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CAMOCIM (Quentin Delaroche, 2017)

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Por Pedro Tavares Como uma grande jornada de coadjuvantes, oposto a boa parte dos filmes da 21ª Mostra de Cinema

PLATAMAMA (Alice Riff, 2018)

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por Gabriel Papaléo É curioso ver em Tiradentes um filme de 2018 cuja estética se aproxima do cinema observacional, depois

O NÓ DO DIABO (Ramon Porto Mota, Gabriel Martins, Ian Abe, Jhesus Tribuzi, 2017)

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por Gabriel Papaléo As maldições historicas das terras brasileiras vem acertar as contas fisicamente com os opressores. Toda essa herança que

LEMBRO MAIS DOS CORVOS (Gustavo Vinagre, 2017)

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Por Pedro Tavares O espaço da sala de Júlia, a personagem de Lembro Mais dos Corvos, denota todo sentido do

BAIXO CENTRO (Ewerton Belico, Samuel Marotta, 2018)

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Por Pedro Tavares Como forma de registro da aura do centro de Belo Horizonte, Ewerton Belico e Samuel Marotta fizeram

DIAS VAZIOS (Robney Bruno Almeida, 2018)

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por Pedro Tavares Dias Vazios, à priori, é um filme de referências. À medida que o filme se desenvolve, surpreende

ARA PYAU – A PRIMAVERA GUARANI (Carlos Eduardo Magalhães, 2018)

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Por Pedro Tavares Nos primeiros minutos de Ara Pyau – Primavera Guarani logo é confirmada a tendência de distanciamento à

IMO (Bruna Schelb Correa, 2017)

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por Pedro Tavares Durante o debate sobre Era Uma Vez Brasília durante a 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes, o

NAVIOS DE TERRA (Simone Cortezão, 2017)

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por Gabriel Papaléo Os lugares de trabalho e a relação emocional distante com quem os utiliza. Existe o diálogo forte

MADRIGAL PARA UM POETA VIVO (Adriana Barbosa, Bruno Mello Castanho, 2018)

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por Gabriel Papaléo Logo no prólogo, Madrigal para um Poeta Vivo relaciona toda a ideia de um homem que encontra

INAUDITO (Gregorio Gananian, 2017)

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Por Pedro Tavares Em 2016, Paula Gaitán dirigiu o longa Sutis Interferências, uma espécie de filme No Wave para o

O AUTOR ATERRORIZADO: SUBYBAYA

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Por Bárbara Felice Subybaya (2017) começa com o som de um VHS sendo rebobinado. Voltar, chamar a atenção pro objeto,

AS IMAGENS SÃO CAMPOS DE BATALHA

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Por Luisa Marques Corpos e subjetividades estão em disputa constante. “Your body is a battleground” (1989) é um trabalho da

DO SUBTEXTO AO PÓS-HORROR – A CINEFILIA VERSUS O CINEMA DE GÊNERO

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Por Bernardo Moraes Chacur Devemos deixar o cinema morrer ou já seria um avanço matar a cinefilia, tal como a

CURAR O REAL PELO MÍSTICO – OS FILMES DE SERGIO SILVA E JOÃO MARCOS ALMEIDA

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Por Arthur Tuoto   “A sobrevivência do cinema está hoje na capacidade do jogo que ele pode criar no interior

TITANIC (1997) – UM IDEAL NEOCLÁSSICO VINTE ANOS DEPOIS

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Por Arthur Tuoto “Memória espectral, o cinema é um luto magnífico, um trabalho de luto magnificado. E ele está pronto

RENASCIMENTO EM TEXTURAS E LUZES

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Por Gabriel Papaléo Testemunhando o pictórico no fim do mundo de uma natureza que vive e morre sob os próprios

O ACASO QUE REGE O MUNDO – O CINEMA DIGITAL DE JOHNNIE TO E MICHAEL MANN

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Por Gabriel Papaléo Em certo momento de Warriors – Os Selvagens da Noite (1979, dir. Walter Hill), todas as gangues

DIALETIZAR SEM ESPERANÇA DE SÍNTESE – DA LINGUAGEM À FENOMOLOGIA

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Por Diogo Serafim Dialetizar sem esperança de síntese Era preciso deixar a morte insistir na imagem. Abrir a imagem ao

COSMOLOGIA COTIDIANA: O CINEMA DE HONG SANG-SOO

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Por Pedro Lovallo Alguns artistas são acusados de jamais abandonarem a sua zona de conforto, insistindo nos mesmos temas e