Category Archives: Comentários

www.multiplotcinema.com.br 27/08

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That’s all, folks!

Mais de três anos se passaram desde que, naquele 11 de maio de 2008, em nossa então nova página de blog, postávamos os primeiros textos do que viria a se transformar dias depois no MULTIPLOT. Nada daquilo foi por acaso. … Continue reading

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Novidades em breve no Multiplot. Aguardem.

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Parado.

Desde metade de 2010, por tempo indeterminado. Boaventura, Dalpizzolo, Lazo e Thiago Macêdo podem ser encontrados no Cineplayers. Nando Mendonça e Ranieri Brandão estão no Filmologia.

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A Dama Fantasma (Phantom Lady – Robert Siodmak, 1944)

Um paradoxo ambulante. Todo o primitivismo narrativo e a ingenuidade já pouco comum em meados de anos 40 em conluio com um insight mais radical que o outro. A cena em que Kansas segue o barman pelas ruas de Nova … Continue reading

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Chamas que Não se Apagam (There’s Always Tomorrow – Douglas Sirk, 1956)

Da overdose de filmes do Douglas Sirk que sofri nos últimos dias, com certeza, a que me deixou mais seqüelas foi a do assombroso “Chamas que Não se Apagam”. Um melodrama puro, pleno como somente Sirk era capaz de fazer. … Continue reading

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A Bela Junie (La Belle Personne – Chistophe Honoré, 2008)

Havia na Nouvelle Vague sobretudo um reconhecimento de todo o cinema que veio antes. Reconhecimento da maturidade, certamente. Muito já se falou da reedição que Christophe Honoré faz do “movimento” francês em seus filmes, mas o que na verdade existe … Continue reading

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Em Paris (Dans Paris – Christophe Honoré, 2006)

Um filme com homens. De homens para homens, homens que sofrem, que gozam, que choram, que vivem… A sensibilidade da vida costuma estar muito presente em filmes ‘femininos ‘ (As horas como exemplo mais evidente pra mim), e é verdade, … Continue reading

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RoboCop (Paul Verhoeven, 1987)

As primeiras imagens de RoboCop, de Paul Verhoeven, sugerem que nossa visão foi vencida. Tudo é visto pelo filtro da imagem televisiva – gasta, logo irônica, porque estamos num futuro em que um certo tipo de imagem (a publicitária), pelo … Continue reading

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Blow-Up – Depois Daquele Beijo (Michelangelo Antonioni, 1966)

Aquilo que faz os personagens de Michelangelo Antonioni sofrerem bastante é a filiação extrema deles ao roteiro que acreditam piamente ser conclusivo (em Profissão: Repórter a crença é pior: a de que se pode se esconder no corpo do outro). Desse … Continue reading

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