Heath Ledger (Especial James Dean)

1979 - 2008

Na década de 50, quando ainda era vigente em Hollywood o esquema do star system, onde estrelas de cinema estavam vinculadas diretamente aos estúdios e estes cuidavam do culto a elas como o mais importante dos negócios publicitários, era natural o desenvolvimento de um mito póstumo tomando-se por base a figura de um jovem e promissor ator morto prematuramente, como aconteceu com James Dean. Nos anos 2000, época em que as estrelas são cadentes e lutam com foices para se manterem em evidência, uma perda de um jovem talento não causaria uma comoção tão grande, ainda mais sem o apoio maciço de uma grande máquina publicitária. Mas não foi isso que aconteceu com Heath Ledger, morto por uma overdose acidental de remédios para dormir em 22 de janeiro de 2008, e que mobiliza multidões a verem nos cinemas uma de suas últimas performances e saírem de lá lamentando a tragédia. As justificativas para o fenômeno não podem ser limitadas ao marketing da Warner, já que o resultado que é visto na tela não pode ser forjado: Ledger não era somente um talento promissor, já era um ator extraordinário.

Nascido na Austrália, Ledger começou a atuar profissionalmente durante a adolescência, fazendo basicamente séries de televisão locais. Seguindo o caminho padronizado de todo jovem ator, fez em 1999 a comédia romântica 10 Coisa Que Eu Odeio Em Você, ao lado de Julia Stiles, no clássico papel do canalha que no fundo tem um coração. O filme fez algum sucesso nas bilheterias e possibilitou a Ledger uma maior notoriedade no circuito cinematográfico dos EUA, facilitando sua entrada em Hollywood. Ao lado de Mel Gibson fez O Patriota, que teve sucesso de público e fez de Ledger uma figura ainda mais conhecida. Como todo dono de estúdio busca em um novo rostinho bonito a promessa de milhões em bilheteria, Ledger foi escolhido para fazer outro filme épico, desta vez destinado a um público mais jovem: o bobo Coração de Cavaleiro, onde ele faz seu primeiro protagonista. Esses 3 primeiros filmes demonstravam que a carreira de Ledger estava destinada a seguir o mesmo caminho que a de outros tantos atores jovens de Hollywood, se revezando à frente de um filme pipoca com zero de pretensão artística. E de certa maneira, foi este mesmo o caminho que ele seguiu em algumas de suas produções seguintes, O Devorador de Pecados e Ned Kelly. Até mesmo Honra e Coragem, um épico pretensioso dirigido por Shekhar Kapur, resultou em frustração por parte da crítica – além de um retumbante fracasso de bilheteria. Mas, por sorte, esse caminho-padrão foi deixado de lado graças a escolhas menos óbvias e mais conscientes feitas por Ledger, a partir de A Última Ceia.

O filme de 2001, dirigido por Marc Forster e que deu a Halle Berry o Oscar de Melhor Atriz em 2002, foi uma espécie de primeiro divisor de águas na carreira de Ledger, só que menos evidente do que se nota. No filme, Heath Ledger faz o filho angustiado de Billy Bob Thornton, que a todo custo tenta agradar o pai e é mal-sucedido. As frustrações o levam ao suicídio, numa cena densa e difícil para um ator que até então estava acostumado a fazer filmes despretensiosos. A construção que Ledger fez do personagem em A Última Ceia chamou a atenção de Ang Lee, que na época ainda estava trabalhando em Hulk, mas que já se preparava para o próximo projeto, a adaptação do conto de Annie Proulx sobre a relação entre dois cowboys em Wyoming, durante 20 anos, em Brokeback Mountain. O interesse de Ang Lee no conto advinha de seu talento natural para retratar estórias sobre personagens excluídos, que sempre reprimem sentimentos e determinam suas vidas baseadas em dores mantidas em segredo. Esse assunto já era o mote principal de Banquete de Casamento, Razão e Sensibilidade, Tempestade de Gelo, O Tigre e o Dragão, Hulk e seria também em O Segredo de Brokeback Mountain. A escolha de Heath Ledger para o papel do reprimido Ennis Del Mar foi justamente conseqüência do trabalho do ator em A Última Ceia, que deixou Ang Lee bastante impressionado. A participação de Ledger no filme só foi acertada depois dele ter sido convencido por Naomi Watts, sua namorada na época, de que era uma boa coisa fazer o desafiador papel, e ainda teve que enfrentar a descrença por parte dos envolvidos no projeto, já que o ator não despertava nenhum tipo de confiança até então.

