Todas as publicações recentes
Love Crimes (Lizzie Borden, 1992)
Por Kênia Freitas Lizzie Borden took an axe And gave her father forty whacks, When she saw what she had
A trajetória de Roberto Pires no Cinema Brasileiro
Por Gustavo Menezes Uma caminhonete encosta num barzinho de beira-de-estrada. Desce um homem de chapéu e paletó, que caminha calmamente
Um salto para o homem: Mission to Mars e a jornada científica do herói
Por Felipe Leal É comum ao meio crítico e cinefílico apontar a Odisséia no Espaço (2001: A Space Odyssey, 1968)
Thom Andersen – Cinefilia Idealista
Por Arthur Tuoto Se hoje o filme ensaio é uma das modalidades cinematográficos mais em voga, seja por uma certa
Carol (Todd Haynes, 2015)
Por Arthur Tuoto Carol é, acima de tudo, uma obra de reverência. Um filme que poderia soar como um simples
Os Oito Odiados (Quentin Tarantino, 2015)
Por Arthur Tuoto É inegável que os últimos filmes de Quentin Tarantino retratam muito bem uma contextualização política e racial
Loft (Kiyoshi Kurosawa, 2005)
Por Felipe Leal De uma forma ou de outra, pode-se dizer que todo o cinema japonês circunda questões que rebatem,
Steve Jobs (Danny Boyle, 2015)
Por Arthur Tuoto Steve Jobs é um filme brega, um filme acima do tom, um filme teatral não no sentido
Entrevista – Lucas Ferraço Nassif
Por Virgilio Souza A exibição de Being Boring foi um dos acontecimentos mais interessantes da 19ª Mostra de Cinema de
A Academia das Musas (José Luis Guerín, 2015)
Por Felipe Leal Uma câmera que se torna invisível para filmar um experimento pedagógico. Embebe-se dos artifícios de uma experiência
Que horas ela volta? (Anna Muylaert, 2015)
Por Vlademir Lazo Assistir Que Horas ela Volta? traz à tona a lembrança da Vera Cruz a rondar como um
Chantal Akerman e o cinema das vacas magras
Por Fabio Ramalho No episódio da série Cinéma de notre temps: Chantal Akerman par Chantal Akerman (1997), a diretora recorre
Pai e Filhos (Wang Bing, 2015)
Por Marcus Martins Pai e Filhos parte de um dispositivo e premissas tão rígidas que assume o risco de alienar o
Tangerina (Sean Baker, 2015)
Por Marcus Martins Tangerina é a última incursão de Sean Baker nas histórias de amizades em meio a universos e
Cemitério de Esplendor (Apichatpong Weerasethakul, 2015)
Por Marcus Martins Soldados com uma misteriosa doença do sono, um hospital improvisado em uma escola que foi construída sobre
Um Amor a Cada Esquina (Peter Bogdanovich, 2015)
Por Virgilio Souza Em mais de uma ocasião ao longo de suas cinco décadas de carreira, Peter Bogdanovich relatou com
A Casa (Sharunas Bartas, 1997)
Por Felipe Leal Na sua relação essencialmente dupla, todo filme é, assumidamente ou não, um convite, e como todo convite,
Rua Secreta (Vivian Qu, 2013)
Por Pedro Tavares Em entrevista a Grazia Paganelli, então programadora do Museu de Cinema de Turim publicada em Sinais de
Enquanto Somos Jovens (Noah Baumbach, 2015)
Por Fábio Feldman Por mais variada que seja sua obra, há um ponto que me parece unir quase todos os
História Escrita com Água (Yoshishige Yoshida, 1965)
Por Felipe Leal Quase toda a implicância dos gestos políticos depende de um referencial muito delicado. Dizer que uma das



















