Autor: Arthur Tuoto
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23ª Mostra de Cinema de Tiradentes
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Textos por João Pedro Faro OS ESCRAVOS DE JÓ (Rosemberg Cariry) O LODO (Helvécio Ratton) SOFÁ (Bruno Safadi) SERTÂNIA (Geraldo Sarno) ATÉ O FIM (Ary Rosa e Glenda Nicácio) SEQUIZÁGUA (Maurício Rezende) ONTEM HAVIA COISAS ESTRANHAS NO CÉU (Bruno Risas) CADÊ EDSON? (Dácia Ibiapina) MASCARADOS (Marcela e Henrique Borela) CABEÇA…
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A Meretriz-Ciborgue de Daehak-ro: Os Limites da Violência Ética e a Exigência do Não Cegado
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Por Diogo Serafim Esse dualismo estruturou a disputa entre o materialismo e o idealismo, a qual foi resolvida por um rebento dialético que foi chamado, dependendo do gosto, de espírito ou de história. Mas, basicamente, nessa perspectiva, as máquinas não eram vistas como tendo movimento próprio, como se autoconstruindo,…
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Festival do Rio: Cobertura – Parte #2
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Seguindo com a cobertura do Festival do Rio. Comentários sobre mais um bloco de filmes da programação: Por Pedro Tavares Seu Rosto (Ni de Lian, Tsai Ming-Liang, 2018) À primeira vista parece um contraponto à filmografia de Tsai Ming-Liang no que diz respeito à concepção de quadros. Mas o que…
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CURAR O REAL PELO MÍSTICO – OS FILMES DE SERGIO SILVA E JOÃO MARCOS ALMEIDA
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Por Arthur Tuoto “A sobrevivência do cinema está hoje na capacidade do jogo que ele pode criar no interior de um sentimento geral de saturação em relação às imagens.” Serge Daney . Os curtas-metragens de Sergio Silva e João Marcos de Almeida não são meros trabalhos de reverência. É…
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TITANIC (1997) – UM IDEAL NEOCLÁSSICO VINTE ANOS DEPOIS
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Por Arthur Tuoto “Memória espectral, o cinema é um luto magnífico, um trabalho de luto magnificado. E ele está pronto a se deixar impressionar por todas as memórias enlutadas, isto é, pelos momentos trágicos ou épicos da história. São então esses enlutamentos sucessivos, ligados à história e ao cinema, que,…
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Festival de Brasília: Música Para Quando as Luzes se Apagam / Vazante
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De sensorialidades e narrativas Por Camila Vieira Não deixa de ser curioso o longa-metragem gaúcho Música Para Quando as Luzes se Apagam (2017) estar classificado como documentário em sua ficha técnica. Se é possível absorver uma vontade evidente de aproximação com o real pela materialidade indicial dos vestígios cotidianos nas…
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Destruir, Reconstruir – Resident Evil: Retribution (2012)
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Por Arthur Tuoto O espaço da cena, no cinema de Paul W.S. Anderson, é um espaço de controle. Desde filmes como “Shopping” (1994) e “Event Horizon” (1997) é possível reconhecer o estúdio como uma espécie de zona mística de regras próprias. A Londres distópica submissa a uma ordem urbana de…
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Thom Andersen – Cinefilia Idealista
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Por Arthur Tuoto Se hoje o filme ensaio é uma das modalidades cinematográficos mais em voga, seja por uma certa seara subjetiva do documentário contemporâneo ou pela popularização online de análises audiovisuais com trabalhos como os de Tony Zhou ou os produzidos pelo portal Fandor, o gênero definitivamente encontra um…
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Carol (Todd Haynes, 2015)
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Por Arthur Tuoto Carol é, acima de tudo, uma obra de reverência. Um filme que poderia soar como um simples exercício de mediação (a atualização sirkiana de Far from Heaven via uma atualização formal de Brief Encounter), mas que se transforma em um ritual de renovação, um ritual de gestos, sons…
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Os Oito Odiados (Quentin Tarantino, 2015)
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Por Arthur Tuoto É inegável que os últimos filmes de Quentin Tarantino retratam muito bem uma contextualização política e racial das mais interessantes e provocativas. O deslocamento caricato de uma circunstância em prol da bruta evidência da opressão, uma abordagem pulp problematizadora que sabe muito bem reconhecer alguns signos históricos…
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Steve Jobs (Danny Boyle, 2015)
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Por Arthur Tuoto Steve Jobs é um filme brega, um filme acima do tom, um filme teatral não no sentido de honrar uma certa sacralização do texto, mas teatral no sentido de se deixar levar por todo um histrionismo de gestos, palavras e andanças. E talvez a subversão indireta de…
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Top Girl ou a Deformação Profissional (Tatjana Turanskyj, 2014)
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Por Arthur Tuoto Top Girl ou a Deformação Profissional é um filme muito mais sobre os entornos de uma certa política do mercado do sexo do que exatamente um trabalho que se debruça sobre o ato sexual em si. Se o filme de Tatjana Turanskyj remete, em algum sentindo, a…
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Blackhat (Michael Mann, 2015)
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Por Arthur Tuoto A tônica política do cinema de Michael Mann está quase sempre diretamente ligada a uma subversão do espaço e a uma redefinição de um senso de propriedade, a um desprezo muito evidente pela institucionalização domesticável do indivíduo frente um estado totalizador por natureza. Se Thief (1981) invoca…

