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LAVAR, PASSAR, MATAR
Por Waleska Antunes Em 1975, Martha Rosler faz Semiotics of the Kitchen, um filme que consiste em um abecedário sobre
NAS ENTRANHAS DA BANDIDAGEM: WILSINHO GALILÉIA (João Batista de Andrade, 1978)
POR GUILHERME GIROTO No dia 11 de agosto de 1978, Wilson Pereira dos Santos é fuzilado pela polícia. Os “caras”
POR MAIS UMA DEFESA DO ROUBO NO CINEMA
por Lucas Honorato No texto Da nocividade da linguagem cinematográfica, de sua inutilidade, bem como dos meios de lutar contra
ESTA MANHÃ, ÀS 10 HORAS NO CONHECIDO BORDEL…”AMOR E ANARQUIA” (Lina Wertmüller, 1973)
por Carolina Azevedo Esta manhã, às 10 horas, na via dei Fiori, no conhecido bordel… O bordel, velho conhecido da
BATEM À PORTA: CÂMARA ESCURA (Marcelo Pedroso, 2011)
por Renan Eduardo A primeira sequência de Câmara Escura (Marcelo Pedroso, 2011) é reveladora de seu todo. O fragmento de
BANDIDAGENS QUEER NO CINEMA CONTEMPORÂNEO
por Renato Trevizano dos Santos Há no cinema mundial uma tradição em torno das narrativas de personagens marginais, párias, criminosas.
NO INFERNO COM O CAPETA
Por Rubens Fabrício Anzolin Há um episódio específico de The Shield (2002 – 2008) que concatena aquilo que de melhor
EU NÃO SEI: TENHO MEDO – ENTREVISTA COM DÁCIA IBIAPINA
por João Campos Nesta entrevista originalmente publicada na revista Zagaia, mergulhamos na trajetória de Dácia Ibiapina, cineasta, educadora e uma
BANDITISMO E LEGITIMIDADE NA FRONTEIRA (EM TERROR IN A TEXAS TOWN E OUTROS FAROESTES)
por Bernardo Moraes Chacur A principal fronteira do banditismo não é jurídica. Há um arquétipo nos faroestes: o ex-marginal que,
ROUBANDO FILMES PARA SI
por Pedro Tavares Uma gama considerável de estudiosos se debruçaram sobre a relação do discurso, poder e valor, indo de
ANARCA FILMES E CHORUMEX: BANDIDAGEM CIBORGUE
por Fábio de Carvalho Penido ANARCA FILMES As primeiras imagens de Waleska Molotov (Amanda Seraphico, 2017) são tomadas em direção
BANDOLEIRAS DO SOL NASCENTE: MATO SECO EM CHAMAS (ADIRLEY QUEIRÓS E JOANA PIMENTA, 2022)
Por João Campos E os presidiários são grandes sonhadores. Fiódor Dostoiévski em “Escritos da casa morta”. Primeiro há o som
BANDIDAGEM NO CINEMA BRASILEIRO MODERNO
por Rodrigo de Abreu Pinto Quem é um “bandido”? A pergunta é difícil, afinal, a resposta é ampla. É o
O Sétimo Código (Kiyoshi Kurosawa, 2013)
por João Lucas Pedrosa Apesar da tradução internacional de Sebunsu Kodo para “Sétimo Código” (Seventh Code em inglês), ao jogar
As muitas mortes de Antônio Parreiras (Lucas Parente, 2025)
Rir da morte João Paulo Campos As muitas mortes de Antônio Parreiras (Lucas Parente, 2025) aborda de maneira heterodoxa a
Deuses da Peste (Gabriela Luíza e Tiago Mata Machado, 2025)
Teatro da tirania Por João Paulo Campos Deuses da peste aborda o universo do bolsonarismo desde um encontro assustador entre
Confluências (Dácia Ibiapina, 2024)
Etnografia da amizade João Paulo Campos Confluências parte do encontro de Dácia Ibiapina com Antônio Bispo dos Santos, o Nego
Enquanto o Céu Não Me Espera (Christiane Garcia, 2024)
A vida entre espelhos Bem diferente das imagens comuns de uma Amazônia verde e em certo estado de dádiva ou
Mar de Dentro (Lia Letícia, 2024), Confluências (Dácia Ibiapina, 2024) e Yõg Ãtak: Meu pai, Kaiowá (Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luísa Lanna, 2024)
Mostra Competitiva Nacional, noite de 03 de dezembro. Por Geo Abreu As sessões da Mostra Competitiva do Festival de Brasília
Palimpsesto (André di Franco e Felipe Cañedo, 2024)
“O fogo comeu Luzia” Por Geo Abreu Uma aflição possível do acadêmico que também é cineasta passa pelas dúvidas sobre



















