
Diversão. Essa palavra define bem o que os estúdios Marvel têm conseguido apresentar desde que resolveram tomar conta de alguns de seus super-heróis. Como já haviam conseguido em O Homem de Ferro. O Incrível Hulk é engraçado, cheio de ação e uma trama bem amarradinha. Além disso, conta com um elenco bem sintonizado: Norton está ótimo, como de costume; William Hurt, apesar de discreto, é o William Hurt; Liv Tyler é um monumento e não fica só nisso, desempenha muito bem o papel de donzela em perigo, representando muito bem a urgência que Hulk tem em resolver problemas. E, por fim, Tim Roth. Como é bom vê-lo em um papel importante (não, não acho Roth um grande ator, mas também não o acho ruim ao ponto de ser relegado somente a produções sem expressão alguma) e ele dá conta do recado como principal rival do gigante esmeralda, demonstrando uma obsessão doentia por derrotar Hulk e, de certa forma, uma inveja crescente dos poderes do gigante.
As cenas no Rio de Janeiro ficaram muito boas, é interessante e engraçadíssimo ver o Ed Norton arranhando no português. No final, ainda temos uma surpresa pra quem já assistiu ao Homem de Ferro até o final dos créditos.
3/4
Djonata Ramos
2 Responses to O Incrível Hulk (Louis Leterrier, 2008)