Cinegame – Game #2 – RESULTADO

Mosaico

Em primeiríssimo lugar, um grande perdão pelo atraso. A internet do Vini simplesmente faleceu, e ele só conseguiu ressucitá-la hoje. Em segundo que o Cinegame PEGOU FOGO total. A classificação tá incrível. Segue abaixo o gabarito, o ranking da prova, e o ranking geral atualizado. O resultado do 3º game será postado na quinta-feira, normalmente. E ainda hoje tem a 2ª edição do Versus, não percam!

– GABARITO –

01. O QUINTO ELEMENTO
02. CAÇADORES DE EMOÇÃO
03. NA HORA DA ZONA MORTA
04. NOIVO NEURÓTICO, NOIVA NERVOSA
05. SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS
06. OS SETE SAMURAI
07. A PRIMEIRA NOITE DE UM HOMEM
08. PRELÚDIO PARA MATAR
09. O ILUMINADO
10. HALLOWEEN
11. ROCKY – UM LUTADOR
12. CORPO FECHADO
13. ABRIL DESPEDAÇADO
14. A MOSCA
15. PEIXE GRANDE
16. A NOITE DOS MORTOS VIVOS
17. SUPERBAD
18. 10 COISAS QUE EU ODEIO EM VOCÊ
19. O CREPÚSCULO DOS DEUSES
20. A.I – INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
21. A ÚLTIMA SESSÃO DE CINEMA
22. DONNIE DARKO
23. EU, EU MESMO E IRENE
24. SUSPIRIA
25. CHAMAS DA VINGANÇA
26. O VINGADOR DO FUTURO
27. CORRIDA SEM FIM
28. ESTE MUNDO É UM HOSPÍCIO
29. IMPÉRIO DO SOL
30. QUEIME DEPOIS DE LER
31. RIO VERMELHO
32. DISQUE M PARA MATAR
33. AMERICAN PIE 2
34. MAGNÓLIA

BÔNUS: SHORT CUTS

– RESULTADOS –

– Jefferson Ribeiro

– Acertos: 24 – 120 pontos
– Bônus: 25 pontos
TOTAL: 145 pontos

– Lucas Duarte

– Acertos: 30 – 150 pontos
TOTAL: 150 pontos

– Faéu Lopes

– Acertos: 22 – 110 pontos
TOTAL: 110 pontos

– Nothingman

– Acertos: 21 – 105 pontos
TOTAL: 105 pontos

– Angelo Antonio Cordeiro

– Acertos: 34 – 170 pontos (GABARITOU A PROVA)
– Bônus: 5 pontos
TOTAL: 175 pontos

 – Marcos Cad

– Acertos: 27 – 135 pontos
TOTAL: 135 pontos

– Thiago M. Cezimbra

– Acertos: 33 – 165 pontos (ERROU SOMENTE 1 QUESTÃO)
– Bônus: 10 pontos
TOTAL: 175 pontos

– Emely Jensen

– Acertos: 14 – 70 pontos
TOTAL: 70 pontos

– Fabiano Augusto

– Acertos: 16 – 80 pontos
TOTAL: 80 pontos

– RANKING da Prova –

1º – Angelo Antonio Cordeiro – 175 pontos
Thiago M. Cezimbra – 175 pontos

3º – Lucas Duarte – 150 pontos

4º – Jefferson Ribeiro – 145 pontos

5º – Marcos Cad – 135 pontos

6º – Faéu Lopes – 110 pontos

7º – Nothingman – 105 pontos

8º – Fabiano Augusto – 80 pontos

9º – Emely Jensen – 70 pontos

– RANKING GERAL –

1º – Angelo Antonio Cordeiro – 205 pontos
Lucas Duarte – 205 pontos
Thiago M. Cezimbra – 205 pontos

4º – Jefferson Ribeiro – 165 pontos
Marcos Cad – 165 pontos

6º – Faéu Lopes – 135 pontos
Nothingman – 135 pontos

8º – Emely Jensen – 100 pontos

9º – Fabiano Augusto – 80 pontos

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Cinegame – Game #3

Sopa de Letrinhas

Pois bem, muito bem-vindos à 3ª prova do Cinegame. Em primeiro lugar gostaríamos de pedir desculpas pela ausência do resultado do 2º game (que será postado assim que possível), mas parece que o Vinícius Veloso, nosso contador oficial, morreu. Se não, a gente mata quando ele aparecer, nem se preocupem.

O game dessa semana (alem de ser essa obra-prima do paint que vocês vêem aí) é uma homenagem a um dos membros de nossa equipe, o nosso querido mascote Cassius, mais conhecido como Sopa. Neste game a tarefa é muito simples: basta identificar, através das letras que estão no prato, a qual filme se refere cada uma delas. São 10 filmes, sendo que cada acerto vale 5 pontos.

