Todas as publicações recentes
A revolta das opacidades, ou o pop e a ultraviolência na virada do milênio japonês
por João Lucas Pedrosa Perfect Blue mostra pela primeira vez o rosto de sua protagonista por volta de 2min40s
Entrevista: Luiz Pretti
Por Pedro Tavares Junho, 2020. Pouco mais de dez anos do prêmio dado para Estrada Para Ythaca na Mostra Aurora
Crônica de uma Criança Solitária: A balada de Leonardo Favio
Por Daniel Dalpizzolo Entre cigarros, bofetadas e castigos, um grupo de garotos atravessa os dias em um reformatório na Argentina.
O complô dos inocentes — notas irresponsáveis sobre a criança no cinema
por Bernardo Oliveira 1. As representações da criança no cinema resultam de diversas concepções científicas e correntes relativas à educação
A lei dos depravados
Por João Pedro Faro Entre 1966 e 1973, os cineastas japoneses Koji Wakamatsu e Masao Adachi colaboraram em mais de
Entrevista com Hernani Heffner: Parte 3 – Fim de um século, início de outro
Por Fabian Cantieri[1] e Thiago Brito[2] Fabian: Você fala desse poder da obra de arte. E eu queria voltar a
Entrevista com Hernani Heffner: Parte 2 – Compreender o novo momento
Por Fabian Cantieri[1] e Thiago Brito[2] Thiago: Uma ação como essa de “fechar a cinemateca” é basicamente um “vamos apagar
Entrevista com Hernani Heffner: Parte I – O Estado das Coisas
Por Fabian Cantieri[1] e Thiago Brito[2] Mais uma vez, eu e Thiago fomos encontrar o Hernani, conservador chefe da cinemateca
Nós (Us, Jordan Peele, 2019): apocalipse subterrâneo
Por Kênia Freitas No conto “Aqueles Que Se Afastam de Omelas”, Ursula Le Guin descreve uma cidade paradisíaca e feliz:
Pode até ser que isto seja um grito
Por Lucas Saturnino Contes de juillet (Guillaume Brac, 2017) “Como imaginar o porvir em um país sem futuro?” (Jean-Pierre Bekolo,
Circuitos ao vento: a solidão no fim do mundo de Kairo (2001), de Kiyoshi Kurosawa
Por Diogo Serafim Eu me sinto sozinho às vezes. Mesmo quando rodeado por pessoas que amo, mesmo quando cercado por
O Sertão como meio e o Sertão como fim
Por João Lucas Pedrosa O “Apocalipse”, último livro das Sagradas Escrituras, já tornado conhecimento geral, transcreve as revelações (raiz etimológica
Há um olho que me observa
Por Felipe Leal Instigados pelo ruído grandioso, temático, que certas palavras podem suscitar a despeito de seus tamanhos ou complexidades
Godzilla ontem e hoje
Por Flavio C. von Sperling Seria frágil uma análise de Godzilla (Gojira, 1954, Ishirô Honda) que não levasse em conta
A festa do fim do mundo e sua nostalgia sexual em Estranhos Prazeres
Por Gabriel Papaléo “Há uma batida de ritmo de selva embaixo de mim; o som de cassetetes batendo em escudos
Entre templos e ruínas: fim do mundo e continuidade do cosmos
Por Luís Flores Bato à porta da pedra. – Sou eu, me deixa entrar. – Não tenho porta – diz
Um outro destino para o tempo em O sacrifício, de Tarkovski
Por Chico Torres “Através da imagem mantém-se uma consciência do infinito: o eterno dentro do finito, o espiritual no interior
Saindo de férias durante o apocalipse: Mad Max e o negacionismo
Por Bernardo Moraes Chacur Em S/Z, Barthes defende que uma das características do texto clássico é a especificação crescente, em
À beira do abismo: Miracle Mile, de Steve De Jarnatt
Por João Pedro Faro “Seria esse o objetivo do armagedom? Terminar com ambiguidades, acabar com qualquer dúvida.” – Ruído Branco,
O céu é uma massa horrenda de videocassetes rodopiantes e videogames Magnavox
Por Natália Reis And those who expected lightning and thunder Are disappointed. And those who expected signs and archangels’ trumps



















