Cinegame Plus [3] – RESULTADO

No surprises!

Essa semana só deu dados mesmo na brincadeira. Nenhum dos 4 personagens foi pêgo, e tivemos apenas três apostadores. Rafaéu, aquele que mais precisava de pontos extras, não apostou nada. Vamos ver como ficou o resultado deste último PAINEL:

– O PAINEL REVELADO –

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– AS APOSTAS FEITAS –

Lucas >> apostou 13 de seus 507 pontos na carta 8, dado 3.

Angelo >> apostou 150 de seus 940 pontos na carta 6, dado 3.

Thiago >> apostou 106 de seus 1206 pontos na carta 2, dado 5.

– O RESULTADO –

Lucas >> Até que teve sorte. A carta que escolheu continha um número par, diferente do número que apostou. Assim, perdeu os 13 pontos que apostou. Porém, isso poderia ter sido bem pior, se ele tivesse apostado mais, não é? Como diria a minha vovó, prejuízo pouco é lucro.
RESULTADO: 507 – 13 = 494 pontos.

Angelo >> Na mosca! Pela primeira vez alguém acerta a aposta do dado. Sendo assim, ele adciona mais 150 a seu placar.
RESULTADO: 940 + 150 = 1090 pontos.

Thiago >> Ficou na mesma, já que o número de sua carta era ímpar. Continua folgado na liderança.
RESULTADO: 1206 – 0 = 1206 pontos.

Último PAINEL sem grandes surpresas ou reviravoltas. Confiram as leves alterações sofridas no ranking, clicando aqui. Agradeço a todos pela participação, e espero que tenham se divertido. Agora é aguardar pelo GAME #7, o penúltimo desta temporada do CINEGAME.

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A Outra Face (Face/Off – John Woo, 1997)

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Uma doidera em cima da sempre interessante brincadeira de identidade de personagem, de você nunca saber o que é real ou ficção, se é mentira ou é verdade. O nível cheesy do Woo tá bem aceitável, você praticamente não pisca, nem nas infinitas câmeras lentas (os seus outros tiques, as pombas, aparecem numa cena também ótima). Na verdade, as cenas de ação e o ritmo alucinante que poderiam ser cafonas são é estilosos. E isso também é aumentado pela perspicácia em botar vários outros elementos: indo do óbvio como alternar cenas dos dois em cortes; para algo realmente unbefuckinlievable, como a cena que os dois apontam a arma pro espelho, nessa indefinição de quem eles vão matar, a face, a pessoa, enfim. Além de provar que o Travolta e o Cage só não são atores top porque não querem.

3,5/4

Pedro Kerr

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Cinegame – Game #6 – RESULTADO

 

– Quiz! –

Ninguém, surpreendentemente, gabaritou esse 6º game. As perguntas estavam bem fáceis, na maioria dos casos. Nothingman e Marcos Cad não participaram desta prova. Teriam desistido? Se assim for, já temos nosso quadro com os 4 finalistas, já que o Fabiano nunca mais deu sinal de vida. Confiram o gabarito, com algumas considerações em algumas das respostas:

– GABARITO –

1. No filme Esqueceram de Mim, o personagem Kevin coloca no vídeo uma fita entitulada Angels With Filthy Souls, e o assiste. Esse filme, porém, não existe, é uma sátira a Angels With Dirty Faces, de 1938. Portanto, houve uma inversão na pergunta. FALSO.

2. A primeira diretriz do Robocop é Serve the public trust, e não Serve the people. As demais estão corretas. FALSO.

3. A orelha do cientista realmente cai, e ele a guarda no espelho do banheiro. Mas em nenhum momento ele diz que a está reservando para dar de presente a ninguém. FALSO.

4. Realmente, a marca Texaco aparece em todos os 3 filmes. VERDADEIRO.

5. Kirk Lazarus ganhou o Oscar no filme, nem numa comédia como é Trovão Tropical o Ben Affleck seria capaz de tal façanha. FALSO.

6. Scarlet, desesperada ao ver seu amado Ashley ficar noivo de Melanie Hamilton, prima dos O’ Hara, acaba casando-se com o irmão dela, Charles. VERDADEIRO.