BÔNUS: quem responder mais rápido, aqui mesmo nos comentários, qual filme se refere a 11ª letrinha, que está na colher, ganha +25 pontos. O segundo leva +10 e o terceiro +5 pontos de bônus. Sejam rápidos.

[image]

Atenção: as letras foram retiradas dos cartazes originais dos filmes, em inglês. E em todos os casos, foi capturada a primeira letra de cada filme (ignorando-se artigos). Ou seja, se está lá uma letra B, o filme começa com essa letra. Right-right?

As respostas devem ser enviadas em ordem alfabética, numa lista, do A ao S.
Prazo final: quarta-feira, 23:59.

Buon appetit!

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A Lua na Sarjeta (La Lune dans le Caniveau – Jean-Jacques Beineix, 1983)

A Lua na Sarjeta é todo filmado como num estado de delírio, situado num mundo de sonhos e desilusões onde as emoções ganham luzes, texturas e neblina regidas pela estética onírica e pela sensibilidade em carne viva de Jean-Jacques Beineix. A dor, a frustração, a vingança, a raiva e a paixão como elementos impregnados, todos juntos, em cada centímetro da atmosfera irreal mista de noir e pesadelo que recai sobre o filme após a belíssima seqüência inicial, abrindo as portas de um mundo que anoiteceu sem que o dia seguinte jamais chegasse a nascer outra vez. Porque o dia seguinte já está morto.

Gérard (vivido cheio de ternura e solidão por Gérard Depardieu) é um estivador que vaga todas as noites pelas ruas do porto em busca do assassino de sua irmã, ou em busca de si mesmo, ou em busca de algo para buscar, quando encontra Loretta, a deusa em forma de Nastassja Kinski [/redundância].

E Loretta invade o filme como uma aparição. Ela entra no bar filmada de baixo, sob um contraluz dourado, passa por um néon amarelo e a câmera começa a girar pelo ambiente, como se ela tivesse gravidade, enquanto relâmpagos cruzam pelas janelas e uma trilha a la old hollywood toca ao fundo. O tempo pára, o filme entra em outra dimensão, tudo para que Beineix celebre sua femme fatale presenteada com o dom de roubar o universo todo para si e transformá-lo numa extensão do seu domínio, auto proclamando-se (através dos olhos de Gérard, filtro entre o mundo de Beineix e o do público) como o último rastro de beleza pelas ruas do porto.

A Lua na Sarjeta é um filme sobre medo, culpa, sonhos desfeitos. Segundas e terceiras chances. E Loretta é um espírito sobre o último trem do fundo da merda em direção ao miolo das nuvens, e a uma saída do pesadelo, ou a um sono ainda mais profundo. E Gérard tenta se deixar levar, permiti-se ao desconhecido e à possibilidade vaga de uma outra forma mais rara e mais forte de amor pela primeira e última vez, sentindo-se enfim como um ladrão, no poder de algo que não lhe pertence ou que não lhe inspira o único sentimento com o qual está acostumado.

O que há de mais belo na constelação tecida por Jean-Jacques Beineix é, ao fim de tudo, a falha converter-se em direção e a impotência em única rota possível. Encarar a penitência do mundo como um castigo merecido e a tristeza da alma como um sinal pulsante de que, com sorte, ainda há alguma alma para se sentir triste, e que a felicidade é na verdade um bem que Gérard não saberia jamais administrar.

Isso porque A Lua na Sarjeta é um filme sobre um homem feito de carne, sangue, remorso, fraqueza e vingança que, na falta de um alvo, resta desabar sobre ele mesmo, punindo-se com a forma de castigo mais cruel e nociva que já vi num filme: o veto aos próprios sonhos.

4/4

Luis Henrique Boaventura

Screenshots!: A Lua na Sarjeta (Jean-Jacques Beineix, 1983)

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Cinegame – GAME #2

Mosaico

Ah, o bom e velho mosaico. Aqui a missão é simplesmente identificar, um a um, quais filmes compõem o quadro.

Cada acerto (título do filme em português ou título original) vale 5 pontos. Enviem as respostas, enumerando de 01 a 34 os títulos dos filmes, via email multiplotcinema@gmail.com . Prazo: quarta-feira (dia 15), até 23:59.

BÔNUS: Se reparar direito, você vai notar que temos 35 e não 34 filmes neste mosaico. Portanto, o primeiro a identificar o título do filme que não está numerado, e postar aqui nos comentários, leva +25 pontos de bônus. O segundo a identificá-lo corretamente ganha +10 pontos e o terceiro ganha +5 pontos. Apenas a primeira resposta de cada um será considerada. Sejam rápidos, e boa sorte!

