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No Silêncio da Noite (Nicholas Ray, 1950)
Todo noir, ainda que revestido generosamente de um charme e de um bom humor como caminhos quase sempre terminados em peças genuínas de uma diversão e de um entretenimento (e que todas fossem assim) que simplesmente não se encontra mais, … Continue reading
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O Espelho (Andrei Tarkovsky, 1975)
Um bom modo de começar a filmografia do cara, já que é visivelmente o próprio na lâmina do espelho, enxergando em si a confluência de dois tempos, trazendo ao mesmo nível passado e presente, unindo-os na corrente de um fluxo … Continue reading
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Ensaio de um Crime (Luis Buñuel, 1955)
Só os primeiros seis minutos desta obra-prima do humor negro já deixariam qualquer filminho que tenta-brincar-com-a-morte-como-se-estivesse-projetando-imagens-de-pegapega-em-um-parquinho-infantil no chinelo: ainda enquanto criança, o bizarro protagonista de Ensaio de um Crime se mostra vislumbrado pela caixinha de música de sua mãe. Com … Continue reading
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Corrida Sem Fim (Monte Hellman, 1971)
Jamais poderia imaginar que um filme de corrida de carro fosse se transformar em um dos meus preferidos. Mas aconteceu. A minha sorte, porém, é que Two-Lane Blacktop, essencialmente, pode ser qualquer coisa, menos um filme de corrida. É uma … Continue reading
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Laura (Otto Preminger, 1944)
Fantástica a maneira como Preminger desenvolve seu tratado sobre a obsessão, oportunamente acobertado por uma trama típica de crime noir. E o mais curioso, muito além da inventividade de se repartir o tema sobre três personagens diferentes, armando, assim, um … Continue reading
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Anjo ou Demônio (Otto Preminger, 1946)
Um filme menor do noir, mas ainda assim muito bom – mesmo que este seja o grau de qualidade mínimo que algo do estilo pode alcançar, pelo menos quando tem um grande diretor por detrás das câmeras. O Preminger consegue … Continue reading
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Suspiria (Dario Argento, 1977)
Um grande exemplo de vitória da forma sobre o conteúdo, num surto absurdo de variação de cores que, em certos momentos, chegam a adquirir caráter quase lisérgico em sua participação imprescindível na composição atmosférica. A grande sacada de Suspíria é … Continue reading
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Os Chefões (Abel Ferrara, 1996)
Os Chefões pode insinuar, em alguns momentos, um diálogo fácil com outros filmes sobre a máfia, como O Poderoso Chefão e Era Uma Vez na América, mas não recordo de ter visto em algum outro filme um desejo tão intenso … Continue reading
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Tenebre (Dario Argento, 1982)
O mais metalingüístico cinema. E não são poucos os fatores que transformam esta obra-prima de Dario Argento, provavelmente o grande filme da carreira do italiano, num filme completamente debruçado sobre esta técnica que, de modo ainda tímido e insuficiente, aparecia … Continue reading
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