Foi esse clima de descrença que elevou o nível de surpresa por parte da imprensa, em 2005, quando Brokeback Mountain foi lançado no Festival de Veneza. A destreza de Ang Lee em abordar um tema que até então era visto como tabu de modo tão sutil e nada sensacionalista, sem levantar bandeiras e optando por retratar a relação homossexual como qualquer outro tipo de relação amorosa, e principalmente a performance magistral de Heath Ledger, num papel interiorizado, desenvolvendo a personagem com uma limitação de gestos e muito trabalho baseado nos olhos, tudo isso moveram as atenções da crítica para a produção, que acabou levando o prêmio principal do Festival. O sucesso do filme, tanto de público quanto de crítica, elevou Ledger ao status de estrela ascendente em Hollywood, sendo indicado ao Oscar de Melhor Ator, em 2006. A partir de Brokeback Mountain, Heath Ledger começou a escolher com mais propriedade os filmes que participaria. Pouco antes e pouco depois do lançamento do filme Ang Lee, Ledger foi visto na fábula visual de Terry Gilliam, Os Irmãos Grimm, na produção independente Os Reis de Dogtown e na comédia romântica de época Casanova, mas logo depois de Brokeback Mountain seus projetos  foram escolhidos a dedo.

Novamente desafiando os limites de interpretação, ele protagonizou Candy, filme australiano sobre o amor e as drogas, onde o personagem de Ledger faz uma viagem alucinante ao inferno das drogas. Em seguida, foi um dos seis Bob Dylan no genial I’m Not There, de Todd Haynes, biografia às avessas sobre o gênio da música, nas várias fases de sua vida/morte. O “Dylan” de Ledger é o da década de 70, mostrando seu lado familiar e mais íntimo. À época da produção, Heath Ledger ainda era casado com a atriz Michelle Williams, que conheceu nas filmagens de Brokeback Mountain e com quem havia acabado de ter uma filha, Matilda. O retrato de Ledger em I’m Not There era uma espécie de reflexo sobre sua própria postura com relação à vida pessoal, sempre buscando ser mais reservado e distante dos spots. Já o papel seguinte do ator o colocaria definitivamente em evidência na indústria, sendo o maior blockbuster de 2008. Mas apesar do caráter de “produção de mega-orçamento”, O Cavaleiro das Trevas se revelou um duro estudo da personalidade humana e da própria sociedade, confrontada com a mais completa falta de razão, com a loucura. Heath Ledger foi escolhido para dar vida ao clássico personagem Coringa, a própria insanidade, papel que antes havia sido de Jack Nicholson no filme de Tim Burton, Batman, de 1989. Mas enquanto Nicholson se caracterizou com doses cavalares de humor e farsa, Ledger fez uma composição muito mais densa e complexa, tecendo o coringa sempre num limite bastante tênue entre a repulsa e o carisma. O personagem de Ledger no filme de Christopher Nolan é pura explosão, mas nunca é caricatura; é o absurdo humano em conflito extremo com a bizarrice da existência.

Como o filme só foi lançado depois do falecimento do ator, a mobilização para conferir o último trabalho completo de Ledger (The Imaginarium of Doctor Parnassus não foi concluído por ele) foi substancial, mas novamente a surpresa diante de um trabalho tão magnífico tomou conta da imprensa e do público (assim como houve como James Dean, com Assim Caminha Humanidade, Heath Ledger está cotado para uma indicação póstuma ao Oscar, por O Cavaleiro das Trevas), semelhante ao que houve em Brokeback Mountain. E mais impressionante ainda é estabelecer um paralelo de comparação entre as duas composições, em dois filmes tão distintos, seguindo linhas de interpretação tão opostas, mas com resultados igualmente geniais. A morte de Ledger causou comoção, não pela máquina industrial, mas pela tristeza em perceber que ele estava no auge do talento. Mas não se pode dizer que fica a sensação de algo incompleto, já que Heath Ledger definitivamente se provou como um grande ator, um dos maiores de sua geração.