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Cinegame – Game #1 – RESULTADO

13 Filmes & 1 Segredo

Pois bem gente, em primeiro lugar, um muito obrigado a todos que participaram. 8 pessoas, ótimo começo. o/ Esta primeira prova (clique AQUI) teve poucas alternativas, o que abriu uma variedade menor pra pontuação e permite que todos (ou quase todos) saiam próximos uns dos outros, o que já mudará ligeiramente na 2ª prova (que será postada logo mais, às 20:30).

Seguem abaixo: o gabarito, os resultados de cada concorrente, e o ranking. O ranking ficará fixo na página do Cinegame (disponível no topo do blog, ao lado de “Equipe”), e será atualizado a partir da soma da pontuação já existente com os resultados da última prova.

A quem NÃO participou desta primeira prova, ou mesmo quem largou atrás, não desanime. Ainda existem 7 games pela frente, cheios de bônus e nuances especialmente pensados para desequilibrar. Ok?

Confira então como ficou o quadro do Cinegame nesta largada, e se você chegou agora, participe! A segunda prova será postada às oito e meia da noite de hoje. Boa sorte!

Rodrigo Jordão

– GABARITO –

01. Twister / O Iluminado
Em uma das cenas do filme, pessoas assistem a O Iluminado em um cinema, ao ar livre.

02. Como se Fosse a Primeira Vez / O Sexto Sentido
A personagem da Drew Barrymore assiste a O Sexto Sentido todos os dias.

03. Adaptação / Quero Ser John Malkovich
No filme, Nicolas Cage faz Charlie Kaufman, o roteirista de Quero Ser John Malkovich, e é mostrado os bastidores de uma das cenas deste filme.

04. Terra de Sonhos / E.T
Em uma das cenas o pai das garotas participa de uma brincadeira num parque, cujo prêmio era um boneco do E.T.

05. Esqueceram de Mim / A Felicidade Não se Compra
Enquanto esperam no hotel, a família de Kevin assiste a A Felicidade Não se Compra.

06. Donnie Darko / Evil Dead
Donnie e a namorada vão ao cinema assistir Evil Dead.

Bônus: As Patricinhas de Bervely Hills
Não se liga a nenhum dos 12.

– RESULTADOS –

Jefferson Ribeiro

– Acertos: 3 – 15 pontos
– Bônus: 5 pontos
TOTAL: 20 pontos

Lucas Duarte

– Acertos: 6 – 30 pontos
– Bônus: 25 pontos
TOTAL: 55 pontos

Faéu Lopes

– Acertos: 3 – 15 pontos
– Bônus: 10 pontos
TOTAL: 25 pontos

Nothingman

– Acertos: 6 – 30 pontos
– Bônus: (…)
TOTAL: 30 pontos

Angelo Antonio Cordeiro

– Acertos: 6 – 30 pontos
– Bônus: (…)
TOTAL: 30 pontos

Marcos Cad

– Acertos: 6 – 30 pontos
– Bônus: (…)
TOTAL: 30 pontos

Thiago M. Cezimbra

– Acertos: 6 – 30 pontos
– Bônus: (…)
TOTAL: 30 pontos

Emely Jensen

– Acertos: 6 – 30 pontos
– Bônus: (…)
TOTAL: 30 pontos

– RANKING –

1º – Lucas Duarte – 55 pontos

2º – Nothingman – 30 pontos
Angelo Antonio Cordeiro – 30 pontos
Marcos Cad – 30 pontos
Thiago M. Cezimbra – 30 pontos
Emely Jensen – 30 pontos

7º – Faéu Lopes – 25 pontos

8º – Jefferson Ribeiro – 20 pontos

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O Esporte Favorito dos Homens (Man’s Favorite Sport? – Howard Hawks, 1964)

Após Hatari, uma espécie de prestação de contas em que todas as preocupações do diretor estavam direcionadas a lacrar seu universo particular e as relações entre homem e mundo que nele se estabeleciam – prestando ao mesmo tempo uma homenagem a tudo que foi de seu interesse durante os mais de 40 anos de carreira -, Hawks chutou de vez o pau da barraca. De 1964 a 1970, quando encerrou sua filmografia com Rio Lobo, outra variação de Onde Começa o Inferno – já havia feito três anos antes o monumento ao western El Dorado -, seus filmes deixaram de lado grande parte dos valores aos quais eram especificamente caros para definir como ponto de partida a reprodução de uma nova maneira de fazer Cinema.