7. A atriz Tatum O’Neil recebeu o Oscar de Atriz Coadjuvante por Lua de Papel, aos 11 anos de idade. VERDADEIRO.

 

RESULTADOS –

Angelo Antonio Cordeiro
– Acertos: 6 > 90 pontos
– Bônus: 50 pontos
TOTAL: 140 pontos

Thiago M. Cezimbra
– Acertos: 5 – 75 pontos
– Bônus: 25 pontos
TOTAL: 100 pontos

Lucas Ribeiro
– Acertos: 5 – 75 pontos
– Bônus: 10 pontos

TOTAL: 85 pontos

Rafaéu Lopes
– Acertos: 5 – 75 pontos
TOTAL: 75 pontos

PS: Os pontos dos Bônus por envio mais rápido via email já foram adcionados ao ranking geral.

  

– RANKING da PROVA –

1º – Angelo Antonio Cordeiro – 140 pontos

2º – Thiago M. Cezimbra – 100 pontos 

3º – Lucas Ribeiro – 85 pontos

4º – Rafaéu Lopes – 75 pontos

 

>> Vejam o Ranking Geral e o novo calendário com as atividades até a grande final, clicando aqui.

>> Continuem suas apostas no PAINEL, e aguardem pelo GAME #7, o penúltimo dessa temporada do Cinegame, que diferente do resultado do GAME #5, será postado somente depois das 20:30 hrs de amanhã. Não percam!

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Cinegame Plus! [3] – Últimas Apostas

Estamos chegando ao final desta temporada do Cinegame. Amanhã teremos o penúltimo game, e já na sexta que vem, a grande final, onde os 4 primeiros colocados depois do resultado do Game #7 disputarão o prêmio final, de igual para igual, já que os pontos no ranking serão zerados.

Portanto, é de suma importância participar desse 3º e último PAINEL, que poderá ajudar a decidir quem vai pra final e quem morre na praia.

Vamos explicar novamente como funciona. Eis o PAINEL:

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Basta escolher uma carta do PAINEL, de zero a nove, apostar um valor nela (referente ao seu acúmulo de pontos no ranking), e escolher por fim um número de um a seis, na aposta do dado.

Maiores detalhes aqui:  COMO FUNCIONA O PAINEL.

Além dessa aposta de dados, há cartas extras com “poderes” especiais. Vejam:

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 CORINGA : A melhor! Quem pegar essa carta, terá a sorte de triplicar o valor de sua aposta.

 

 

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 MULHER GATO : Essa é uma verdadeira bomba… Quem pegar essa carta, perderá o valor apostado em dobro.

 

 

xrobinhoodcasa

 

 ROBIN HOOD : Carta da caridade. Quem pegar essa terá que roubar o valor apostado de um dos jogadores, e doar a um outro jogador.

 

xsaliericasa

 

 SALIERI : Boa também. Você terá o direito de surrupiar, obrigatoriamente do líder do ranking, o valor que apostou.

 

 

ATENÇÃO: As apostas, juntamente com a escolha da carta e do número do dado, devem ser feitas aqui, nos comentários, até as 17:00 hrs de amanhã.

Boa sorte!

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Por Um Fio (Phone Booth – Joel Schumacher, 2002)

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Mas olha só, esse Schumacher, que eu só conhecia dos filmes carnavalescos do Batman vem me surpreendendo. Primeiro, com Um Dia de Fúria, agora com esse Por Um Fio. Esse, pra mim, por ser curtinho (1h17m), e pela natureza simplista (quase todo o filme se passa dentro de uma cabine telefônica, além de ter sido rodado em alguns dias) funciona com a mesma intensidade que filmes como Encurralado e A Bruxa de Blair (que considero perfeitos, ao que se propõem).

Através de uma visão mais megalomaníaca o filme poderia ter pêgo os primeiros 45 minutos só para desenvolver mais aquilo que é o personagem do Colin Farrel, para que sentíssemos raiva (ou compaixão, dependendo do senso ético de cada um) dele, para aí sim passar para os outros 45 minutos em que ele estivesse na cabine sendo ameaçado, até o desfecho final. Mas não, o Schumacher prefere não desenvolver quase nada previamente, mas consegue, assim mesmo, apenas com aquela forma como vemos o personagem tratar seu assistente, nos primeiros 5 minutos do filme, ou como trata as prostitutas e o entregador de pizza, nos minutos seguintes, fazer com que o teor de asco necessário, na medida entre o asco e a compreensão, nos seja passada, para que quando ele finalmente se rendesse, exteriorizando o que realmente é, aquilo parecesse realmente um desabafo, um auto flagelamento, e não um ato desesperado de um verme asqueroso, prestes a ser morto por um maníaco, disposto a jogar a merda no ventilador para se safar.