O Segredo de Brokeback Mountain (Ang Lee, 2005)

O ambiente externo e a condição humana em Brokeback Mountain

No aspecto mais evidente do desenvolvimento de um plano cinematográfico se espera que o ambiente e as personagens trabalhem em conjunto – ou em sentidos diametralmente opostos, dependendo da proposta – para a compreensão e o desenrolar da narrativa. Em um filme que foi classificado por muitos como um western essa expectativa fica ainda mais clara, já que o tom clássico a ser adotado parece bastante natural. Mas o que Ang Lee constrói em Brokeback Mountain é um desses exemplos de brilhantismo estético difíceis de equiparar no cinema contemporâneo. Brokeback Mountain é um filme do cenário que rodeia as personagens que vivenciam o drama narrado, mas estas personagens trabalham seus conflitos do modo mais interiorizado possível e Lee as coloca na mais ampla das paisagens. Se o protagonista demonstra uma impossibilidade de comunicação por meio de sua personalidade, o ambiente que o rodeia é todo aberto para qualquer tipo de interação, na esperança do contato. Assim, Lee estabelece um esquema de exposição do externo na tentativa de compreender o interno. Assim, Brokeback Mountain se torna um filme que foge dos métodos clássicos, ainda que tão evidentemente acadêmico.

Desde as primeiras cenas o público é levado a encarar a sensação de que, para chegar perto do que virá a ser o drama das personagens que estarão na tela, se faz necessária uma abordagem geral do universo que rodeia aquelas vidas. Basicamente antes de cada plano em que uma das personagens diz alguma coisa – seja pelo corpo, seja pela fala – a câmera faz um plano aberto ao extremo, como se buscasse captar o máximo das informações que rodeiam àquela alma que deverá ser dissecada, pela leitura do corpo e do ambiente. O filme clássico-narrativo de Lee se revela uma das mais complexas experiências de leitura cinematográfica dos últimos tempos, partindo de um primeiro plano com um caminhão sendo observado de longe, seguindo em direção ao oeste em meio ao sereno. Em seguida veremos a figura central do filme descer do veículo, ainda sem podermos chegar perto dele. Nos planos seguintes a câmera vai propondo uma espécie de aproximação cautelosa de Ennis Del Mar (Heath Ledger), o homem em questão, ficando ainda meio reticente, mesmo quando já mais próxima dele (e o chapéu colocado na altura dos olhos ainda impede um contato maior). Já a segunda personagem que veremos no plano faz o trajeto contrário. Ao invés de se seguir um caminho de aproximação até Jack Twist (Jake Gyllenhaal), é ele quem chega de carro para junto da câmera. E é visto logo depois de cara limpa para quem quiser ver, lança o olhar para onde deseja, mesmo que em seguida o desvie. Em menos de dois minutos está estabelecido tudo que é necessário saber para acompanhar a trajetória dos dois e que será desenvolvido em seguida: Ennis não é capaz de dizer coisa alguma, é fechado dentro de uma armadura seca e se conforma em não confrontar situações adversas; Jack é aberto às possibilidades, saiu de casa para buscar uma vida melhor e não deixa de reclamar um segundo se algo o deixa insatisfeito. Os dois se envolverão em seguida quando, já isolados no trabalho na montanha, forem levados a confrontar a própria natureza. O frio que impede Ennis de dormir do lado de fora da barraca é um aspecto natural externo, a impossibilidade dele de compreender o desejo por Jack é a própria natureza humana. Ennis Del Mar se ergue em tela nos momentos que sucedem o envolvimento dos dois como o ser humano em estado bruto, puro e simples, em conflito latente contra sua própria condição. No caso de Ennis, esse conflito atinge níveis guturais, como quando ele se despede de Jack sem ao menos o tocar e momentos depois cai num beco, sentindo uma dor insuportável, decorrente de coisas que ele não foi capaz de dizer – e que ainda teria que guardar nos anos seguintes.