Se de forma bastante intensa isso já era sentido em Hatari, é com O Esporte Favorito dos Homens que a deformação do estilo classicista, do qual Hawks foi um dos fundamentadores, ganha corpo e espaço definitivo. De certa forma pode-se considerar esta transloucada história de amor como uma subversão do modelo estabelecido pelo próprio diretor em Levada da Breca – alguns afirmam ainda ser este uma refilmagem do filme de 1938 –  construída a partir de uma visão inversa à fórmula hawkskiana que desde Paraíso Infernal havia sido definida como base de seu Cinema – basicamente a ação decorrer a partir da invasão de uma mulher a um universo masculino que foge de sua compreensão.

A começar pelo ponto de partida e sua relação com a masculinidade que nos momentos mais românticos do diretor – Rio Bravo sendo o expoente máximo disso – sempre era objeto de exaltação. Rock Hudson interpreta um homem tido como especialista no referido “esporte favorito dos homens”, no caso, a pesca – ou seria o amor? Em qualquer dos casos ele era muito ruim – que fez sua fama com bem sucedidos livros de táticas e macetes sem ter a menor ideia de como tudo funciona na prática. Hudson é auxiliado por uma mulher para tentar aprender a pescar alguns dias antes de uma competição na qual foi inscrito contra sua vontade. O homem é um desastre dentro do próprio universo masculino enquanto a mulher tem completo domínio deste ambiente.

É um Hawks às avessas, como pode-se perceber. A estrutura é basicamente a mesma de outras   comédias anárquico-românticas suas – Jejum de Amor, A Noiva Era Ele – com um casal principal soltando faíscas a cada encontro e invadindo um à vida do outro para garantir uma boa dezena de confusões, mas a funcionalidade de cada peça é devidamente alterada a ponto de transformar situações corriqueiras em filmes do gênero em ações de motivação inversa – técnica que seria potencializada em El Dorado, um dos grandes exemplos do significado literal de direção cinematográfica em que a simples troca de um elemento de cena transforma completamente os rumos da história (que na superfície é semelhante à de Rio Bravo). Se em Levada da Breca, por exemplo, Katherine Hepburn invade sorrateiramente o cotidiano de Cary Grant, agora é Rock Hudson – numa evocação exemplar do estilo imortalizado por Grant em suas parcerias com Hawks – quem entra em contato com um universo do qual não fazia parte, embora devesse.

Por mais que pareça existir uma cerebralidade latente nesta nova maneira de Hawks construir seu Cinema o resultado final é exatamente o oposto. Tanto O Esporte Favorito dos Homens quanto Rio Lobo ou El Dorado são filmes pelo menos tão leves quanto os momentos mais descompromissados do diretor. No caso específico deste seu último romance tudo é construído com uma naturalidade impressionante. São, como costumo dizer quando me refiro ao ritmo narrativo hawkskiano, duas horas de filme que não avançam, simplesmente. Elas flutuam, derretem na tela. Há um carinho muito grande do diretor – que por alguns já foi considerado mero condutor de carroça o que sinceramente me faz crer que estes não entendem nada de carroças – com a duração dos planos e das cenas e isto faz com que Cinema algum seja tão deliciosamente preciso quanto o seu.

Para deixar tudo ainda mais interessante temos o domínio cômico imortal do mestre em sua melhor forma. Hawks deixa os atores livres para exercitar caras e bocas e até mesmo quem não deveria ter a menor aptidão a este tipo de trabalho – Hudson nem de longe chega a ser um cômico – o faz de maneira tão empolgante e empolgada que a menor das piadas passa a ser infalível. Paula Prentiss em especial, uma típica mulher hawkskiana, demonstra domínio completo da personagem e, graças à química irrepreensível com seu parceiro de cena, faz de alguns momentos exemplos do melhor que pode se oferecer em termos de comédia no Cinema. Como os bons clássicos cômicos de Hawks, O Esporte Favorito dos Homens é todo construído sobre uma série de momentos específicos e a qualidade destes momentos é que torna este um filme tão irresistível.

4/4

Daniel Dalpizzolo

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Screenshots! – Se7en (David Fincher, 1995)

Jailton Rocha

Clique nas imagens para ver em tamanho original:

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Cinegame – GAME #1

13 Filmes & 1 Segredo

Neste primeiro desafio do CINEGAME vocês terão que ser bastante perspicazes. Temos no quadro abaixo, exatamente 13 filmes. No meio de todos esses filmes, há um “estranho”, que está sobrando. A missão de vocês é a seguinte: Fazer uma associação entre os 6 pares de filmes e identificar o filme “estranho”, aquele que não tem ligação alguma com os demais. As associações devem ser encaradas da seguinte forma: Filme que cita, de alguma forma, outro filme.

