{"id":1304,"date":"2008-09-13T16:15:13","date_gmt":"2008-09-13T18:15:13","guid":{"rendered":"http:\/\/multiplot.wordpress.com\/?p=1304"},"modified":"2008-09-13T16:15:13","modified_gmt":"2008-09-13T18:15:13","slug":"decada-de-90-especial-james-dean","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/2008\/09\/13\/decada-de-90-especial-james-dean\/","title":{"rendered":"D\u00e9cada de 90 (Especial James Dean)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:center;\"><strong>De Transpointing a Mortal Kombat: A Juventude da d\u00e9cada de 90 retratada no Cinema<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Fim da Guerra Fria (com \u201cvit\u00f3ria\u201d do Capitalismo); Globaliza\u00e7\u00e3o (com a dissemina\u00e7\u00e3o da internet como grande facilitadora); Windows se consolidando; suposta \u201cexpans\u00e3o da democracia\u201d; MTV; Grunge; Boy-Bands (e Girl-Bands tamb\u00e9m, n\u00e3o esque\u00e7am das Spice Girls); o Rei do Pop mudando de cor; NAFTA, Mercosul; Plano Real; Caras-Pintadas; impeachment; um presidente, a sua secret\u00e1ria e um charuto, populariza\u00e7\u00e3o das s\u00e9ries norte-americanas; a ind\u00fastria dos games se consolidando como forma rent\u00e1vel de entretenimento, assim como os quadrinhos (especialmente os mang\u00e1s); avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos e cient\u00edficos em escala exponencial, fazendo contraponto ao avan\u00e7o da desigualdade social (muito por conta da globaliza\u00e7\u00e3o), de doen\u00e7as como a AIDS, da Guerra do Golfo, Sarajevo, genoc\u00eddio em Ruanda, terrorismo e outras atrocidades como a Ax\u00e9 Music, os grupos de pagode e o Funk, etc&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Tudo isso \u00e9 apenas uma pequena amostra de tudo o que aconteceu na d\u00e9cada de 90, onde a maioria dos ploteiros daqui viveram a sua inf\u00e2ncia e\/ou adolesc\u00eancia. E todo esse turbilh\u00e3o de acontecimentos provocou um efeito devastador sobre os jovens e, sobretudo, nos filmes que os retratavam e\/ou eram direcionados a eles.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Um dos g\u00eaneros que teve maior identifica\u00e7\u00e3o com a juventude nessa \u00e9poca foram os filmes de terror. Gra\u00e7as principalmente a \u201cP\u00e2nico\u201d (Scream), filme de 1996 escrito por Kevin Willianson e dirigido por Wes Craven. O filme revitalizou o g\u00eanero de terror nos anos 90 de forma semelhante \u00e0 que Halloween (1978) fez na segunda metade dos anos 70, utilizando um conceito que combinava cenas assustadoras com di\u00e1logos que satirizavam os clich\u00eas dos filmes do g\u00eanero. No filme estrelaram v\u00e1rios \u00eddolos adolescentes da \u00e9poca, incluindo: Neve Campbell, Rose McGowan, Skeet Ulrich, Drew Barrymore, David Arquette e Courteney Cox (ent\u00e3o no auge de sua fama no seriado Friends).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Scream tornou-se num grande sucesso comercial na altura de sua estr\u00e9ia, e foi um dos filmes mais lucrativos de 1996, sendo aclamado por cr\u00edticos de todo o mundo. Devido ao seu sucesso, resultaram duas seq\u00fc\u00eancias: Scream 2 e Scream 3, al\u00e9m de uma enxurrada de novas produ\u00e7\u00f5es que almejavam abocanhar parte do p\u00fablico criado pela seq\u00fc\u00eancia, como Lenda Urbana, Eu Sei o Que Voc\u00eas Fizeram no Ver\u00e3o Passado, A Bruxa de Blair e Premoni\u00e7\u00e3o (disparado o melhor dentre essas produ\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Mas o cinema voltado para a juventude na d\u00e9cada de 90 n\u00e3o ficou restrito apenas aos gritos e sustos baratos. O aumento gradativo da viol\u00eancia, aliado ao f\u00e1cil acesso das drogas e entorpecentes, o eterno choque de gera\u00e7\u00f5es, a busca de identidade e de ser ouvido, al\u00e9m da liberdade em todos os sentidos vividos por muitos jovens nessa \u00e9poca e todas as suas conseq\u00fc\u00eancias foram refletidas e mostradas no cinema, tal qual na segunda metade da d\u00e9cada de 50. Mas, ao contr\u00e1rio dos filmes mostrados nessa \u00e9poca, os filmes do g\u00eanero eram mais mordazes, violentos e, por que n\u00e3o dizer, mais reais (ou pelo menos tentavam ser), utilizando-se uma est\u00e9tica inspirada nos videoclipes, com uma montagem acelerada, telas que congelam, malabarismos com a cronologia, estiliza\u00e7\u00e3o e outros truques moderninhos. Esta est\u00e9tica videocl\u00edptica influenciou n\u00e3o s\u00f3 os filmes que centravam sobre os impacto das drogas e da vida de sexo livre nos jovens (cujos maiores representantes desse g\u00eanero s\u00e3o Kids dirigido por Larry Clark, e Transpointing, de Danny Boyle), mas todo o cinema a partir dessa d\u00e9cada at\u00e9 os dias de hoje.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Mas nem esses predicados fizeram com que os jovens tivessem todas as suas aten\u00e7\u00f5es voltadas para o cinema. Isso porqu\u00ea uma outra m\u00eddia estava crescendo assustadoramente, come\u00e7ando a trilhar o seu caminho de sucesso (passando a at\u00e9 render mais que Hollywood): os v\u00eddeo-games. Com isso, o pr\u00f3prio cinema tentou se aproveitar desse boom na d\u00e9cada de 90, tal qual fez nos anos 50 com o rock and roll. Assim filmes inspirados em jogos de sucesso como Street Fighter, Super Mario Bros, Double Dragon e Mortal Kombat foram produzidos e lan\u00e7ados nessa \u00e9poca. Entretanto, essas produ\u00e7\u00f5es n\u00e3o gozaram de grande aceita\u00e7\u00e3o da cr\u00edtica e do p\u00fablico, sendo (merecidamente) fadados ao esquecimento e desprezo. Mas isso ainda n\u00e3o impediu Hollywood de continuar tentando levar o maior n\u00famero poss\u00edvel de gamers as salas de cinema.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Como se p\u00f4de ver nesse texto, os eventos da d\u00e9cada de 90 influenciaram diretamente n\u00e3o s\u00f3 os filmes relacionados a juventude, mas, em muitos casos, a nossa pr\u00f3pria maneira de ver os filmes. Muitos que tiveram a sua adolesc\u00eancia nessa \u00e9poca consideram alguns desses filmes como cl\u00e1ssicos, mesmo sob o protesto de muitos. Se eles (mesmo os considerados bons \u2013 pelo menos por esse editor que vos escreve &#8211; como Transpoiting e Premoni\u00e7\u00e3o \u2013 sim, eu gosto desse filme) se tornar\u00e3o realmente cl\u00e1ssicos, s\u00f3 o tempo dir\u00e1. Mas, pelo menos, eles s\u00e3o considerados um retrato fiel do jovem e de seus anseios, d\u00favidas e conquistas enquanto formador de tend\u00eancias e modismos na d\u00e9cada de 90, servindo, assim, como um objeto de estudo perfeito para se entender a sociedade nessa \u00e9poca.<\/p>\n<p style=\"text-align:center;\"><strong>P\u00e2nico II (Wes Craven, 1997)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/img84.imageshack.us\/img84\/2223\/18454866w434hq80gc3.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O terror n\u00e3o vivia momentos felizes em 1996. O g\u00eanero, que transitou pelo expressionismo nos anos 20, passou ao largo de Hollywood nos anos 50 e 60 (e, ainda assim, influenciando os grandes est\u00fadios alguns anos depois), passando ao estrelato nos anos seguintes (chegando at\u00e9 a concorrer ao Oscar, com &#8220;O Exorcista&#8221;), e que foi renovado e finalmente reconhecido como um cinema de sucesso destinado aos jovens anos depois por diretores como John Carpenter (Halloween), Sean S. Cunninghan (Sexta-Feira 13) e Wes Craven (A Hora do Pesadelo), encontrava-se em estagna\u00e7\u00e3o nos anos 90, com pouqu\u00edssimos filmes de qualidade do g\u00eanero sendo produzidos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Esse quadro se manteve at\u00e9 que um daqueles que participaram da revolu\u00e7\u00e3o do g\u00eanero, juntamente com um roteirista cujo maior sucesso at\u00e9 ent\u00e3o era a s\u00e9rie Dawson&#8217;s Creek, resolveu mais uma vez revitaliz\u00e1-lo, tendo como um dos seus maiores trunfos justamente a ironia em cima dos clich\u00eas do g\u00eanero. O nome do filme: Scream. