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J. Edgar (Clint Eastwood, 2011)

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Um dos prazeres de acompanhar J. Edgar decorre da habitual elegância com que Clint Eastwood dirige e conduz os seus

O Outro Homem (Carol Reed, 1953)

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Desde o final da Segunda Guerra, Carol Reed se especializou na elaboração de cuidadosos suspenses, muito próximos entre si por

Sobre o abismo e outros vértices

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Foi Christian Metz quem chamou a atenção para uma consciência da imagem de si mesma e uma autoconsciência do espectador,

As Aventuras de Tintim (Steven Spielberg, 2011)

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Uma adaptação de Tintim (ou Tintin, no original) feita por Steven Spielberg era algo que eu temia. Já sabemos há

Crimes de Paixão (Ken Russell, 1984)

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Cult-movie perdido da década de oitenta, Crimes de Paixão foi um dos filmes mais polêmicos (e censurados) produzidos em Hollywood

Missão Impossível: Protocolo Fantasma (Brad Bird, 2011)

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Cúmulo da ironia, é nas mãos do diretor menos preocupado com questões autorais em toda franquia Missão Impossível que nos

O Espião Que Sabia Demais (Tomas Alfredson, 2011)

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O Espião Que Sabia Demais é um thriller de espionagem da mesma forma e na mesma medida em que Deixe

Aterrorizada (John Carpenter, 2011)

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Carpenter tem o sangue da geração romântica do horror, aquela que viu A Noite dos Mortos-Vivos num drive-in perto da

Pina (Wim Wenders, 2011)

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Filme saudade, o novo documentário de Wim Wenders é coisa pra se tocar com reverência. Mais do que um lamento

No Mundo da Lua (Robert Mulligan, 1991)

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Adolescência e infância são duas fases tão singulares na vida de uma pessoa que é difícil alguém chegar à vida

Tudo Pelo Poder (George Clooney, 2011)

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Se observarmos a atual conjuntura política norte-americana, não há nenhuma surpresa no teor da trama de Tudo Pelo Poder. A

O Mundo Vivente (Eugène Green, 2003)

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“[…] eu sei que para mim, para quem as flores fazem parte do desejo, há lágrimas à espera nas pétalas

Meek’s Cutoff (Kelly Reichardt, 2010)

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Um personagem lê em voz alta a história da expulsão do Éden: é essa a primeira fala que ouvimos em

Melhores filmes de 2011

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As retrospectivas de final de ano nos ajudam a fazer uma leitura geral do circuito cinematográfico no Brasil — tanto

De mestres do filme B para a tela pequena

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“Eu notei, e tenho notado desde então, como a maioria das pessoas não se importam com coisas autênticas. Elas preferem

O Garoto da Bicicleta (Jean-Pierre e Luc Dardenne, 2011)

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O que mais me interessa em O garoto da bicicleta é sua clareza. Este último (até agora) longa dos irmãos

Monsieur Verdoux (Charles Chaplin, 1947)

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Monsieur Verdoux, todos sabem, foi um caso de problemas sérios para Charles Chaplin. Sua segunda pátria (os Estados Unidos) nunca

Dez cenas sobre Nick

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Nicholas Ray, caso ainda estivesse vivo, teria completado 100 anos de idade em 2011. No Brasil, a homenagem ao diretor

A Vida Íntima de uma Mulher (Nicholas Ray, 1949)

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Um corpo nos filmes de Nicholas Ray é aquele que é narrado (pela luz, pelos movimentos que descreve, pelo aprisionamento

O Crime Não Compensa (Nicholas Ray, 1949)

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O logo da Columbia antes da abertura de O Crime Não Compensa (1949), de Nicholas Ray, serve para esconder uma grande falsidade.