A vida que seguirá para cada um deles é importante para a compreensão das opções estéticas do filme, já que o excesso de cores no núcleo familiar de Jack, após se casar com Lureen (Anne Hathaway) e a ausência delas no núcleo de Ennis e Alma (Michelle Williams) são igualmente artificiais, no sentido da não-naturalidade das existências. A fotografia de Rodrigo Pietro, assim como a música de Gustavo Santaolalla, só recobram um sentido de naturalidade nos momentos em Ennis e Jack estão juntos em Brokeback. Novamente é o cenário falando alto na compreensão global das personagens, já que é somente lá que eles são capazes de coexistirem em harmonia e naturalidade, e a montanha sendo muito claramente uma base firme de um relacionamento. E o conflito gerado entre o artificial e o natural, o externo e o interno mais uma vez vira o ponto central do filme. Quando Jack propõe que os dois tentassem uma vida juntos ali, Ennis é incapaz de aceitar a idéia, preferindo não confrontar a sociedade por conta do relacionamento dos dois. O que resta a eles é voltar para os artifícios sociais e viver na esperança do retorno esporádico para o que é natural em Brokeback. No caso, o próprio amor.

À medida que o filme se desenvolve, Ennis vai se tornando ainda mais só e Jack cada vez mais angustiado com a impossibilidade de viver a relação. São nesses momentos que fica impossível sentir qualquer tipo de estranheza com relação aos dois, mesmo para aqueles que traziam algum preconceito quanto ao envolvimento de dois homens. Ennis e Jack compartilham juntos uma vida partida, mas ao mesmo tempo sozinhos, e mesmo inseridos num ambiente familiar próprio são incapazes de interagir naturalmente, pois a situação cotidiana é uma traição humana, muito mais que uma traição social. Esta é a maneira que Ang Lee encontra para colocar a sociedade opondo os dois amantes, nunca de forma direta e catártica, nem mesmo quando Alma revela para Ennis, depois de tantos anos, que ela já sabia do envolvimento dele com Jack. Da mesma forma, a cena em que Lureen conversa ao telefone com Ennis, mais próximo do final, é completamente ambígua sobre o conhecimento ou não dela em relação ao que de fato viveu o marido – e sobre o desfecho, tal como na mente de Ennis.

As elipses discretas que encaminham a estória à cena do trailer impedem que tenhamos de cara uma real noção do tempo passado, da potência do sofrimento dos dois diante da distância. Lee reserva tudo que há de mais doloroso para o momento final, quando Ennis tem um diálogo com a filha que está prestes a se casar. A primeira posição dele é de distanciamento, como se fosse sua sina ser só e se manter à parte do convívio social que lhe possibilitasse algum tipo de felicidade. Depois Ennis volta atrás, talvez por não desejar que a filha ficasse triste mais uma vez com sua negligência, talvez por achar que a penitência fosse cara demais para alguém que já havia sacrificado tanto até então. Quando fica novamente só, Ennis se abre para sua única verdade na vida. Ang Lee pára a câmera no rosto de Heath Ledger, que até então havia desenvolvido com poucos gestos um personagem duro, incapaz de se expressar claramente, de ser objetivo em seus desejos; neste momento, Ledger mantém a incapacidade e diz uma fala incompleta, mas diferente de tudo que havíamos acompanhado até ali, compreendemos sua condição, ainda que não saibamos de seu destino. Fechar uma porta, manter aberta uma janela que dá para uma estrada ainda a ser percorrida, a dor de saber que se está só e que isso foi opção própria. Na promessa final de Ennis diante de um passado manchado com um sangue já não é mais vivo, a dor maior de uma alma finalizada ainda em vida, a dor maior possível ao amor. Um dos finais mais tristes do cinema, num filme que da observação externa absoluta encontrou um interior devastado.

