Autor: Daniel Dalpizzolo

  • Índice – Especial Werner Herzog

    Índice – Especial Werner Herzog

    Editorial, por Daniel Dalpizzolo Werner Herzog e o Novo Cinema Alemão, por Vlademir Lazo “Onde está o quadro?”, por Luis Henrique Boaventura O martírio de Werner Herzog, por Fernando Mendonça Curtas-metragens (1962-2001), por Daniel Dalpizzolo, Robson Galluci e Vlademir Lazo Sinais de Vida (1968), por Fernando Mendonça The Flying Doctors…

  • Curtas-metragens de Werner Herzog (1962-2001)

    Curtas-metragens de Werner Herzog (1962-2001)

    Hércules (Herakles, 1962) Primeiríssima experiência de Werner Herzog como diretor, esse curta de nove minutos é recomendado quase que exclusivamente aos admiradores mais incondicionais do cineasta. Realizado quando o alemão possuía vinte anos de idade, a impressão que o filme nos deixa é de que acima de tudo o jovem…

  • A Caverna dos Sonhos Esquecidos (Werner Herzog, 2011)

    A Caverna dos Sonhos Esquecidos (Werner Herzog, 2011)

    Por Daniel Dalpizzolo Quando Herzog acessa o interior da caverna Chauvet, na França, acompanhando pesquisadores de diversas áreas científicas em uma expedição pelo mais antigo registro de pinturas pré-históricas de que se tem notícia, ele pede desculpas pela presença da equipe de produção à frente das câmeras – dando a si…

  • Ballad of the Little Soldier (Werner Herzog, 1984)

    Ballad of the Little Soldier (Werner Herzog, 1984)

    Por Daniel Dalpizzolo Ballad of the Little Soldier foi apontado à época como o documentário mais político de Herzog, uma afirmação que, conforme foi empregada, é questionada pelo próprio autor. “[O filme] É sobre crianças lutando na guerra, e não sobre os sandinistas ou Somoza”, disse o cineasta ao justificar que seu…

  • O Grande Êxtase do Escultor Steiner (Werner Herzog, 1974)

    O Grande Êxtase do Escultor Steiner (Werner Herzog, 1974)

    Por Daniel Dalpizzolo “Eu queria estar sozinho no mundo. Apenas eu, Steiner, e mais nenhuma coisa viva. Nenhum sol, nenhuma cultura. Eu, nu sobre uma pedra alta… E então não sentiria mais medo”. Já no plano de abertura, Werner Herzog não se inibe de denunciar o fascínio com que filma…

  • Fata Morgana (Werner Herzog, 1971)

    Fata Morgana (Werner Herzog, 1971)

    Por Daniel Dalpizzolo Fata Morgana inaugura uma fórmula que seria reaproveitada por Herzog em filmes como Lições das Trevas e Além do Infinito Azul — e representa também um breve índice das intenções do diretor no documentário, e da liberdade com que ele costuma manipular suas narrativas dentro do gênero.…

  • Tudo Pelo Poder (George Clooney, 2011)

    Tudo Pelo Poder (George Clooney, 2011)

    Se observarmos a atual conjuntura política norte-americana, não há nenhuma surpresa no teor da trama de Tudo Pelo Poder. A campanha idealista que lançou à vitória o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos, Barack Obama, e a posterior decepção com seu governo, até então carregado de ideias megalomaníacas…

  • Melhores filmes de 2011

    Melhores filmes de 2011

    As retrospectivas de final de ano nos ajudam a fazer uma leitura geral do circuito cinematográfico no Brasil — tanto para pontuarmos as obras mais interessantes que passaram por aqui quanto para detectarmos os equívocos de distribuição de nosso limitado circuito. Para esta seleção de 10 grandes destaques entre os…

  • Dez cenas sobre Nick

    Dez cenas sobre Nick

    Nicholas Ray, caso ainda estivesse vivo, teria completado 100 anos de idade em 2011. No Brasil, a homenagem ao diretor aconteceu através de uma grande mostra, O Cinema é Nicholas Ray, que rodou cidades como Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro e encerrou neste mês de dezembro. Em vista…

  • Os Monstros (Guto Parente, Luiz Pretti, Pedro Diógenes e Ricardo Pretti, 2011)

    Os Monstros (Guto Parente, Luiz Pretti, Pedro Diógenes e Ricardo Pretti, 2011)

    Por Daniel Dalpizzolo “Quando ouço a sua música me dá vontade de ser livre. Ser livre pra criar”. Desvincular o diálogo travado pelos amigos à beira-mar do procedimento de realização de Os Monstros é uma tarefa improvável. Embora sejam personagens fictícios, João, Pedro e Joaquim, interpretados por três dos quatro…

  • Todas as Noites (Eugène Green, 2001)

    Todas as Noites (Eugène Green, 2001)

    Há algo de mítico na noite que motiva cineastas a trabalharem este simbólico período do dia, além de cenário, também como licença poética ou até mesmo personagem (há exemplos que vão desde Aurora, de F. W. Murnau, a Um Tiro na Noite, de Brian De Palma, isso sem falar em pelo…

  • Jam Session #1 – Prelúdio para Matar

    Jam Session #1 – Prelúdio para Matar

    Daniel Dalpizzolo e Robson Galluci debatem a obra-prima Prelúdio para Matar, um dos principais (e certamente o mais influente) filmes do mestre do horror italiano Dario Argento. Como o próprio nome do artigo, roubado das sessões musicais improvisadas de jazz, insinua, é um artigo sem uma estrutura exata, que através…

  • A Religiosa Portuguesa (Eugène Green, 2009)

    A Religiosa Portuguesa (Eugène Green, 2009)

    De onde emana a beleza dos filmes? Está na fluidez dos atores; na precisão dos olhares; na angulação da câmera e no enquadramento escolhido pelo diretor para expressar com a força necessária os sentimentos da encenação? Acredito, particularmente, que sim. E se, apesar da subjetividade artística, estas são características em…

  • Editorial #1

    Editorial #1

    Por Daniel Dalpizzolo Acredito que a maior parte das pessoas que estão lendo este editorial já sabe quem somos e de onde viemos, e de certa forma deve imaginar um pouco do que pretendemos com o lançamento deste novo veículo do Multiplot!, mas faz-se necessário retomar um pouco de nossa…

  • Die verliebte Firma (Max Ophüls, 1932)

    Die verliebte Firma (Max Ophüls, 1932)

    Por Daniel Dalpizzolo No cinema de Max Ophüls, a ilusão do espetáculo e as desilusões da vida caminham paralelamente, ora em sintonia, ora confundindo-se e conduzindo o espectador pelo braço por entre seus jogos de encenação. Pensando nisso, a abertura do primeiro longa-metragem do diretor não poderia ser mais genuína,…