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EDITORIAL: COMO ENGANAR A MORTE
Por Arthur Tuoto Quando André Bazin afirmou que “o cinema ainda não foi inventado”, o crítico francês sentenciava no horizonte
NOTAS SOBRE O NOVO ESPECTADOR
Por Jean-Louis Comolli (Cahiers Du Cinéma – Abril de 1966) Traduzido por Felipe Leal Um dos objetos da filmografia tanto
AS GRAÇAS E DESGRAÇAS DO OLHO CEGO
Por Felipe Leal Me diverti imensamente – ao contrário dos rumores! – (João César Monteiro, 2000) (À exceção de
NÃO DEIXE O CLÁSSICO MORRER
Por Yuri Deliberalli Se a morte do cinema é anunciada desde que os tempos são tempos, a morte do classicismo
A RESSACA DO MILÊNIO
Por João Pedro Faro Havia algo de paranoico em toda tendência cinematográfica no fim dos anos 90. Isso tanto em
CORPOS E MAIS CORPOS
Por Pedro Tavares Para Bazin, a história do cinema tem como horizonte o desaparecimento do cinema. Até lá, essa história
ENTREVISTA: EDGARD NAVARRO
Por Pedro Tavares Premiado no último Fest Aruanda, incluindo o prêmio de melhor filme pelo júri da crítica, Abaixo a
(Re)encontros de família: indefinição e redefinição da narrativa familiar em Zemeckis, Romero e Resnais.
Por Bernardo Moraes Chacur Quatro ideias prontas: Filmes americanos possuem alta carga ideológica. Filmes americanos são ingênuos, logo simples. Um
O direito do mais forte
Por João Pedro Faro Na abertura de Querelle, enquanto soldados armados num pôr-do-sol teatral observam marinheiros trabalhando, o narrador já
Encontro-Gênero
Por Felipe Leal “Quanto mais ele gosta de você, mais malvado será” Como terminologia inserida no campo orbitacional do Cinema,
O ENCONTRO DO CINEMA COM SEU ONIRISMO
PANDORA, OU A CHAVE DOS SONHOS Texto traduzido da sexta edição (out-nov) dos Cahiers du Cinéma, 1951. Nós não podemos
O encontro pelo erotismo: desejo e pulsão de morte no cinema contemporâneo
Por Camila Vieira “Digamos, sem esperar mais, que a violência e a morte que ela significa possuem um duplo sentido:
Cinema(s): Dennis Hopper e James Benning em Easy Rider
Por Pedro Tavares “Você não precisa procurar por novas imagens, imagens jamais vistas, você deve utilizar as já existentes de
Eu Não Sou Seu Negro: encontros e confrontos pelo cinema
Por Kênia Freitas No documentário “Eu Não Sou Seu Negro” (I Am Not Your Negro, 2016) o diretor Raoul Peck
A CRENÇA NA MATÉRIA
Por Yuri Deliberalli A religiosidade como um ponto de encontro da matéria, da presença física e da espiritualidade é um
Introdução ao Cinema Vulgar
Por Pedro Tavares No livro A Short History of Cahiers du Cinéma, a crítica, autora e roteirista Emilie Bickerton lembra
Vulgarismo e prestígio – Alguns precedentes e considerações
Por Bernardo Moraes Chacur Discussões sobre o vulgar auterism costumam orbitar em torno do segundo elemento da expressão – isto
Paranoia & Solidariedade: O Cinema de Jaume Collet-Serra
Por Bruno Amato Reame O que significa hoje em dia no cinema americano ser um cineasta de gênero, mas de
Destruir, Reconstruir – Resident Evil: Retribution (2012)
Por Arthur Tuoto O espaço da cena, no cinema de Paul W.S. Anderson, é um espaço de controle. Desde filmes
Mistérios ao Vento: Fim dos Tempos (M.Night Shyamalan, 2008)
Por Álvaro André Zeini Cruz Mais que qualquer outro elemento filmável, o vento é aquilo que injeta na imagem



















