Recentes

Todas as publicações recentes

Carta de uma Desconhecida (Max Ophüls, 1948)

·
Anos atrás, estive num debate com o crítico de cinema e cineasta Eduardo Valente, a respeito do lançamento de seu

Coração Prisioneiro (Max Ophüls, 1949)

·
Lançados em 1949, Coração Prisioneiro e Na Teia do Destino representam o réquiem de Ophüls na América. E também uma

Na Teia do Destino (Max Ophüls, 1949)

·
Na Teia do Destino é um furtivo jogo de cena entre entes que, como bem notou Ophüls, movem-se com mais

A Ronda (Max Ophüls, 1950)

·
Por Ranieri Brandão A prova cabal do movimento e do modo de olhar no cinema de Max Ophüls é aquele

Desejos Proibidos (Max Ophüls, 1953)

·
Por Daniel Dalpizzolo Madame de… é a protagonista de Desejos Proibidos, Louise, à qual o filme também deve seu título

Lola Montès (Max Ophüls, 1955)

·
Por Thiago Macêdo Correia Em um dos atos de rememoração praticados ao longo de Lola Montès, a lembrança de um

A Nova Hollywood em 25 filmes

·
Por Daniel Dalpizzolo e Vlademir Lazo Mapear um período tão rico da cinematografia norte-americana como o da Nova Hollywood foi

Meia-noite em Paris (Woody Allen, 2011)

·
Clichê. Uma das palavras chaves para entender a relação entre a narrativa e as imagens na cinematografia de Woody Allen

Lola (Brillante Mendoza, 2009)

·
No modelo de sociedade em que vivemos, seja no país que for, talvez não exista item de sobrevivência mais importante

Super 8 (J. J. Abrams, 2011)

·
A pulsão lúdica do matinê spielberiano combinada ao paradigma mistério-espetáculo de J. J. Abrams faz de Super 8 um filme

A Árvore da Vida (Terrence Malick, 2011)

·
Assim como o livro de Jó, de onde tira sua epígrafe, A Árvore da Vida se volta para a perplexidade

O Corte da Navalha (Russell Mulcahy, 1984)

·
Em poucas palavras: é sobre um javali gigante solto no deserto australiano. Só isso já gera uma série de expectativas

Além da Vida (Clint Eastwood, 2010)

·
A morte circunda o cinema de Clint Eastwood. Ela ronda como uma assombração os personagens de muitos dos trabalhos que

Copacabana Mon Amour (Rogério Sganzerla, 1970)

·
Para início de conversa, uma cena retumbante: Copacabana como microuniverso do mundo-Brasil, todas as cores e contradições banhadas a um