Tag Archives: cinema
Screenshots! – Emboscada (Lured – Douglas Sirk, 1947)
por Fernando Mendonça Alguém aí consegue imaginar Douglas Sirk filmando Boris Karloff? Podem acreditar, isso existe. E o medo também…
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A Dama Fantasma (Phantom Lady – Robert Siodmak, 1944)
Um paradoxo ambulante. Todo o primitivismo narrativo e a ingenuidade já pouco comum em meados de anos 40 em conluio com um insight mais radical que o outro. A cena em que Kansas segue o barman pelas ruas de Nova … Continue reading
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Chamas que Não se Apagam (There’s Always Tomorrow – Douglas Sirk, 1956)
Da overdose de filmes do Douglas Sirk que sofri nos últimos dias, com certeza, a que me deixou mais seqüelas foi a do assombroso “Chamas que Não se Apagam”. Um melodrama puro, pleno como somente Sirk era capaz de fazer. … Continue reading
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Screenshots! – O Gato de Nove Caudas (Ill Gatto a Nove Code – Dario Argento, 1971)
por Luis Henrique Boaventura Dizem que estava no roteiro. “Homem de terno pega trem na estação”. Argento leu e entendeu isto aí:
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A Bela Junie (La Belle Personne – Chistophe Honoré, 2008)
Havia na Nouvelle Vague sobretudo um reconhecimento de todo o cinema que veio antes. Reconhecimento da maturidade, certamente. Muito já se falou da reedição que Christophe Honoré faz do “movimento” francês em seus filmes, mas o que na verdade existe … Continue reading
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Em Paris (Dans Paris – Christophe Honoré, 2006)
Um filme com homens. De homens para homens, homens que sofrem, que gozam, que choram, que vivem… A sensibilidade da vida costuma estar muito presente em filmes ‘femininos ‘ (As horas como exemplo mais evidente pra mim), e é verdade, … Continue reading
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RoboCop (Paul Verhoeven, 1987)
As primeiras imagens de RoboCop, de Paul Verhoeven, sugerem que nossa visão foi vencida. Tudo é visto pelo filtro da imagem televisiva – gasta, logo irônica, porque estamos num futuro em que um certo tipo de imagem (a publicitária), pelo … Continue reading
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Blow-Up – Depois Daquele Beijo (Michelangelo Antonioni, 1966)
Aquilo que faz os personagens de Michelangelo Antonioni sofrerem bastante é a filiação extrema deles ao roteiro que acreditam piamente ser conclusivo (em Profissão: Repórter a crença é pior: a de que se pode se esconder no corpo do outro). Desse … Continue reading
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Screenshots! – O Apicultor (O Melissokomos – Theo Angelopoulos, 1986)
por Fernando Mendonça Ver um Angelopoulos é comemorar uma boda, reafirmar uma aliança, perceber que é preciso apaixonar-se filme após filme pra continuar respirando…
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