Pequena obra prima dos nossos tempos. Deveria ter visto antes, subestimava sua capinha, com a cara feia do Farrel, todas as semanas, na locadora. Esse Schumacher tá me conquistando a cada filme, será que isso é bom? haha…

4/4

Rodrigo Jordão

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O Bom Pastor (The Good Shepherd – Robert De Niro, 2006)

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Boas surpresas ainda podem provir do cinema megalomaníaco e previsível da atualidade, e O Bom Pastor é um alento desses de que eu precisava para voltar a encarar a prateleira de lançamentos com menos temor. Robert DeNiro dirige esse drama confundido com suspense, que prima pelo interior de sua personagem-foco, assim como desmantela coisas interessantes da CIA – projeto típico de um roteiro de Eric Roth (Munique – por mais que seja vendido como algo a que dá pouca atenção (feliz ou infelizmente): a preocupação familiar e as relações extra-profissionais. Como fizera em Munique, Roth enche o filme de subtramas, mas que têm um peso tanto para o jogo curvo de espionagem, como para o psicológico do personagem de um Matt Damon cada vez mais eficiente, sério e que corre numa linha oposta à de Nicolas Cage, por exemplo (aparecer num mesmo estilo de filmes, porém, sem cansar o espectador com a sua aparência). Até porque a direção de Robert DeNiro serve as idas e vindas, nos tempos de II WW / Guerra Fria, sem dar muita velocidade ou suspense às cenas, bem como Edward Wilson encarou a sua situação: calado e atento ao que lhe circundava (não creio que cai tanto num jeito do Scorsese, não chega a ser uma direção “oh”, porém tem jogadas bem legais como a quando ele filma o professor inglês do Michael Gambon narrando a poesia copiada). Sendo assim, o maior acerto de O Bom Pastor é dar o valor devido a essas sub-tramas, nunca alargando-as exageradamente (tanto que as aparições de Jolie, fracas, são poucas de choradeira), nem as desprezando facilmente (a paixonite inicial e o arrependimento futuro de Edward no romance com a surdinha).

O diálogo do italiano com Edward Wilson e a cena do Natal são dois dos melhores momentos de um ator que vem caindo em descrédito e tenta ressurgir detrás das câmeras. Robert DeNiro pode fazer um filme parado (e a trilha sonora da dupla Zavos & Bruce Fowler prejudica a visão que se tem deste termo), mas jamais desinteressante, por resgatar a valorização do auto-entendimento do espectador e sua atenção presa aos tempos mais importantes do filme (entretanto, ele não precisa colocar o esquemático “pisque e perca” de Stephen Gaghans da vida). O aspecto positivo do roteiro, logo, está associado à direção, o que mostra uma leitura habilidosa de DeNiro. Há, entretanto, levantamentos negativos, principalmente no encontro de tempo esperado – o momento de 1961 ao qual o filme tanto se lançava e as gravações audiovisuais num hotel africano -, deixando em dúvida a real necessidade das interferências nos momentos inicias do episódio. Bem como a veia familiar de Edward Wilson; Angelina Jolie dá os esperneios e Eddie Redmave tem lances imaturos demais – eu queria socá-lo a todo momento, sem saber o porquê -, a evolução temporal é mal distribuída até pelas características técnicas do filme (a maquiagem só presta na cena em que o verdadeiro russo refugiado aparece) e fiquei com uma sensação um tanto quanto esquisita enquanto corriam os créditos (mais uma vez, sob uma péssima colocação inicial de trilha, desfazendo qualquer vontade de continuar a meditar diante a tela).

Resumidamente, O Bom Pastor não traz toda a velha vontade em correr aos cinemas para assistir a um novo suspense envolvendo sociedades secretas e afins, mas revela que, apesar de poucas, há ainda iniciativas valorizáveis nesse gênero na contemporaneidade.

