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Boa Sorte (Good Luck, Ben Russel, 2017) e A Floricultura (La Fleurière, Rubem Desiere, 2017)
Por Kênia Freitas Boa Sorte é composto por dois filmes formal e estruturalmente relacionados, mas muito distante entre si pelas
DAWSON CITY – TEMPO CONGELADO (Bill Morrison, 2016)
Por Gabriel Papaléo Como traçar um passado através da referência, do gesto e do antropológico? O filme nasceu como explosivo,
Meu nome é Daniel (Daniel Gonçalves, 2018) e Travessia (Safira Moreira, 2017)
Por Kênia Freitas Filme de encerramento do Olhar de Cinema de 2018, Meu nome é Daniel de Daniel Gonçalves coloca
Homens que jogam (Playing men, Matjaž Ivanišin, 2017)
Por Kênia Freitas Na sequência final de Homens que jogam o diretor/personagem contempla o horizonte e cantarola a música
O Chalé é Uma Ilha Batida de Vento e Chuva (Letícia Simões, 2018)
Por Kênia Freitas O Chalé é Uma Ilha Batida de Vento e Chuva parte da premissa de transformar o universo
A NOITE DOS MORTOS-VIVOS (Night of the Living Dead, George Romero, 1968)
Por Kênia Freitas A exibição de filmes clássicos em festivais e mostras de cinema cumpre diferentes propósitos: apresentar um filme
DIANTE DOS MEUS OLHOS (André Felix, 2017)
Por Kênia Freitas Até que ponto é possível reconstituir memórias (coletivas e singulares) em imagens de cinema? Entendendo esse possível
O CINEMA E O MÍSTICO (Editorial)
Por Arthur Tuoto O cinema é esotérico por natureza. Da câmara escura ao cinematógrafo, do espelhamento da realidade a sua
SPACE IS THE PLACE: Sun Ra, o mito no cinema
Por Kênia Freitas “Adeus, terráqueos. Vocês só querem falar de verdades… Não de mitos. Bem, eu sou o mito que
A DIMENSÃO MITOLÓGICA NO RETRATO DE PAISAGEM DO CINEMA DE PETER HUTTON
Por Gabriel Papaléo “Um homem que nasce cai num sonho como um homem que cai ao mar.” Joseph Conrad Em
ABERTO PARA ESSES PÁSSAROS ÚNICOS
Por Jacques Doniol-Valcroze Traduzido por Felipe Leal Espelho aberto para esses pássaros únicos Que se agitam à cada gotícula de
Entrevista: Robert Mockler
Por Pedro Tavares Como cineasta independente em tempos de mudanças extremamente rápidas, Like Me é o projeto de uma vida,
LARVA, PUPA, INSETO (E VICE-VERSA)
Por Felipe Leal ‘’Um grande sábio cria, imagina tanto ou mais do que um artista. O artista adivinha; fazer arte
DUELLE, NORÔIT – O místico contra o convencional
Por Bernardo Moraes-Chacur Em março de 1950 Jacques Rivette redige um de seus primeiros artigos, ‘Nós não somos mais inocentes’.
TRANSCENDÊNCIA MARTIRIZADA – O místico no Cinema de Jean-Claude Brisseau
Por Diogo Serafim Através desse princípio, o primeiro supra-sensível, o reino tranqüilo das leis, a cópia imediata do mundo
DESESPERO LOLLIPOP: Desmistificando a imagem em Like Me
Por Pedro Tavares Sonhei que estava assistindo a um filme e ele me envelhecia. O próprio filme me infectava, me
A INQUIETAÇÃO DO OLHAR PELO MISTÉRIO DAS PORTAS
Por Camila Vieira Dentro do cinema, a porta pode ser pensada como ferramenta de mise-en-scène que permite o recorte do
A FEMINILIDADE NO CINEMA JAPONÊS – Do místico ao político
Por Julia Masan Por razões variadas, muitas delas associadas ao pensamento condescendente e misógino que imputa um certo mistério em
HOMEM-ARANHA 2: Sobrenatural como manifestação do caráter humano
Por William Andrades O Homem-Aranha 2 (2004), de Sam Raimi, evidencia um caráter super-heróico que potencializa o sobrenatural enquanto fantasia de cunho
GREEN SNAKE: Fé e demolição
Por João Pedro Faro Das poucas definições possíveis para Green Snake (1993), a que João Bénard da Costa escreve para



