Thiago Macêdo Correia

11 Comments

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11 Responses to Heath Ledger (Especial James Dean)

  1. Cassius

    Espetacular, Thiago, como costumeiro; mas desta vez, você se superou – como todos têm feito até aqui no Especial.

    O texto introdutório está perfeitamente calculado nas informações e algumas colocações pessoais bem levantadas e com as quais concordo.

    “Brokeback” é lindo demais e, no momento, eu valorizei mais a atuação do Gylenhaal, mas, com o tempo e este teu texto, fui descobrindo a genialidade na composição do Ledger.

  2. Daniel Dalpizzolo

    Só Thiago poderia falar de Brokeback com essa desenvoltura. É o grande trabalho de Ledger no Cinema, não poderia haver melhor representante.

  3. Luis Henrique Boaventura

    Lindo demais o texto do Thiago. E também duvido um pouco (ainda não vi o tdk) que o Coringa tenha superado o Ennis Del Mar. Impressionar com um personagem todo cool e cheio de tiques é fácil.

  4. Felipe

    Muito bons seus textos Thiago. A crítica principalmente, consegue captar muito bem a essência do filme.

  5. Vinícius Laurindo

    Thiagão, um baita texto para um baita filme. Meus sinceros parabéns.

    E acho a atuação do Ledger em BBM a melhor de sua carreira, superior ao famigerado Coringa e tudo o mais.

  6. Seu texto é muito claro e associativo. Acho que esclarece muito sobre a carreira de Ledger, que para mim era mais lembrado por ‘Brokeback’ e ‘O Patriota’, pois não cheguei a ver outros filmes dele como protagonista.

    Belo apanhado de exemplos sobre o tipo de enredo explorado em Brokeback Mountain. Talento e inspiração quando se juntam, já se sabe! estou falando da sua crítica, que foi a melhor que li sobre o filme. É claro que vale para o ator também. Um abraço!

  7. francisco

    Voce sabe o que é um crítico, é um cara que vê uma arvore, mas não a compreende, não sabe qual é sua função. Barbara Heliodora e o grande João Candido Galvão podiam não saber mas denotavam todos os possíveis angulos, tudo o que se podia ver de uma cena no teatro. Cara sinto não ter lido nada que voce escreveu antes. Heath Leadger é uma das melhores matérias que já li. O comentário sobre Brokeback montain é fantástico.
    Gostei muito volto de vez em quando pra ler mais.

    Francisco

  8. Thiago Macêdo

    Muito obrigado, fico lisonjeado com as palavras!

  9. ALEXANDRE

    Entrei neste blog,por acaso pois não sabia da existência dele mais..enfim..a forma como o filme foi colocada,foi muito verdadeira,todos aqui já disseram isto,só queria ressaltar uma coisa:
    Não existe nada no mundo(na minha opinião) capaz de retratar tão bem os dramas,os sofrimentos,a vida em si como ela realmente é,como o cinema retrata,esse filme é a realidade de muitas pessoas pelo mundo a fora..uma realidade tão complexa e na maioria das vezes sofrida, que somente a magia do cinema conseguiria imitar nas telas aquilo ninguém pode imitar…A VIDA COMO ELA É DE VERDADE, SEM MASCARAS E SEM MENTIRAS !!!

  10. Adriano

    Thiago
    O comentário do Alexandre é muito apropriado e retrata exatamente o que sinto sobre esta obra prima do cinema que é brokeback montain. Lamento profundamente pela morte deste ator fantástico que tão bem soube interpretar o drama do personagem Ennis Del Mar – Heath Ledger.

    Parabens pela sua crítica!

  11. jovelina

    Acho a atuação de Heath Ledger em “brokeback mountain ” perfeita, à nível dos grandes astros antigos,tais como Brando,Gerard Depardiè e outros.Ledger estava à se burilar, creio que se juntaria ao seleto grupo de astros que são mais talentosos do que bonitos.A morte dele não permitiu o dasabrochar pleno do ator.Como fã de Ledger fico à pensar:que atuações majestosas este australiano ainda nos proporcionaria?