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Willianson, o filme alcan\u00e7ou um sucesso totalmente inesperado (inclusive no Brasil), arrecadando US$ 103 milh\u00f5es nas bilheterias norte-americanas, provocando uma nova mania entre os jovens da \u00e9poca. Como boa parte dos filmes que conseguem um sucesso inesperado (especialmente se contarmos os filmes de terror desde a d\u00e9cada de 70\/80), uma continua\u00e7\u00e3o foi produzida um ano depois do original, trazendo boa parte dos personagens que sobreviveram ao primeiro filme.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Scream II se passa dois anos ap\u00f3s os assassinatos em Woodsboro, somos transportados para a cidade de Windsor, onde acontece a pr\u00e9-estreia do filme &#8220;Stab&#8221;, inspirado do livro \u201cThe Woodsboro Murders\u201d, escrito por Gale Weathers, que conta tudo sobre a hist\u00f3ria do serial killer na pequena cidade do interior. Dois jovens estudantes da Windsor College s\u00e3o brutalmente assassinados durante a sua exibi\u00e7\u00e3o. Sidney Prescott, que havia se mudado para Winsdor para tentar se ver livre da experi\u00eancia terr\u00edvel que teve (e, assim, levar uma vida normal), percebe que h\u00b4um novo psicopata atr\u00e1s dela e de seus amigos. Al\u00e9m disso, figuras conhecidas do primeiro filme se encontram, e, com isso, o circo de horrores est\u00e1 formado.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A cena inicial passa uma \u00f3tima impress\u00e3o. Um casal de negros ganha as entradas e discute sobre filmes de terror. Estamos diante do mesmo artif\u00edcio do primeiro filme da s\u00e9rie: por meio da discuss\u00e3o sobre o pr\u00f3prio mecanismo dos filmes de terror, tenta-se encarar o filme n\u00e3o como um sonho coletivo, mas como uma estrat\u00e9gia de discurso imersa num mundo de significa\u00e7\u00f5es. Dentro da sala, a catarse coletiva causada pela pr\u00e9-estr\u00e9ia: in\u00fameros personagens vestidos com as roupas do assassino do filme, dadas pela pr\u00f3pria publicidade do espet\u00e1culo. Um bando de jovens enlouquecidos grita e corre por todos os cantos com facas de pl\u00e1stico dando sustos um no outro. Tal qual o cen\u00e1rio provavelmente visto pro Craven nos anos 80 (com &#8220;A Hora do Pesaddelo&#8221;, e h\u00e1 um ano atr\u00e1s com o primeiro cap\u00edtulo da trilogia). A histeria desenfreada durante a exibi\u00e7\u00e3o do filme, al\u00e9m de ser um retrato fiel da quase-idolatria que muitos jovens fazem dos seus materiais de culto, ainda se mostra como um cen\u00e1rio perfeito para um assassinato.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Quando o casal se separa, o jogo come\u00e7a: o namorado, por conta de sua curiosidade em ouvir o que estava acontecendo no banheiro ao lado, leva uma apunhalada certeira. A namorada, confundido o assassino com o namorado &#8211; que estava tamb\u00e9m utilizando a m\u00e1scara &#8211; leva in\u00fameras facadas, e grita desesperadamente por socorro. Entretanto, os seus gritos s\u00e3o completamente abafados pela histeria coletiva que toma conta do cinema. Quase morta, ela ent\u00e3o se caminha para o palco, onde emite o seu \u00faltimo suspiro, sob os olhares at\u00f4nitos da plat\u00e9ia, que s\u00f3 agora percebe que o filme assistido por eles estava &#8220;acontecendo&#8221; diante dos seus olhos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Esses seis minutos resumem toda a mitologia que cercava at\u00e9 o momento a saga criada por Wes Craven, de ser, em toda a sua totalidade, uma farsa no sentido literal da palavra. Nos filmes da s\u00e9rie, todos os personagens conhecem os clich\u00eas dos filmes de terror, portanto, sabem \u00e1 princ\u00edpio o que n\u00e3o se deve fazer para n\u00e3o ser a pr\u00f3xima v\u00edtima. Entretanto, mesmo com todo esse conhecimento, todos (ou quase todos eles) falham miser\u00e1velmente, sendo totalmente manipulados at\u00e9 receberem a estocada final. \u00c8 com essa dicotomia que Wes Craven brinca no filme, gerando resultados razo\u00e1velmente satisfat\u00f3rios.