Todas as publicações recentes
O apocalipse filmo eu: Sogobi, de James Benning
Por Pedro Tavares Narrador não-epistolar do cinema experimental e dos filmes-ensaio, James Benning é o que Walter Benjamin chama de
Artifício apocalíptico: alegoria e corpo em Medo do escuro
Por Camila Vieira O primeiro plano de Medo do escuro (2015), de Ivo Lopes Araújo, apresenta em contra plongée dois
Shyamalan e a iminência
Por Bernardo Oliveira I. (tomorrow is the question) Os alienígenas em Twin Peaks — The Return estão bolados: demonstram preocupação
O mundo é o culpado: O oficial e o espião (Roman Polanski, 2019)
Por João Pedro Faro Não há mediações possíveis na cena que abre O oficial e o espião (2019, Roman Polanski).
Eu ainda acredito em seus olhos: Joias Brutas
Por João Pedro Faro (…) que apagaram em imensos cinemas sórdidos, foram transportados em sonhos, acordaram numa Manhattan inesperada e
Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (Cathy Yan, 2020)
Por Pedro Tavares Suprir representações de padrões sociais é um código bastante utilizado em narrativas fantásticas e, no universo particular
Entrevista: Affonso Uchôa
Por João Pedro Faro O cineasta mineiro Affonso Uchôa teve seu nome nos créditos de três produções selecionadas na 23ª
Canto dos Ossos (Jorge Polo e Petrus de Bairros, 2020)
Por João Pedro Faro Entre o vampirismo como manutenção de um poder vigente e como puro hedonismo, Canto dos Ossos
Cabeça de Nêgo (Déo Cardoso, 2020)
Por João Pedro Faro Uma alternativa para o cinema jovem brasileiro está em Cabeça de Nêgo, de Déo Cardoso. É
Mascarados (Henrique e Marcela Borela, 2020)
Por João Pedro Faro Uma primeira diferenciação possível entre Mascarados, nova longa de Henrique e Marcela Borela, e outros trabalhos
Cadê Edson? (Dácia Ibiapina, 2020)
Por João Pedro Faro Em dado momento da cerimônia de abertura da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes, quando convocavam
Ontem Havia Coisas Estranhas no Céu (Bruno Risas, 2019)
Por João Pedro Faro Desde o princípio de sua imagem, o disco voador surge como interrupção de um estado de
Sequizágua (Maurício Rezende, 2020)
Por João Pedro Faro A distância entre a encenação e o registro documental sempre foi muito pequena. O modelo de
Até o Fim (Ary Rosa e Glenda Nicácio, 2020)
Por João Pedro Faro Com grandes momentos pontuais, os limites do atual cinema de afeto brasileiro estão expostos em Até
Sertânia (Geraldo Sarno, 2019)
Por João Pedro Faro Geraldo Sarno está entre os nomes deixados de lado pelo cânone do cinema brasileiro. Dentre longas
Sofá (Bruno Safadi, 2019)
Por João Pedro Faro Não é grande elogio dizer que determinada obra é “sobre o nosso momento”. Muito mais interessante
O Lodo (Helvécio Ratton, 2020)
Por João Pedro Faro Um despertador toca, fade in. Vemos um homem de meia-idade acordar, emburrado, seguindo para sua rotina
Os Escravos de Jó (Rosemberg Cariry, 2020)
Por João Pedro Faro O último filme de Rosemberg Cariry exibe um fenômeno cinematográfico bem específico: um clima cansado e
JEAN COCTEAU SE DIRIGE AOS ANOS 2020
Por Bárbara Bergamaschi Jean Cocteau previa que, nos anos 2000, os jovens artistas não estariam sentados e muito menos
Até explodirem os pulmões
Por Felipe Leal No labor da conversa infestada de uma práxis do discordante intra-, entre- e além- dos planos de



















