{"id":764,"date":"2008-07-23T00:51:23","date_gmt":"2008-07-23T02:51:23","guid":{"rendered":"http:\/\/multiplot.wordpress.com\/?page_id=764"},"modified":"2008-07-23T00:51:23","modified_gmt":"2008-07-23T02:51:23","slug":"4%c2%ba-davi-albergoni","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/4%c2%ba-davi-albergoni\/","title":{"rendered":"4\u00ba &#8211; Davi Albergoni"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify;\">Avalia\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Luis Henrique Boaventura<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Falei muito em imagina\u00e7\u00e3o e criatividade neste concurso, e se por um lado a iniciativa de entregar algo diferente \u00e9 s\u00e1bia (\u00e9 b\u00e1sico que entre milhares de resenhas de certo filme, fazer algo diferente \u00e9 o suficiente pra algum destaque), a poesia est\u00e1 muito ruim. Em primeiro lugar, odeio 99% do que este g\u00eanero liter\u00e1rio cobre. Tudo me parece infantil, pretensioso e largamente constrangedor. Mas tudo bem, s\u00f3 que se voc\u00ea for escrever uma poesia, precisa saber que n\u00e3o basta simplesmente dispor frases na vertical com palavras que rimem no fim. Em especial quando essas rimas s\u00e3o entre verbos conjugados do mesmo modo, truque baix\u00edssimo muito usado em pagod\u00f5es de araque.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O Davi foi ligeiro, inteligente ao fazer algo diferente, ao n\u00e3o gastar nem 10 minutos no seu \u2018texto\u2019, mas negligente ao achar que nos deixar\u00edamos levar s\u00f3 por causa disso. Mas valeu a tentativa.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong><span style=\"color:#ff0000;\">0\/10<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Daniel Dalpizzolo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Absolutamente hil\u00e1ria tua poesia, mas pressuponho que n\u00e3o era esse o objetivo. Mas voc\u00ea viu o filme pelo menos, ou apenas leu a hist\u00f3ria na internet?<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong><span style=\"color:#ff0000;\">1\/10<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Daniel Costa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Vale pela curiosidade do formato, ousado como o filme e hey! 2001 \u00e9 poesia PURA. Mas o conte\u00fado \u00e9 derivativo. Sorry Berg&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong><span style=\"color:#ff0000;\">5\/10<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Vin\u00edcius Veloso Garcia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Caramba, tem q ser caba corajoso pra fazer uma poesia sobre 2001, hahaha\u00a0&#8230; que coragem e cara-de-pau, al\u00e9m do que t\u00e1 bem feitinha essa poesia , e criativo ele foi, por isso a minha nota \u00e9:<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong><span style=\"color:#ff0000;\">10\/10<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Cassius Abreu:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O Luis falou j\u00e1 o que eu teria a dizer. Por\u00e9m, gostaria de destacar um ou outro ponto adicional. Desde a primeira estrofe, \u00e9 percept\u00edvel que o Davi tenta rimar for\u00e7adamente e acaba por TIRAR a poesia que 2001 tem por natureza. A frase (porque nem parce verso) \u201cmas eis que veio o monolito\u201d, lida com calma, \u00e9 tosca. Ah, j\u00e1 ia esquecendo o principal ponto: poesia n\u00e3o obrigatoriamente tem rima ou 4\/3 versos por estrofe como derivados de sonetos. O romantismo mesmo fugiu, em alguns casos, muito feliz com estes padr\u00f5es. E a opini\u00e3o quase n\u00e3o est\u00e1 l\u00e1. Um resumo disfar\u00e7ado, com uma frase gritante, que poderia tirar 0 em vestibular automaticamente: \u201csim, deixam a QUALQUER UM extasiado\u201d. Para concluir, a vida \u00e9 fenonemal por si s\u00f3.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong><span style=\"color:#ff0000;\">0\/10<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Total: <span style=\"color:#ff0000;\">16 pontos<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Texto:<\/p>\n<p><strong>2001 \u2013 uma odiss\u00e9ia no espa\u00e7o.<\/strong><\/p>\n<p>O irracional \u00e9 gritante<br \/>\nInvasivo, impuro, glutural<br \/>\nMas eis que veio o monolito<br \/>\nE nada mais foi igual<\/p>\n<p>N\u00e3o mais um animal<br \/>\nMas um ser que agora pensava<br \/>\nQuando se deparou com uma ossada<br \/>\nA tomou e usando-a, atacava<\/p>\n<p>O grande salto evolutivo<br \/>\nO monolito sempre acompanhou<br \/>\nE qu\u00e3o grande foi o avan\u00e7o<br \/>\nQuando ao espa\u00e7o, o homem viajou<\/p>\n<p>Num misto de erudito e vanguarda<br \/>\nKubrik desenhou seu trabalho mais ousado<br \/>\nOs cen\u00e1rios futuristas, di\u00e1logos rebuscados<br \/>\nSim, deixam a qualquer um extasiado<\/p>\n<p>Mas \u00e9 no gritante contraste<br \/>\nQue Kubrik tem seu triunfo final<br \/>\nQuando o racional \u00e9 dominado pela m\u00e1quina<br \/>\nE David se v\u00ea ref\u00e9m do super-computador HAL<\/p>\n<p>Que cenas mais sublimes<br \/>\nTensas, dram\u00e1ticas, aterrorizantes<br \/>\nO computador sobrepuja o homem<br \/>\nNada seria como antes?<\/p>\n<p>N\u00e3o, poruqe ainda que dominados pelo irracional<br \/>\nKubrik revela a experi\u00eancia mais sofrida<br \/>\nContudo, imposs\u00edvel de ser igualada<br \/>\nQuem poderia, a n\u00e3o ser o homem, gerar a vida?<br \/>\nVida racional<br \/>\nVida sentimental<br \/>\nVida fenomenal<br \/>\nVida.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Avalia\u00e7\u00f5es: Luis Henrique Boaventura Falei muito em imagina\u00e7\u00e3o e criatividade neste concurso, e se por um lado a iniciativa de entregar algo diferente \u00e9 s\u00e1bia (\u00e9 b\u00e1sico que entre milhares de resenhas de certo filme, fazer algo diferente \u00e9 o &hellip; <a href=\"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/4%c2%ba-davi-albergoni\/\">Continue reading <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-764","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/764","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=764"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/764\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/multiplotcinema.com.br\/antigo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=764"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}