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Por outro lado, o que se v\u00ea no restante do filme infelizmente n\u00e3o acompanha a excel\u00eancia dos primeiros minutos. O que se v\u00ea durante as (extensas) duas horas de filme \u00e9 simplesmente a repeti\u00e7\u00e3o (em maior ou menor grau) de tudo que foi feito h\u00e1 um ano atr\u00e1s. Adotando a t\u00e1tica &#8220;em time que est\u00e1 ganhando n\u00e3o se mexe&#8221;, Wes Craven, se n\u00e3o compromete na realiza\u00e7\u00e3o do filme, tampouco injeta originalidade no mesmo. Como resultado, temos muitas cenas que remetem a trama anterior.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Al\u00e9m disso, a escolha de trilhar o caminho da farsa ao ironizar os clich\u00eas dos filmes de terror se mostrou como uma faca de dois gumes. Se, por um lado, o primeiro filme ajudou a revitalizar o g\u00eanero, um ano depois e muitas produ\u00e7\u00f5es inspiradas no pioneiro (para n\u00e3o dizer &#8220;c\u00f3pias deslavadas&#8221;) fizeram com que o filme n\u00e3o causasse o mesmo impacto do anterior (apesar de ter rendido apenas U$$ 2 milh\u00f5es a menos). Com isso, o filme (assim como a franquia) come\u00e7a a cair na sua pr\u00f3pria armadilha, vivendo sempre a sombra do filme anterior.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Sendo assim, n\u00e3o espere originalidade ou mesmo grandes reviravoltas na trama. Aqui o que vale \u00e9 simplesmente apostar no que deu certo: as cenas assustadoras, uma cena inicial para causar impacto, a mesma tira\u00e7\u00e3o de sarro dos clich\u00eas do G\u00eanero, o suspense em rela\u00e7\u00e3o a quem est\u00e1 realizando os assassinatos, o clima mais teen (o que contrasta com as cenas mais assustadoras), etc. Esse ponto n\u00e3o chega a ser um dem\u00e9rito do filme, entretanto, impede que ele alce v\u00f4os maiores, tornando-o, na maior parte do tempo, apenas uma reedi\u00e7\u00e3o do primeiro filme. Ou seja, o que prometia ser um grande banquete de sangue e v\u00edsceras n\u00e3o passou de um prato requentado, cuja \u00f3tima degusta\u00e7\u00e3o provocada pela cena inicial se mostra com um gosto um tanto adstringente no final, mostrando que a franquia deveria acabar por a\u00ed. Pena que os produtores n\u00e3o perceberam isso e fizeram &#8220;Scream III&#8221;&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align:right;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/img217.imageshack.us\/img217\/5084\/boton1iu2hv3.jpg\" alt=\"\" width=\"100\" height=\"100\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align:right;\"><em>Adney Silva<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De Transpointing a Mortal Kombat: A Juventude da d\u00e9cada de 90 retratada no Cinema Fim da Guerra Fria (com \u201cvit\u00f3ria\u201d do Capitalismo); Globaliza\u00e7\u00e3o (com a dissemina\u00e7\u00e3o da internet como grande facilitadora); Windows se consolidando; suposta \u201cexpans\u00e3o da democracia\u201d; MTV; Grunge; &hellip; <a href=\"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/2008\/09\/13\/decada-de-90-especial-james-dean\/\">Continue reading <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[214,2526,609,642,716,983,1142,1244,1258,1291,1517,1572,1825,1826,1827,2068,2076,2077,2061,2189,2196,2362,2480],"class_list":["post-1304","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-resenhas","tag-anos-90","tag-cinema","tag-danny-boyle","tag-decada-de-90","tag-double-dragon","tag-gus-van-sant","tag-james-dean","tag-juventude","tag-kids","tag-larry-clark","tag-mortal-kombat","tag-neve-campbell","tag-panico","tag-panico-2","tag-panico-ii","tag-scary-movie","tag-scream","tag-scream-ii","tag-seculo-xx","tag-street-fighter","tag-super-mario-bros","tag-transpoiting","tag-wes-craven"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1304","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1304"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1304\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1304"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1304"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1304"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}