Filme 01 / Filme 02
Filme 03 / Filme 04
Filme 05 / Filme 06
Filme 07 / Filme 08
Filme 09 / Filme 10
Filme 11 / Filme 12

Um exemplo: No filme “Contatos Imediatos de Terceiro Grau”, as crianças estão querendo assistir ao filme “Os Dez Mandamentos”, que está passando na tv. Caso os dois filmes estivessem listados entre os 13, vocês fariam essa ligação:

Contados Imediatos de Terceiro Grau / Os Dez Mandamentos.

Entendido?

Eis os filmes:

[image]

Mas antes de me despedir e deixar vocês quebrarem a cabeça à vontade, vou explicar alguns detalhes relativos a pontuação neste game:

BÔNUS: O primeiro a descobrir qual é o filme “estranho”, deve postar aqui mesmo nos comentários do blog o título dele (seja o original ou em português). Quem conseguir essa façanha leva, na hora, +25 pontos para o acúmulo de pontos semanais. O segundo a descobrir, leva +10 pontos, e o terceiro +5 pontos.

>> As demais respostas devem ser enviadas, via email, da seguinte forma (indicando o título do filme que se liga ao outro, seja o título original, ou em português):

>> Cada ligação correta vale +5 pontos.

>> É obrigatório se dar uma justificativa para cada associação entre os pares de filmes. Respostas sem justificativas serão desconsideradas. Porém, por mais que a descrição da associação esteja incorreta, o que vai valer é a associação correta entre os filmes.

>> Fora o bônus, as demais respostas evem ser enviadas para o e-mail: multiplotcinema@gmail.com , até QUARTA-FEIRA, às 23:59.

>> Qualquer outra dúvida, consulte o REGULAMENTO, ou pergunte aqui mesmo ou pelo e-mail.

Boa sorte!

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Versus! – Resultado

Brian De Palma 9 x 9 Alfred Hitchcock

Pois é, depois de mais de 2 dias e de 50 comentários, a 1ª edição do versus terminou empatada. Mas sabe-se lá, tem gente que vai achar até mais justo, embora fazer justiça não seja exatamente uma de nossas maiores pretensões, hehe.

Quarta que vem tem Screenshots, na outra os Tops, e na outra, o Versus tá de volta. E participem do Cinegame.

Abraço!

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Lua Negra (Black Moon – Louis Malle, 1975)

Muito interessante que uma releitura de Alice no País das Maravilhas acabe matando, desastradamente, aquele que é o recurso narrativo mais notório da obra de Lewis Carroll: o maldito coelho branco. No caso do filme de Malle, um unicórnio, mas enfim, toda a noção de fascínio e fantasia como ferramenta extraordinária para manter o espectador preso, refém de sua curiosidade, adicionando por conseqüência do próprio mistério um sopro violento de encanto e de elemento fundamental, literalmente o ponto de partida de todo o universo mágico construído tanto no livro quanto no filme.

Mas não é apenas ou exatamente por conta de Alice conseguir encontrar seu coelho na metade do caminho (caminho que termina precisamente neste momento, parte por coincidência, parte por conseqüência) que Lua Negra se torna um filme menor do que deveria ter sido. Trata-se de um acontecimento que, além de derrubar um dos pilares pra manipulação narrativa, inaugura um processo vicioso e redundante de voltas e voltas e over and over sobre si mesmo, onde o deslumbramento do novo – e o charme do encanto e a provocação meio infantil daquele instinto explorador que nos pega pela mão e nos tira pra dançar nos primeiros 30 minutos – é bruscamente substituído pela saturação injustificada (e como eu torci pra que o Malle acertasse tudo no final e risse da minha cara de bobo por ter realmente achado que ele deixaria escapar uma obra-prima entre os dedos) de elementos fascinantes num passar de olhos, mas frágeis sob uma análise mais apurada (e é o próprio Malle que obriga o espectador a parar e realizar esta análise, enquanto o público convertido em criança pela condução lúdica e inconseqüente da primeira meia hora desejava, apenas, continuar a brincadeira de correr ao ar livre como se ainda não soubesse nada do mundo).

Ainda assim, um grande filme, realizado todo numa diegese seqüencial e cujo primeiro terço é um dos mais brilhantes exemplos de como se canta no idioma raro das imagens, e com que classe e elegância Louis Malle dita o ritmo da ação provocando o espectador para seguir e desbravar loucamente o seu mundo. Cinema feito espírito voraz e adolescente.

3/4

Luis Henrique Boaventura

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