3/4

Cassius Abreu 

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Marte Ataca! (Mars Attacks! – Tim Burton, 1996)

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Não fosse o momento do ataque marciano, em que o diretor libera os genocídios em massa, caindo no pastelão – algo que, não me perguntem por quê, faz-me desgostar de filmes (golpe duro aconteceu com A Regra do Jogo, do Renoir, nesse estilo, mas aí é outra análise) -, Marte Ataca! lideraria, ao lado de Peixe Grande e A Fantástica Fábrica o meu top de filmes do Burton. Bem, o que eu realmente gostei foi das várias personagens inseridas, com estereótipos – sim -, mas valorizadas e acidamente mexidas com o passar da invasão alienígena. Quando o Burton brinca – como se fosse os próprios marcianos – no discurso que o presidente faz, implorando aos atacantes que cessem, ele atingiu o auge do filme (e não podia ser outro a acompanhá-lo, senão Nicholson): uma espécie de recolocação à Guerra Fria (vamos dominar o mundo, aliados, e a bandeira sendo hasteada em um novo planeta – aqui, a marciana). Tem mais: os filhos do boxeador que conseguem salvar a Casa Branca por uns tempos, através do conhecimento tecnológico do videogame é uma boa resposta àqueles que criticavam a invasão dos games no mercado infantil (em contra-mão, toda a aula de história é desvalorizada naquele momento); o Michael J. Fox fora do curso “daquela” trilogia mostrando uma mídia totalmente regida pelo governo – quiçá perdida -; a personagem da Annette Bening é uma maravilha no tom cômico, enquanto foge do recurso alcóolico para uma religião cósmica (O Segredo, alguém? ). Mas, acima de tudo, na reação inicial aos marcianos, mostrando a fragilidade ao novo, a uma manipulação, bem como o imperialismo marciano pode ser visto como o próprio americano – e, nós, os derrotados, “auxiliamos” nesse processo, portanto – ou a babaquice presidencial e científica ser a própria raiz americana, enfim.

Marte Ataca! não me fez lá rir horrores, todavia, essa é uma coisa às vezes boa em comédias irônicas (Doutor Fantástico está aí para provar) para mim, pois mostra inteligência, que não precisa ser “sutil”, e ainda está descoberta (ou encoberta pela alienação dos nossos tempos).

3/4

Cassius Abreu

 Ou:  Marte Ataca! (Tim Burton, 1996) – Adney Silva.

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Cinegame Plus! [2] – RESULTADO

 

Thiago reassume a liderança!

O polêmico PAINEL, que vem dividindo opiniões aqui no Cinegame (os que se dão mal, não gostam, os que se dão bem, gostam haha) dá novamente as caras, e agora revelando o que havia por trás de suas cartas pretas numeradas.

Nesta semana acredito que o PAINEL vá causar ainda mais indisposição, já que quase todas as cartas “especiais” foram escolhidas. Angelo além de perder, automaticamente, pontos com a carta Salieri, ainda pode perder mais, com a carta Robin Hood. Será que vão mirar a flexa no pobrezinho? Sem mais delongas, vamos avaliar os estragos de uma vez:

– O PAINEL REVELADO –

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– AS APOSTAS FEITAS –

Lucas >> apostou 200 de seus 422 pontos na carta 4, dado 6.

Rafaéu >> apostou 100 de seus 275 pontos na carta 7, dado 2.

Angelo >> apostou 78 de seus 978 pontos na carta 0, dado 3.

Thiago >> apostou 150 de seus 456 pontos na carta 9, dado 6.

– O RESULTADO –

(Atualizado)

Lucas >> Não se deu tão mal não, pelo menos vai ganhar um amigo, já que pegou o Robin Hood, e terá que roubar 200 pontos de um dos jogadores e doá-los a alguém, a sua escolha (não vale dar os pontos a si próprio, é sempre bom lembrar). Quem serão os premiados?
Resultado: 422 – 0 = 422 pontos.

>> Lucas decidiu roubar os 200 pontos do Rafaéu, e dá-los ao Thiago. Além disso, ganhou +10 pontos de bônus por envio mais rápido das respostas do Game #6, e subiu para 432 pontos.

Rafaéu >> Esse se deu bem. Pegou o Salieri, e roubou, sem dó,  100 dos 978 pontos do líder no ranking, Angelo, e encosta nos favoritos.
Resultado: 275 + 100 = 375 pontos.

>> Rafaéu foi roubado pelo Robin Hood, perdendo 200 de seus preciosos pontos,  e caiu de 4º para 6º lugar.

