 2015)
-
Stroszek (Werner Herzog, 1977)
-
Stuart Gordon: Fetiche, Caos e Metamorfose
-
Super 8 (J. J. Abrams, 2011)
-
Superman II e III: filmes de autor ou de super-heróis?
-
SUSPIRIA (Luca Guadagino, 2018)
-
Suçuarana (Clarissa Campolina e Sérgio Borges, 2024)
-
Só os lokos sabem: a noturna de Belo Horizonte (As linhas da minha mão, João Dumans, 2023)
T
-
Também os Anões Começaram Pequenos (Werner Herzog, 1970)
-
Tangerina (Sean Baker, 2015)
-
TAQUICRAFIA ESPIRITUAL: A PALAVRA CARTORIAL DE KAFKA TRANSCRITA PELO CINEMA BURLESCO DE STRAUB E HUILLET EM “RELAÇÕES DE CLASSE”
-
Tempo, de M. Night Shyamalan: O tempo do Fim
-
Tenet (Christopher Nolan, 2020)
-
Terra de Leite e Mel (Pierre Étaix, 1971)
-
Terra do Silêncio e da Escuridão (Werner Herzog, 1971)
-
Terra Prometida (Gus Van Sant, 2012)
-
Tetsuo e o Niilismo Revolucionário
-
THE BROWN BUNNY OU AS FLORES NA ESTRADA
-
The Connection (Shirley Clarke, 1962)
-
The Dark Glow of the Mountains (Werner Herzog, 1985)
-
The Flying Doctors of East Africa (Werner Herzog, 1969)
-
The Transformation of the World into Music (Werner Herzog, 1996)
-
The Uprising (Peter Snowdon, 2013)
-
Thom Andersen – Cinefilia Idealista
-
Tia Virgínia (Fabio Meira, 2023)
-
Toda história de amor pelo cinema é também uma história de fantasma (ou sobre minha experiência com Contos da lua vaga)
-
Todas as Noites (Eugène Green, 2001)
-
Top Girl ou a Deformação Profissional (Tatjana Turanskyj, 2014)
-
Tourneur e a rarefação do horror
-
Tragam-me a Cabeça de Carmen M. – Entrevista com Felipe Bragança e Catarina Wallenstein
-
Trem fantasma: João Paulo Campos conversa com Bernardo Oliveira e Saskia sobre Caixa Preta, 2022.
-
Tremor Iê (Elena Meirelles, Lívia de Paiva, 2019)
-
Trágicas (Aida Marques, 2019)
-
TUDO NO MUNDO AFRICANO É MACUMBA – ENTREVISTA COM RAQUEL GERBER
-
Tudo Pelo Poder (George Clooney, 2011)
-
Tú me abrasas: uma conversa com Matías Piñeiro
U
-
Ukamau e Sangue do Condor – A nação clandestina de Jorge Sanjinés
-
Um Amor a Cada Esquina (Peter Bogdanovich, 2015)
-
Um carro roubado, um filme perdido: Keep It for Yourself e a Nova York de Claire Denis
-
Um Dia na Vida (Eduardo Coutinho, 2010)
-
Um Filme de Verão (Jô Serfaty, 2019)
-
Um homem é uma câmera
-
Um Lobisomem na Amazônia (Ivan Cardoso, 2005)
-
Um lugar ideal para fantasmas-banana
-
Um Método Perigoso (David Cronenberg, 2011)
-
Um outro destino para o tempo em O sacrifício, de Tarkovski
-
Um passeio sobre as cenas de caça no ambiente francês
-
Um Quixote Sem Mancha (Miguel M. Delgado, 1969)
-
Um salto para o homem: Mission to Mars e a jornada científica do herói
-
Uma carta ao Manoel
-
Uma espécie de computador – Notas sobre técnica e estilo no Cinema
-
UMA TRAGÉDIA BRASILEIRA (MUGUNZÁ, 2022)
-
Últimas Conversas (Eduardo Coutinho, 2015)
V
-
Vaga Carne: o corpo (r)existe
-
Valente (Mark Andrews, Brenda Chapman e Steve Purcell, 2012)
-
Valerie e sua semana de deslumbramentos: para se perder em uma fábula
-
Valsa Brilhante de Chopin (Max Ophüls, 1936)
-
Vendredi soir (Claire Denis, 2002)
-
Vermelha (Getúlio Ribeiro, 2019)
-
VIDAS DUPLAS (Olivier Assayas, 2018)
-
Video-ensaio: Luz nos Trópicos de Paula Gaitán
-
Video: O QUE É SLOW CINEMA?
-
Vigilância e ruído em Hacked Circuit (2014) de Deborah Stratman
-
Violeta Foi para o Céu (Andrés Wood, 2011)
-
VISÕES ONÍRICAS E PERCEPÇÕES DO ERÓTICO EM FUSES (Carolee Shneemann, 1967)
-
VOCÊ QUE ESCOLHA O TEU CAMINHO NA ENCRUZILHADA
-
Vocês ainda não viram nada! (Alain Resnais, 2012)
-
Vulcão (Rúnar Rúnarsson, 2011)
-
Vulgarismo e prestígio – Alguns precedentes e considerações
-
Vício Frenético (Werner Herzog, 2009)