Autor: Geo Abreu

  • Festival de Brasília: Sessão de curtas

    Festival de Brasília: Sessão de curtas

    Por Geo Abreu Nossos Passos Seguirão Os Seus…, Ulton Oliveira (RJ) Não é a Primeira Vez que Lutamos Por Nosso Amor, Luis Carlos De Alencar (RJ) Calunga Maior, Thiago Costa (PB) Rumo, Bruno Victor E Marcus Azevedo (DF) A criação de memórias tem aparecido como tema em muitos dos filmes…

  • Festival de Brasília: Mato Seco em Chamas

    Festival de Brasília: Mato Seco em Chamas

    Por Geo Abreu “A única coisa que nos interessa são as nossas lendas, as lendas da Ceilândia.” Em questão de meia hora, Mato Seco em Chamas resume sua história num prólogo: Chitara se transforma numa das gasolineiras mais respeitadas da Ceilândia e, a partir de seu lote no bairro do…

  • CINEMA DE GIRA: NOTAS SOBRE ALGUNS FILMES-MACUMBA BRASILEIROS

    CINEMA DE GIRA: NOTAS SOBRE ALGUNS FILMES-MACUMBA BRASILEIROS

    por Geo Abreu Rituais, segredo, discriminação, comida e comunidade. No geral, são esses os termos que me vêm à cabeça quando penso na palavra macumba. Muitas vezes ligado a enunciados preconceituosos, o termo se confunde com a história dos africanos trazidos ao Brasil à força de uma assimilação violenta. Violência…

  • Seis parágrafos sobre cinco curtas

    Seis parágrafos sobre cinco curtas

    Sobre cinco curtas visto em Tiradentes 2022 que continuarão comigo por um tempo. Por Geo Abreu A discussão sobre as vantagens e desvantagens de acompanhar um festival de cinema online tem sido recorrente e esse texto não traz novidades a respeito, apenas a constatação de que mergulhar numa sessão na…

  • Anotações sobre Uma Paciência Selvagem me Trouxe Até Aqui, de Érica Sarmet

    Anotações sobre Uma Paciência Selvagem me Trouxe Até Aqui, de Érica Sarmet

    Por Geo Abreu  Mais uma edição da Mostra de Cinema de Tiradentes vai terminando. Apesar de nunca ter participado presencialmente, pude acompanhar a mostra nos últimos anos por consequência das medidas sanitárias de combate à Covid-19 e do pouco que pude observar até aqui, a força dessa 25ª edição deve…

  • Meus Santos Saúdam Teus Santos: Carta a Rodrigo Antônio

    Meus Santos Saúdam Teus Santos: Carta a Rodrigo Antônio

    Por Geo Abreu Filho, larga a vaidade, prepare-se És do povo és da mata garanto-lhe Rodrigo, sei que entendes o que vou dizer: como é bom encontrar filme amazônida na programação de um festival. Nosso sotaque anasalado guiando o percurso de um filme e dessa vez não pelo viés da…

  • Mostra de Cinema de Tiradentes: O Dia da Posse

    Mostra de Cinema de Tiradentes: O Dia da Posse

    Por Geo Abreu A tradição do encontro com personagens documentais comuns e extraordinários, que muito deve ao cinema de Eduardo Coutinho, é resgatada por O Dia da Posse, de Allan Ribeiro. O cineasta nos apresenta Brendo, rapaz de fala fácil que cruza diversas referências pop em suas preleções, indo desde…

  • Cinema, dinheiro e marmitas

    Cinema, dinheiro e marmitas

    Por Geo Abreu As condições do país-brasil se (con)fundem com as condições do cinema brasileiro na atualidade. Trilhando um trajeto particular pelos programas de curtas da Mostra de Cinema de Tiradentes – e assumindo sem pudor que escolho os filmes realmente curtos – emendei sem pensar muito a respeito: Ácaros,…

  • Um lugar ideal para fantasmas-banana

    Um lugar ideal para fantasmas-banana

    Por Geo Abreu The day Carmen Miranda diedThey put a photograph in the magazineHer dead mouth with red lipstick smiledAnd people cried, I was about tenBut today, but today, but today, I don’t know whyI feel a little more blue than then Pintando o céu do Aterro do Flamengo com…

  • À sombra do híbrido biológico mecânico

    À sombra do híbrido biológico mecânico

    Por Geo Abreu Uma das principais alegorias do humano moderno pode ser resumida à cena em que Charles Chaplin aperta parafusos na linha de produção de uma fábrica em Tempos Modernos. Essa automatização ligada a movimentos repetitivos e condições ultrajantes de exploração seria o começo de uma linha evolutiva que…

  • Olhar de Cinema: O Sonho do Inútil (José Marques de Carvalho Jr.)

    Olhar de Cinema: O Sonho do Inútil (José Marques de Carvalho Jr.)

    Por Geo Abreu Um traço que podemos encarar como característico do cinema produzido nesses anos pandêmicos é a atenção ao material de arquivo como fonte, fato interessante se pensarmos no nível individual a partir da quantidade de imagens produzidas no mundo todos os dias e o dilema que se impõe…

  • Às mulheres que seguem, ignorando o falatório

    Às mulheres que seguem, ignorando o falatório

    Por Geo Abreu Grata surpresa conhecer Imo, de Bruna Schelb Corrêa, três anos após sua estreia na Mostra de Cinema de Tiradentes, em 2018. Ignorante das críticas feitas ao filme nesse primeiro momento, passei por ele, feliz em testemunhar os exercícios de experimentação e a clara adesão ao surrealismo como…

  • O que deve o cinema marroquino da década de 1970 filmar?

    O que deve o cinema marroquino da década de 1970 filmar?

    Por Geo Abreu  Um balcão de bar com pelo menos três homens envolvidos numa clássica conversa bêbada, em que alguém recusa um trago e provoca grande desfeita, indo do registro de uma conversa entre amigos à inimizade fortíssima ainda na apresentação do filme. Todo esse movimento filmado à distância, com…

  • Karioka (Takumã Kuikuro, 2014)

    Karioka (Takumã Kuikuro, 2014)

    Por Geo Abreu “Takumã Kuikuro leaves his village in Alto-Xingu, Mato Grosso, with his wife and children, to live in Rio de Janeiro for a while”.[1] Ta Ku Ti Ü Ka Kagihutü / aʒiutˈ Carioca / kaɾjˈɔkɐ /[2] Imagens do Rio de Janeiro visto de Niterói, Praia de Icaraí, Museu…