Angelo >> Até parece olho gordo… Com tanta gente enchendo o saco por causa da sorte do Angelo no PAINEL anterior, que ao apostar tudo acabou triplicando seus pontos, parece que deu zica, e ele além de receber o golpe letal do Salieri, ainda corre um risco de levar uma flexada do Robin Hood. Mas vamos com calma, quem sabe o larápio não mira seu arco para outras bandas, não é? Ah, mas não foi só isso, ele ainda errou na aposta do dado… Sai urucubaca!
Resultado: 978 – 100 – 78 = 800 pontos.

>> Ganhou +50 pontos por envio mais rápido das respostas, e foi para 850 pontos.

Thiago >> Esse renasceu para o Cinegame como uma fenix! Depois de ver sua liderança desbancada, teve o rab… Ops… Teve a sorte de pegar justamnte o Coringa, triplicando sua aposta, e reassumindo a liderança, heroicamente!!!
Resultado: 456 +450 = 906 pontos.

>> Ganhou 200 pontos do Robin Hood, + 25 do bônus por envio mais rápido de respostas, e foi para 1131 pontos.

É isso. O 3º PAINEL está de volta na próxima quinta, às 13:00 hrs. Fiquem espertos, pois o prazo para apostas será de apenas 24 hrs. Até lá!

 

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Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei (Claudio Manoel / Calvito Leal / Micael Langer, 2009)

A ditadura é uma época que muitas pessoas (especialmente as mais velhas) não gostam muito de recordar. Cavucar nessa época bastante obscura da história brasileira é motivo de ânsia de vômito para muitos. Muitos militantes e artistas foram perseguidos, torturados, e, os que tiveram mais sorte, foram exilados. Mas alguns, por conta do radicalismo da época, somado ao racismo (que, apesar da maioria não admitir, ainda é fortíssimo nesse país), e a ingenuidade de alguns, acabaram sofrendo uma pena ainda maior. Wilson Simonal foi, talvez, o que mais sofreu essa pena.

Aqueles que acompanham a carreira meteórica do cantor não têm a menor dúvida de que ele foi um dos grandes da música popular brasileira. E, ao ver esse documentário, tive duas constatações: a primeira, que, realmente, ele, naquela época, era tão famoso que Roberto Carlos, o que não é pouco; e, segundo, nas palavras do Tony Tornado, que participa do documentário:” Um negão com Três Mercedes incomoda muito.”.

O grande acerto desse documentário (que, apesar de interessante, se mostrava simples, linear e esquemático até) está já no final do filme, quando aquele que, segundo conta a história, foi o catalisou de toda a queda vertiginosa do cantor, o seu ex-contador que, segundo conta a história, teria dado um desfalque nas contas dele, dá a sua versão dos fatos. Além de, naquele momento, fugir do esquema “documentário chapa-branca”, onde o homenageado é apenas exaltado, ainda permite a um consenso geral: de que Wilson Simonal pagou caro demais pela sua ingenuidade, pela sua irresponsabilidade. Sem dúvida nenhuma era uma história que precisava ser contada e resgatada.

Quem diria que um Casseta (Cláudio Manoel, um dos integrantes do grupo humorístico, é um dos diretores) conseguiria fazer um documentário de tal importância?

3/4

Adney Silva

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Cinegame – Game #6

 

– QUIZ –

Estamos chegando na reta final do Cinegame. E o jogo dessa semana é muito simples, afinal essa coisa de ir complicando conforme o game vai indo adiante é muito clichê. Basta enviar, via email, a resposta VERDADEIRO ou FALSO para cada uma das sete questões abaixo. Cada acerto vale 15 pontos:

 

QUIZ_01_

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QUIZ_3

QUIZ_4

QUIZ_5

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QUIZ_7

BÔNUS:

O primeiro a enviar as respostas via email (com ao menos 50% de acertos) ganha +50 pontos de bônus nesta semana. O segundo, leva +25 e o terceiro +10. Run, Forrest!

Além disso, quem conseguir matar primeiro o nome da atriz e do filme relacionados a essa última questão, respondendo as duas informações num único post, aqui nos comentários, ganha o direito de tirar 50 pontos de quem quiser. O segundo tira 25 e o terceiro 10.

Novo Prazo Final: O prazo para o envio das respostas via email e dos palpites para o bônus “ladrão” encerra-se às 13:00 hrs de quarta-feira.

Bom divertimento, e boa sorte, também.

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