Todas as publicações recentes
Amores de Perdição: Schroeter e Oliveira
Na abertura de Der Rosenkönig (1986), ouve-se a voz de Magdalena Montezuma dizendo: “quando duas crianças se beijam antes de
João César Monteiro sobre Aurora, de F. W. Murnau
Publicado em O Tempo e o Modo, nº27, Maio de 1965. Transcrito do catálogo “João César Monteiro”, organizado por João
Vozes sobreviventes: amor apesar dos campos de concentração em Phoenix, de Christian Petzold
Phoenix (2014) é um dos filmes que compõem a trilogia de Christian Petzold chamada “Amor em tempos de sistemas opressivos”,
Corpo, desejo e morte: Para sempre mulher, de Kinuyo Tanaka
Para Sempre Mulher (1955), terceiro filme dirigido por Kinuyo Tanaka, consolida no interior de uma indústria japonesa majoritariamente masculina uma
De Ophuls a Vecchiali: Variações do imaginário melodramático
“Amantes, a vós, bastados um no outro,eu pergunto por nós. Agarrais-vos. Tendes provas?”(Rainer Maria Rilke, “Segunda Elegia”, Elegias de Duíno)
Valerio Zurlini e a fragilidade do mundo
Será preciso, antes de tudo, comentar as razões vagueantes que inervam a abertura de A primeira noite de tranquilidade. Vaga
Miguel Marías: O melodrama – refúgio de românticos
Tradução do ensaio de Miguel Marías publicado originalmente no nº 2 de Nickel Odeon (primavera de 1996). ___ PROCURA TEU
Filmar o Oculto – Entrevista com Eugène Green
Como bem refletido pelo texto de Miguel Marías traduzido nesta edição, a presença de Eugène Green aqui não deve ser
Um cinema dentro da cabeça: imaginário e ficção melodramática em Días de Otoño, de Roberto Gavaldón
Após a morte da tia com quem viveu por muitos anos, Luisa deixa sua cidade natal no interior do país
Melodramas de cinema: Two Weeks in Another Town, de Vincente Minnelli
Em certo nível, A Cidade dos Desiludidos (Two Weeks in Another Town, 1962) é sobre a redenção de uma personalidade
Sangue do meu sangue, de João Canijo: Melodrama e naturalismo ou Era uma vez um filme punk à beira do caminho
Os gregos chamavam Hybris a força pática que extrapola todos os limites, e limites para os gregos eram coisa séria
A Alma da Casa: A Casa Assassinada, de Paulo César Saraceni
Uma mulher está morta, deitada sobre a mesa da sala, sem caixão, sem sapatos, sem qualquer luxo. É velada unicamente
A insubmissão de Maria Braun, um melodrama entre os escombros e a prostituição
O cinema de Rainer Werner Fassbinder forja-se a partir de uma tensão permanente entre a ruína e o desejo de
Imagens ao Vento: a saudade e o desejo no melodrama contemporâneo
Dois filmes portugueses, em 2022, redimensionaram as possibilidades melodramáticas no cinema, inclusive a partir de seu contexto de realização, pois
Editorial: Melodrama
Poucas formas narrativas são tão persistentes no cinema e, ao mesmo tempo, tão contestadas quanto o melodrama. Herdado do teatro
Crítica: O AGENTE SECRETO (Kleber Mendonça Filho, 2025)
por Rodrigo de Abreu Pinto Estamos em 1977. Marcelo (Wagner Moura) retorna à sua cidade natal, Recife, onde está o
EDITORIAL: CINEMA E BANDIDAGEM
por João Campos Ali havia assassinos por acaso e assassinos por ofício, bandidos e chefes de bandos. Havia simples ladrões
CULTUAR A DEUS COM RITOS DO DIABO
POR CHICO TORRES Eu junto meus cangaceiros E grito à rapaziada Defunto é minha lavoura Este rifle é minha enxada
BANG BANG: A PARTE DO LEÃO
por Luiz Soares Jr. Um slapstick chanchádico como Bang Bang é a ideal plataforma para digressões humorísticas e sinistramente paranoicas
EM MARTÍRIO, LEVEI MINHAS MÃOS AO ROSTO: MASCULINIDADE E CRIMINALIDADE EM ACCATTONE, DE PIER PAOLO PASOLINI
Por Felipe Fiedler Há algo no gesto ritualístico da culpa, que nos faz esconder nossa face diante da vergonha de


















