Todas as publicações recentes
A Religiosa Portuguesa (Eugène Green, 2009)
De onde emana a beleza dos filmes? Está na fluidez dos atores; na precisão dos olhares; na angulação da câmera
O Profeta da Fome (Mauricio Capovilla, 1970)
Clássico do Cinema Marginal brasileiro realizado por Mauricio Capovilla no final da década de sessenta, O Profeta da Fome também costuma
Melancolia (Lars Von Trier, 2011)
Apesar de Von Trier, Melancolia é um filme que se esforça para subsistir enquanto experiência de cinema. A arquitetura do
Planeta dos Macacos: A Origem (Rupert Wyatt, 2011)
Talvez o maior problema na recepção das duas incursões recentes na série Planeta dos Macacos (a refilmagem de 2001, feita
Vendredi soir (Claire Denis, 2002)
Lentamente as coisas vão aparecendo em Vendredi soir, de Claire Denis. Lentamente, porque a câmera direciona seu foco para o
Belair (Noa Bressane e Bruno Safadi, 2009)
O primeiro plano de Belair (anterior aos créditos de abertura) refaz o que é tido como a primeira imagem cinematográfica
Editorial #1
Por Daniel Dalpizzolo Acredito que a maior parte das pessoas que estão lendo este editorial já sabe quem somos e
Max Ophüls: Perfil
Por Vlademir Lazo O mais cosmopolita dos cineastas. Com uma obra que no plano da realização extrapolou fronteiras, filmando entre
Die verliebte Firma (Max Ophüls, 1932)
Por Daniel Dalpizzolo No cinema de Max Ophüls, a ilusão do espetáculo e as desilusões da vida caminham paralelamente, ora
A Noiva Vendida (Max Ophüls, 1932)
Por Fernando Mendonça 1932 poderia figurar como um ano precoce para a adaptação de uma ópera no cinema, ao menos
Liebelei (Max Ophüls, 1933)
Por Daniel Dalpizzolo A obra de Max Ophüls pode ser sintetizada como um grande ensaio sobre o amor. Mas é
Lachende Erben (Max Ophüls, 1933)
Por Daniel Dalpizzolo Consta que Lachende Erben, comédia romântica realizada por Max Ophüls na Alemanha em 1933, era vista pelo
A Senhora de Todos (Max Ophüls, 1934)
Por Vlademir Lazo Max Ophüls foi por excelência um diretor de carreira multinacional. Cidadão do mundo, de filmografia errática e
Divine (Max Ophüls, 1935)
Por Ranieri Brandão No cinema de Max Ophüls vive um teorema voraz, repetível, incisivo: a mais frágil presença do paraíso
Valsa Brilhante de Chopin (Max Ophüls, 1936)
Por Fernando Mendonça Clique aqui para assistir. Filmar musicalmente é um desejo nutrido pela expressão cinematográfica desde o período em
La tendre ennemie (Max Ophüls, 1936)
Por Daniel Dalpizzolo Nos créditos de abertura de La tendre ennemie, os personagens principais, três fantasmas de ex-amantes de uma
Werther (Max Ophüls, 1938)
Por Fernando Mendonça Como a sua imagem me persegue! Quer vele, quer sonhe, ela enche a minha alma inteira! É
Sem Amanhã (Max Ophüls, 1940)
Por Luis Henrique Boaventura Há em A Ronda este momento seminal do cinema de Max Ophüls: o Raconteur canta e
De Mayerling a Sarajevo (Max Ophüls, 1940)
Por Robson Galluci Logo de início, De Mayerling a Sarajevo, filme que encerra a primeira fase europeia da carreira de
O Exilado (Max Ophüls, 1947)
Por Fernando Mendonça Guardadas as proporções autobiográficas que O Exilado nutre para com seu diretor (temos aqui uma trama onde



















