Autor: Kênia Freitas

  • Terra do Silêncio e da Escuridão (Werner Herzog, 1971)

    Terra do Silêncio e da Escuridão (Werner Herzog, 1971)

    Por Kênia Freitas O documentário narra a história da cego-surda Fini Straubinger. Fini, que no filme já é uma senhora idosa, sofreu um acidente aos nove anos — caindo da escada do terceiro para o segundo andar e sofrendo um grande impacto nas costas e na cabeça. Desde então, ela…

  • Inquietos (Gus Van Sant, 2011)

    Inquietos (Gus Van Sant, 2011)

    Falar sobre Inquietos é antes de tudo falar sobre mais um filme de Gus Van Sant. Se muitos diretores contemporâneos ainda carregam consigo a alcunha da autoria — Terrence Malick, Pedro Almodóvar, Lars Von Trier, para ficarmos nos exemplos óbvios dos que lançaram filmes este ano —, nenhum deles carrega…

  • A Pele que Habito (Pedro Almodóvar, 2011)

    A Pele que Habito (Pedro Almodóvar, 2011)

    No que consiste contar uma história? E no que consiste construir um personagem? Essas são duas questões chaves do novo filme de Pedro Almodóvar, A Pele que Habito. Talvez uma das respostas a que o cineasta nos leve é a de que trata-se em ambos os casos de construir camadas…

  • Um Dia na Vida (Eduardo Coutinho, 2010)

    Um Dia na Vida (Eduardo Coutinho, 2010)

    Troço, e não um filme. Sempre em tom de provocação, é assim que Eduardo Coutinho gosta de se referir a sua experiência cinematográfica Um Dia na Vida. O projeto engaja de fato procedimentos, tanto em sua realização quanto na sua forma de exibição, que o torna um obra singular na…

  • As Canções (Eduardo Coutinho, 2011)

    As Canções (Eduardo Coutinho, 2011)

    Assistir a um filme de Eduardo Coutinho se tornou há algum tempo mais do que uma experiência imagética e sonora, mas também um confronto com o cinema como teoria – mais precisamente, com o campo do documentário. Isto porque a filmografia de Coutinho se confunde com a história do documentário…

  • Meia-noite em Paris (Woody Allen, 2011)

    Meia-noite em Paris (Woody Allen, 2011)

    Clichê. Uma das palavras chaves para entender a relação entre a narrativa e as imagens na cinematografia de Woody Allen é justamente o clichê. Ao mesmo tempo, uma repetição nos elementos imagéticos (dos caracteres dos créditos iniciais sempre na mesma fonte ao jazz como trilha sonora) e nas temáticas obsedantes…