Autor: Geo Abreu
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Mar de Dentro (Lia Letícia, 2024), Confluências (Dácia Ibiapina, 2024) e Yõg Ãtak: Meu pai, Kaiowá (Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luísa Lanna, 2024)
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Mostra Competitiva Nacional, noite de 03 de dezembro. Por Geo Abreu As sessões da Mostra Competitiva do Festival de Brasília juntam num programa, exibido sempre às 21h, dois curtas e um longa metragem. A ideia deste texto é expressar a unidade da sessão programada para a noite do dia 03…
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Palimpsesto (André di Franco e Felipe Cañedo, 2024)
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“O fogo comeu Luzia” Por Geo Abreu Uma aflição possível do acadêmico que também é cineasta passa pelas dúvidas sobre como abordar assuntos não tão populares de maneira cinematograficamente interessante. No caso dos arqueólogos, Palimpsesto surge como respiro em meio a filmes comumente duros de assistir. Tratando sobre o desaparecimento…
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Suçuarana (Clarissa Campolina e Sérgio Borges, 2024)
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Sem teto nem lei Por Geo Abreu Geralmente, mulheres, inclusive enquanto personagens de ficção, tem sua existência relacionada à casa, ao ambiente doméstico e à domesticação das coisas. Por isso mesmo, na fuga desse lugar comum, encontrar filmes que se inscrevam na tradição de mulheres andarilhas é uma espécie de…
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UMA TRAGÉDIA BRASILEIRA (MUGUNZÁ, 2022)
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Por Geo Abreu Séculos distante da trilogia tebana, da tragédia fundadora de Édipo, que marca o destino de sua família, em Mugunzá o que vemos é uma história tipicamente brasileira: a vida de uma mulher negra e lésbica lutando contra as opressões cotidianas em uma cidade pequena e cuja luta…
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Ma Ê Dami Xina – Já me transformei em imagem (Zezinho Yube, 2008)
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por Geo Abreu “Como é que a gente fazia pra viver antigamente?” Arquivo é a palavra-chave deste filme. Seja na ideia que permeia a própria produção, pensada como herança às novas gerações do povo Hunikui, seja pelo uso de imagens antigas, revisitadas para ilustrar a narrativa (através da chamada “montagem…
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Video-ensaio: Luz nos Trópicos de Paula Gaitán
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“Em 2020 pude assistir Luz nos Tópicos 3 vezes, em diferentes festivais, que na época estavam acontecendo em versões online por conta da pandemia de Covid-19. Imediatamente soube que para falar sobre ele, eu precisaria remontar, criar a partir dele outras imagens, destacar algumas delas, mexer com a carne do…
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Orlando, minha biografia política (Paul B. Preciado, 2023)
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Por Geo Abreu Paul B. Preciado, o conhecido filósofo e autor de Manifesto Contrassexual e Apartamento em Urano, dirige seu primeiro filme. Uma biografia multivocal, com diversos Orlandos interpretando a personagem do livro homônimo de Virginia Woolf, cuja história é utilizada pelo diretor como espelho, renovando assim o interesse por…
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DESCRIÇÃO SILENCIOSA: REASSEMBLAGE (Trinh T. Minh-Ha)
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Por Georgiane Abreu Enquanto estudante de antropologia, muitas questões éticas e delicadas passam pela cabeça a respeito do encontro e das trocas com os chamados “interlocutores”: é possível construir relações simétricas? Quais os limites entre a curiosidade comum e o modo curioso invasivo? Não sabendo como responder a estas questões,…
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No Cemitério do Cinema (Thierno Souleymane Diallo, 2022)
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Visto no Olhar de Cinema 2023 Por Geo Abreu Cinemas decoloniais seguem morrendo Foram dois filmes ou mais? Num festival de cinemas contemporâneos, alguns filmes feitos em países subalternos trazem figuras de morte ao falar de suas cinematografias e assim se somam. Carros fúnebres e fantasmas são usados como condutores…
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Anhell69 (Theo Montoya, 2022)
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Visto no Olhar de Cinema, 2023 Por Geo Abreu “Me encantei pelo cinema porque era o único lugar em que eu podia chorar” Theo Montoya é o narrador de seu filme, que começa e termina em seu quarto na cidade de Medellín, Colômbia. O amor que vai descobrindo pelo cinema…
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Notas do Eremoceno (Viera Čákanyová, 2023)
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Visto no Olhar de Cinema 2023 Por Geo Abreu Um álbum de imagens perdido no sotão Dizer que este filme é mais um a trabalhar com a ressignificação de imagens de arquivos públicos e privados e também com a ideia de ficção distópica é fazer uma leitura rasa dele. Acredito…
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Caixa Preta (Bernardo Oliveira e Saskia, 2022)
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Visto no Olhar de Cinema 2023 Por Georgiane Abreu “Aprendi a entrar pelos fundos quando se convencem de que eu não volto mais” Alguns minutos de tela preta, música ao fundo. Um descanso ativo para mentes cansadas de desentendimento, de sequestros de protagonismos e falsos apaziguamentos. As vozes de Bernardo Oliveira…
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Desvío de Noche. (Paul Chotel e Ariane Falardeau St-Amour, 2022)
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Visto no Festival Olhar de Cinema 2023 Por Georgiane Abreu O encontro dos diretores com a vila mexicana de Zipolite promove a abertura de uma espécie de portal para a cosmologia daquele povo e suas histórias, muitas vezes particulares e noutras vezes a repetição de contos sobre o amor, a…
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Festival de Brasília: A Invenção do Outro
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Por Geo Abreu Longa-documentário, vencedor da Competitiva do 55º Festival de Brasília, acompanha expedição da Funai e o reencontro entre parentes Korubo separados por disputas com etnia vizinha. O filme começa com informações em cartelas, salientando a presença no comando da expedição, realizada em 2019, do indigenista Bruno Pereira, especialista…
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Festival de Brasília: Mandado (João Paulo Reys e Brenda Melo)
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Por Geo Abreu Voltar ao Complexo da Maré ocupado pelo Exército. Brasil, 2015. Em 2014, por conta dos Jogos Olímpicos que foram realizados na cidade do Rio de Janeiro, o Governo Dilma Roussef autorizou a ocupação militar do Complexo de Favelas da Maré, devido ao fato de que as principais…