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JACKASS: TORTURE PORN, VOYEURISMO E BRODERAGEM
Por Pedro Tavares Enquanto lia Akira Mizuta Lippit divagar sobre o aparato de memória a partir do cinematógrafo, me chamou
O CORPO CONCRETO DO DESEJO E DO RITUAL
Por Gabriel Papaléo “E depois de fazer tudo o que fazem, os dois se levantam, tomam banho, passam talco, passam
ANJOS LOIROS E OBSCENOS: DESEJO FEMININO E CULPA EM TWIN PEAKS: FIRE WALK WITH ME E FALSA LOURA
Por Natália Reis She is not only a woman in a man’s world; she is also a receptacle of feeling,
COISAS SECRETAS: POR UMA LIBERTINAGEM BARATA
Por Luiz Soares Júnior Joyce, numa boutade não despida de verossímil, dizia que Wagner fedia a sexo; isto mesmo pode
EVA E O FRUTO PROIBIDO OU ARMADILHAS DO CAPITALISMO PARA A LIBERDADE FEMININA
Por Beatriz Vilela Seguindo o formato das tradicionais pornochanchadas da época, que combinam a comédia com algum outro tipo de
VISÕES ONÍRICAS E PERCEPÇÕES DO ERÓTICO EM FUSES (Carolee Shneemann, 1967)
Por Carolina Azevedo Aceite as visões oníricas, devaneios ou sonhos, como aceitaria as assim chamadas cenas reais. Dê espaço até
EDITORIAL: O ERÓTICO E O PORNOGRÁFICO
por João Lucas Pedrosa Apesar de o maior consenso nas discussões entre erotismo e pornografia ser que a diferença entre
MOSTRAR O CORPO PRA FALAR DO ESPÍRITO
Por Chico Torres Disse Paulo Emílio que o pior filme brasileiro ainda nos é melhor do que o mais genial
Orlando, minha biografia política (Paul B. Preciado, 2023)
Por Geo Abreu Paul B. Preciado, o conhecido filósofo e autor de Manifesto Contrassexual e Apartamento em Urano, dirige seu
Monster (Hirokazu Kore-eda, 2023)
Por Pedro Tavares Hirokazu Kore-eda consolidou seu trabalho ao longo dos anos com abordagens melodramáticas em conluio com tramas de
American Lightning (Kurtis Matthew Russell, 2023)
Nas últimas décadas o conceito de cinema independente, em especial o dos Estados Unidos, passou por grandes mudanças. Com a
Tia Virgínia (Fabio Meira, 2023)
Por Pedro Tavares Um corpo presente e um fantasma em forma de lembrança tomam o palco. Sim, o palco, pois
Interview: Lewis Klahr
Pedro Tavares Click for portuguese version Since the 1970s, prolific American director Lewis Klahr has combined animation techniques with avant-garde
EDITORIAL – CINEMA E SILÊNCIO
Por Chico Torres O cinema nasceu mudo, mas ainda não havia o silêncio. Este seria uma conquista do próprio cinema,
MAL TROPICAL: O RASTRO DO RASTRO
Por Luiz Soares Jr. Wittgenstein, creio eu, falava que há experiências infensas ao conceito e impossíveis de serem submetidas ao
DO SILÊNCIO ÀS PALAVRAS DOS OLHOS – Disintegration Loops 1.1
Por Pedro Tavares (…) pela primeira vez, a imagem das coisas é também a da sua duração. (André Bazin) Em
DÉPAYSEMENT: SILÊNCIO E RECUSA EM La Noire De
Por Ana Júlia Silvino A importância da transmissão oral no continente africano, segundo Amadou Hampâté Bâ, etnólogo e escritor malinês,
NOTAS SOBRE QUEBRAR O SILÊNCIO – Assistindo Hotel Monterey e Three Landscapes
Por Gabriel Papaléo Nunca houve ‘cinema mudo’, aliás, apenas um cinema surdo ao tumulto que se produzia no interior do
SILÊNCIO – É PRECISO QUE OS MORTOS FALEM
Por Chico Torres Aqueles que foram silenciados precisam falar. Aqueles soterrados pelos vencedores de um tempo linear e uniforme, precisam,
PARA AQUILO QUE SOBREVIVE
Por Luiz Pretti I play because it is one of the things that come out of my existence. (Wadada Leo



















