
Chato é argumento? Se é ou não, nesse momento, simplesmente não me interessa. Afinal, não consigo arranjar um termo tão perfeito pra definir o último trabalho de Mike Nichols (Closer).
Jogos do Poder é chato, c-h-a-t-o, chatíssimo. Incrível que nada se salva, pra não dizer que exagero, Seymour Hoffman tem os únicos “bons” momentos do filme, já seus companheiros de elenco, meu Deus, péssimos. Tom Hanks e Julia Roberts estão, atualmente no mesmo “time” de Nicolas Cage – astros decadentes e que tem o condão de irritar, pelo simples fato de estarem em cena.
Pra mim, é particularmente triste ver um filme tão desinteressante de Nichols, digo isso, porque sou grande admirador de Closer e, sem dúvida, esperava algo bom desse novo.
Tio Nichols, volte a filmar relacionamentos e deixe a politicagem de lado. Obrigado.
1/4
Djonata Ramos