Category Archives: Comentários
That’s all, folks!
Mais de três anos se passaram desde que, naquele 11 de maio de 2008, em nossa então nova página de blog, postávamos os primeiros textos do que viria a se transformar dias depois no MULTIPLOT. Nada daquilo foi por acaso. … Continue reading
Filed under Comentários
Parado.
Desde metade de 2010, por tempo indeterminado. Boaventura, Dalpizzolo, Lazo e Thiago Macêdo podem ser encontrados no Cineplayers. Nando Mendonça e Ranieri Brandão estão no Filmologia.
Filed under Comentários
A Dama Fantasma (Phantom Lady – Robert Siodmak, 1944)
Um paradoxo ambulante. Todo o primitivismo narrativo e a ingenuidade já pouco comum em meados de anos 40 em conluio com um insight mais radical que o outro. A cena em que Kansas segue o barman pelas ruas de Nova … Continue reading
Comments Off on A Dama Fantasma (Phantom Lady – Robert Siodmak, 1944)
Filed under Comentários
Chamas que Não se Apagam (There’s Always Tomorrow – Douglas Sirk, 1956)
Da overdose de filmes do Douglas Sirk que sofri nos últimos dias, com certeza, a que me deixou mais seqüelas foi a do assombroso “Chamas que Não se Apagam”. Um melodrama puro, pleno como somente Sirk era capaz de fazer. … Continue reading
Filed under Comentários, screenshots
A Bela Junie (La Belle Personne – Chistophe Honoré, 2008)
Havia na Nouvelle Vague sobretudo um reconhecimento de todo o cinema que veio antes. Reconhecimento da maturidade, certamente. Muito já se falou da reedição que Christophe Honoré faz do “movimento” francês em seus filmes, mas o que na verdade existe … Continue reading
Filed under Comentários
Em Paris (Dans Paris – Christophe Honoré, 2006)
Um filme com homens. De homens para homens, homens que sofrem, que gozam, que choram, que vivem… A sensibilidade da vida costuma estar muito presente em filmes ‘femininos ‘ (As horas como exemplo mais evidente pra mim), e é verdade, … Continue reading
Filed under Comentários
RoboCop (Paul Verhoeven, 1987)
As primeiras imagens de RoboCop, de Paul Verhoeven, sugerem que nossa visão foi vencida. Tudo é visto pelo filtro da imagem televisiva – gasta, logo irônica, porque estamos num futuro em que um certo tipo de imagem (a publicitária), pelo … Continue reading
Filed under Comentários
Blow-Up – Depois Daquele Beijo (Michelangelo Antonioni, 1966)
Aquilo que faz os personagens de Michelangelo Antonioni sofrerem bastante é a filiação extrema deles ao roteiro que acreditam piamente ser conclusivo (em Profissão: Repórter a crença é pior: a de que se pode se esconder no corpo do outro). Desse … Continue reading
Filed under Comentários